De acordo com Iamamoto (2007), “É sobretudo a partir dos anos 1980, quando se
deflagra o movimento de ‘intenção de ruptura’ com o Serviço Social tradicional, cujo solo histórico foi
o movimento da sociedade brasileira no ‘pós-64’ [...] que, definitivamente, o desenvolvimento da
pesquisa na área do Serviço Social encontra o alicerce sociopolítico necessário para o seu
desenvolvimento”. Nesse cenário de ruptura com o conservadorismo profissional na década de 1980,
o avanço da pesquisa e a renovação teórica do Serviço Social brasileiro decorrem diretamente do(a):