Um menino de 14 anos foi levado pelos responsáveis ao ambul...
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Ano: 2026
Banca:
FGV
Órgão:
SES-TO
Prova:
FGV - 2026 - SES-TO - Médico RQE - Alergista e Imunologista |
Q4435693
Medicina
Um menino de 14 anos foi levado pelos responsáveis ao
ambulatório de imunologia com história de há aproximadamente
6 meses ter passado a apresentar episódios recorrentes de dor
retroesternal e epigástrica, acompanhados de náuseas e vômitos,
inicialmente esporádicos e progressivamente mais frequentes.
Nos últimos dois meses, passou também a referir dificuldade
ocasional para a passagem de alimentos sólidos. Não apresentou
hematêmese, melena, febre, diarreia crônica ou perda ponderal.
Apresentava história de rinite alérgica desde a infância.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, com peso e estatura adequados para a idade, sem alterações relevantes.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 13,8 g/dL (VR: 12,0–16,0 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 4.500– 11.000/mm³); neutrófilos: 4.450/mm³ (VR: 1.500–7.500/mm³); linfócitos: 2.940/mm³ (VR: 1.000–4.000/mm³); eosinófilos: 620/mm³ (VR: até 500/mm³); plaquetas: 286.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³); proteína C reativa: 1,2 mg/L (VR: < 5,0 mg/L); velocidade de hemossedimentação: 8 mm na primeira hora (VR: até 15 mm); albumina: 4,4 g/dL (VR: 3,5–5,0 g/dL); imunoglobulina E (IgE) total: 286 UI/mL (VR: até 100 UI/mL).
A pesquisa de anticorpos IgA antitransglutaminase tecidual foi negativa, com IgA sérica total dentro dos valores de referência. A pesquisa de sangue oculto nas fezes e o exame parasitológico de fezes foram negativos.
A endoscopia digestiva alta revelou edema da mucosa esofágica, redução da visualização do padrão vascular, sulcos longitudinais e pequenos exsudatos esbranquiçados, sem estenose. O estômago e o duodeno não apresentaram alterações. Foram obtidas seis amostras de biópsia provenientes de dois níveis do esôfago. O exame histopatológico demonstrou infiltrado intraepitelial com pico de 42 eosinófilos por campo de grande aumento, hiperplasia da camada basal e dilatação dos espaços intercelulares, sem evidências de infecção ou de outra causa identificável para a eosinofilia esofágica.
Diante do conjunto de achados clínicos, endoscópicos e histopatológicos, assinale a opção que indica a conduta terapêutica inicial.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, com peso e estatura adequados para a idade, sem alterações relevantes.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 13,8 g/dL (VR: 12,0–16,0 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 4.500– 11.000/mm³); neutrófilos: 4.450/mm³ (VR: 1.500–7.500/mm³); linfócitos: 2.940/mm³ (VR: 1.000–4.000/mm³); eosinófilos: 620/mm³ (VR: até 500/mm³); plaquetas: 286.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³); proteína C reativa: 1,2 mg/L (VR: < 5,0 mg/L); velocidade de hemossedimentação: 8 mm na primeira hora (VR: até 15 mm); albumina: 4,4 g/dL (VR: 3,5–5,0 g/dL); imunoglobulina E (IgE) total: 286 UI/mL (VR: até 100 UI/mL).
A pesquisa de anticorpos IgA antitransglutaminase tecidual foi negativa, com IgA sérica total dentro dos valores de referência. A pesquisa de sangue oculto nas fezes e o exame parasitológico de fezes foram negativos.
A endoscopia digestiva alta revelou edema da mucosa esofágica, redução da visualização do padrão vascular, sulcos longitudinais e pequenos exsudatos esbranquiçados, sem estenose. O estômago e o duodeno não apresentaram alterações. Foram obtidas seis amostras de biópsia provenientes de dois níveis do esôfago. O exame histopatológico demonstrou infiltrado intraepitelial com pico de 42 eosinófilos por campo de grande aumento, hiperplasia da camada basal e dilatação dos espaços intercelulares, sem evidências de infecção ou de outra causa identificável para a eosinofilia esofágica.
Diante do conjunto de achados clínicos, endoscópicos e histopatológicos, assinale a opção que indica a conduta terapêutica inicial.