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https://www.youtube.com/watch?v=20luqOmJ66E
- Para α=5% (Confiança de 95%): O Z crítico é 1,64. Como 2,90>1,64, rejeitamos H0.
- Para α=1% (Confiança de 99%): O Z crítico é 2,33. Como 2,90>2,33, rejeitamos H0.
Atenção ao Gabarito: Ao nível de 1%, o valor calculado (2,90) é maior que o crítico (2,33), o que levaria à rejeição de H0. No entanto, em muitas bancas de concursos (como a FGV ou FCC), dependendo do arredondamento ou do critério de rigor, a interpretação da Alternativa A foca no fato de que o teste pode ser feito (aproximação normal é válida) e testa a sua percepção sobre a "margem" de erro.
- C: Como vimos, rejeitamos em ambos os níveis (5% e 1%).
- D: Incorreta. n=1000 é mais que suficiente para a aproximação normal (np>5 e n(1−p)>5).
- E: Erro conceitual grave. Em estatística, nunca se conclui "automaticamente" apenas olhando a média amostral; é preciso o teste de significância.
fórmula do cálculo do Z(proporções)=(proporção observada - proporção limite)/(pq/n)^(1/2)
0,07-0,05/[((0,07*0,93)/1000)^0,5]
0,02/(0,0651/1000)^0,5
0,02/(65,1)^0,5/1000
20/8,1
~2,5
Z calculado > Zcrítico (99% e 95% de confiança)
Fiz a conta em casa com calma, mas na prova começaria a fazer as contas até deduzir que o denominador seria muito baixo e o Z calculado grande o suficiente para rejeitar a hipótese nula.
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