Um paciente de 85 anos, lúcido e orientado, com
diagnóstico de insuficiência cardíaca refratária em
estágio terminal, é internado com dispneia
progressiva. A equipe médica, após avaliação,
conclui que qualquer procedimento invasivo
adicional seria inútil e apenas prolongaria seu
sofrimento, caracterizando obstinação terapêutica.
O paciente expressou repetidamente seu desejo de
“não ser reanimado” e de receber apenas
“cuidados para que não sinta dor”. O médico
assistente, apesar de reconhecer o prognóstico,
decide não registrar essa decisão em prontuário
nem discutir ativamente os cuidados paliativos,
pois acredita que “enquanto há vida, há
esperança” e que a família deve ser consultada
para determinar o tratamento ativo, pois o paciente
está emocionalmente frágil. Á luz do Código de
Ética Médica (CEM), é correto afirmar que o médico
assistente
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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