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Q3914971 Psiquiatria
O DSM-5 introduziu o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) para classificar dificuldades persistentes no uso social da comunicação verbal e não verbal. Qual característica clínica é essencial para diferenciar o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) do Transtorno do Espectro Autista (TEA)?
Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: A diferenciação pedida dependia de identificar que o TEA exige padrões restritos e repetitivos, ausentes no Transtorno da Comunicação Social (Pragmática).

Tema central: Critério diferencial no DSM-5
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque deficiência intelectual comórbida pode coexistir, mas não é o critério essencial de diferenciação entre Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) e TEA. O confronto correto é entre ausência ou presença de padrões restritos e repetitivos.
B
Certa
A alternativa B está correta porque o critério diferencial central, segundo o DSM-5, não é a presença dos déficits de comunicação social, já que eles podem aparecer nos dois quadros. O que sustenta o diagnóstico de Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) em vez de TEA é a ausência de padrões de comportamento, interesses ou atividades restritos e repetitivos, cuja presença é exigida para TEA.
C
Errada
Está errada porque déficits na comunicação social, como dificuldade em seguir regras de conversação, não distinguem os dois transtornos. Esse é um elemento comum, e a questão pedia justamente o diferencial essencial.
D
Errada
Está errada porque não há critério diagnóstico de início exclusivamente após os 12 anos para Transtorno da Comunicação Social (Pragmática). Essa idade proposta não corresponde ao critério diferencial do DSM-5.
Pegadinha da questão
Tomar um critério comum aos dois transtornos como se fosse o diferencial.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão pedir diferencial entre dois diagnósticos, separe primeiro o que é comum aos dois do que é exigência exclusiva de um deles.
  • Entre Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) e TEA, o ponto decisivo é verificar se há padrões restritos e repetitivos.
  • Não use comorbidades, como deficiência intelectual, como critério diferencial central quando a base diagnóstica apontar outro elemento nuclear.

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