O uso de Equipamentos de Proteção Individual e as precauçõe...

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Q3769614 Enfermagem
O uso de Equipamentos de Proteção Individual e as precauções são essenciais na assistência à saúde de forma segura.

Sobre esse tema, considere a situação abaixo:

Um enfermeiro precisa realizar a coleta de sangue de um paciente com diagnóstico confirmado de tuberculose ativa, que está em isolamento respiratório.

Além das precauções padrão, quais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são obrigatórios para este procedimento, considerando a via de transmissão da doença?
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: Tuberculose ativa em isolamento respiratório exige precaução por aerossóis; assim, o EPI decisivo para o profissional durante a coleta é o respirador particulado N95/PFF2. O quarto privativo é medida ambiental de isolamento, não EPI, mas a presença do respirador torna a alternativa A a única compatível com o caso.

Tema central: Precaução por aerossóis
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a correta porque inclui a proteção respiratória indicada para tuberculose ativa: máscara de proteção respiratória tipo N95/PFF2. Na via aérea, o risco principal é a inalação de aerossóis contendo bacilos, e não contato ou respingo. O quarto privativo não é EPI, mas condiz com o isolamento respiratório descrito no enunciado.
B
Errada
Luvas e gorro não enfrentam o mecanismo de transmissão relevante da tuberculose ativa, que é aéreo por aerossóis. Falta o respirador N95/PFF2, que é o EPI obrigatório nesse contexto.
C
Errada
Luvas, óculos e avental são barreiras voltadas a contato com sangue e respingos, mas não substituem proteção respiratória particulada. A alternativa erra por tratar um cenário de precaução por aerossóis como se fosse apenas risco de contato ou secreção.
D
Errada
Máscara cirúrgica comum não oferece a proteção respiratória indicada ao trabalhador em tuberculose ativa sob isolamento respiratório. Aqui o erro médico específico é confundir precaução por gotículas com precaução por aerossóis; para tuberculose, o profissional deve usar N95/PFF2.
E
Errada
Luva estéril não é o critério central da coleta venosa de rotina neste cenário, óculos não cobrem o risco principal e a alternativa omite o respirador N95/PFF2. O problema técnico é substituir a proteção contra aerossóis por barreiras de contato e esterilidade que não resolvem a via de transmissão da tuberculose.
Pegadinha da questão
A banca mistura o contexto de coleta de sangue, que pode induzir foco em sangue e respingos, com um paciente em isolamento respiratório por tuberculose ativa. O ponto decisivo não é o procedimento em si, mas a via aérea da doença. Outra confusão comum é aceitar máscara cirúrgica como se equivalesse a N95/PFF2.
Dica para questões semelhantes
  • Primeiro identifique a via de transmissão da doença; o EPI decisivo deriva disso, não do nome do procedimento isoladamente.
  • Em tuberculose ativa com isolamento respiratório, procure respirador particulado N95/PFF2; máscara cirúrgica não substitui essa proteção para o profissional.
  • Luvas, óculos, avental e gorro podem ter papel em precauções padrão ou risco de respingo, mas não corrigem ausência de proteção contra aerossóis.
  • Se a alternativa trouxer medida ambiental junto com EPI, confirme se ela contém o item respiratório correto; isso pode tornar a opção válida mesmo com essa mistura.

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