O enxerto de pele parcial fino (de 0,15mm a 0,30mm de espes...

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Q1091214 Medicina
O enxerto de pele parcial fino (de 0,15mm a 0,30mm de espessura) apresenta, respectivamente, as seguintes vantagem, desvantagem e indicação, quando comparado com enxertos espessos ou de pele total:
Alternativas

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Tema central: O assunto principal aqui são os enxertos de pele parcial finos – técnica comum em Cirurgia Plástica, especialmente na cobertura de grandes áreas ou situações de limitação de área doadora. É fundamental saber as diferenças entre enxertos finos, espessos e de pele total, suas vantagens, desvantagens e indicações mais adequadas.

Justificativa – Alternativa Correta (A): A alternativa A é a correta porque reflete as três principais características dos enxertos de pele parcial finos:

  • Vantagem: Possibilidade de várias coletas na mesma área - Graças à preservação de parte da derme, a região doadora cicatriza mais rapidamente, permitindo múltiplas coletas no mesmo local se houver necessidade. Isso é vital em pacientes com áreas doadoras restritas.
  • Desvantagem: Maior contração tardia do enxerto – A quantidade limitada de derme residual predispõe o enxerto à retração, o que pode comprometer o resultado funcional e estético, especialmente em áreas articulares ou expostas.
  • Indicação: Leitos receptores menos vascularizados – Devido à sua menor espessura, necessitam de menos vascularização para sobreviver, podendo ser utilizados em áreas onde os enxertos de pele total não pegariam.
Segundo Sabiston – Tratado de Cirurgia (20ª ed.), “enxertos de pele parcial são indicados para grandes áreas, pois permitem colheitas repetidas e têm maior facilidade de integração em áreas com vascularização menos ideal”.

Análise Crítica das Alternativas Incorretas:

  • B: Errada – Não há certeza de ausência de cicatriz na área doadora; além disso, a dor é transitória e menor que em enxertos espessos. Lesões em áreas estéticas preferem pele total.
  • C: Errada – Os enxertos de pele parcial apresentam maior, não menor, contração tardia. Sua pega é mais fácil, não mais difícil.
  • D: Errada – “Excelente qualidade” e “maior risco” não caracterizam enxertos finos. A estabilidade e estética são inferiores aos enxertos espessos, enquanto o risco de infecção não é maior.
  • E: Errada – A expansão é possível e comum no preparo desses enxertos. Reconstruções de mão geralmente demandam enxerto de pele total.

Estratégia para provas: Fique atento a sutilezas das vantagens/desvantagens e escolhas indicativas; normalmente, a alternativa correta traz características opostas entre enxertos finos e espessos, sobretudo em relação à contração, áreas doadoras e vascularização do leito receptor.

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A resposta correta é a alternativa A, pois o enxerto de pele parcial fino apresenta a vantagem de possibilitar várias coletas na mesma área, o que é útil em casos de grandes áreas a serem cobertas, além de ter uma desvantagem que é a maior contração tardia do enxerto. Além disso, a indicação para esse tipo de enxerto é em leitos receptores menos vascularizados, o que significa que será mais difícil a vascularização do enxerto e o sucesso da cirurgia dependerá da técnica do cirurgião. É importante que o aluno entenda que cada tipo de enxerto apresenta vantagens e desvantagens e que a escolha do tipo de enxerto a ser utilizado dependerá da avaliação do cirurgião em relação às necessidades do paciente.

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