No PNCFC, os diversos arranjos constituídos no cotidiano par...
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O tema central da questão gira em torno do entendimento dos arranjos familiares e sociais que sustentam a sobrevivência, o cuidado e a socialização de crianças e adolescentes, conforme mencionado no Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária (PNCFC). Essa compreensão é crucial para os profissionais de serviço social, pois eles frequentemente trabalham na interface entre famílias, comunidades e políticas públicas.
Alternativa correta: C - rede social de apoio
Justificativa: O termo "rede social de apoio" é utilizado para descrever os diversos sistemas e estruturas de suporte que existem no cotidiano para ajudar na sobrevivência, no cuidado e na socialização de crianças e adolescentes. Essas redes incluem não apenas a família, mas também amigos, vizinhos, instituições comunitárias e serviços sociais, que colaboram para garantir o bem-estar dos jovens. O PNCFC enfatiza a importância dessas redes no desenvolvimento integral das crianças e adolescentes.
Análise das alternativas incorretas:
A - comunidade solidária: Embora a comunidade solidária possa fazer parte de uma rede de apoio, o termo não captura a totalidade dos arranjos e estruturas descritas no PNCFC. A "rede social de apoio" é mais abrangente, incluindo múltiplos tipos de interações e suportes.
B - sistema de proteção social: Refere-se a um complexo sistema de políticas públicas e serviços destinados a proteger e promover o bem-estar dos cidadãos, mas não se restringe aos arranjos cotidianos descritos na questão.
D - conjunto protetivo autônomo: Este termo não é comumente utilizado na literatura sobre proteção social e não encontra respaldo no PNCFC para descrever os arranjos cotidianos de apoio às crianças e adolescentes.
E - equipamento social: Refere-se a estruturas físicas, como centros comunitários e serviços de assistência, mas não abrange o conceito mais amplo e dinâmico de uma rede social de apoio.
Para resolver questões como esta, é fundamental focar na terminologia específica utilizada em documentos oficiais e compreender o contexto em que os termos são aplicados. Isso ajuda a evitar armadilhas e a selecionar a resposta mais precisa.
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GABARITO: LETRA C
Aos diversos arranjos constituídos no cotidiano para dar conta da sobrevivência, do cuidado e da socialização de crianças e adolescentes, daremos o nome de “rede social de apoio”, para diferenciá-la de “família” e de “família extensa”. É preciso lembrar, nestes casos, que se as obrigações mútuas construídas por laços simbólicos e afetivos podem ser muito fortes, elas não são necessariamente constantes, não contam com reconhecimento legal e nem pressupõem obrigações legais.
Ainda assim, as “redes sociais de apoio” são uma frente importante para o trabalho com inclusão social da família e com a proteção, defesa e garantia dos direitos das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária. Isto porque os vínculos afetivos e simbólicos podem ser reconhecidos, mobilizados e orientados no sentido de prover apoio às famílias em situação de vulnerabilidade, de prestar cuidados alternativos às crianças e aos adolescentes afastados do convívio com a família de origem, e, finalmente, para tomar decisões relativas à atribuição de guarda legal e adoção. Entretanto, há que se enfatizar que apenas a existência de vínculos sociais e afetivos não é suficiente e as providências necessárias para a regularização da situação da criança e do adolescente, do ponto de vista legal, devem ser tomadas, tendo em vista a prevenção de violência e a garantia de seus direitos de cidadania.
De acordo com Dessen (2000), rede social é um sistema composto por pessoas, funções e situações dentro de um contexto, que oferece apoio instrumental e emocional: ajuda financeira, divisão de responsabilidades, apoio emocional e diversas ações que levam ao sentimento de pertencer ao grupo (Dessen, Maria Auxiliadora e Braz, Marcela Pereira. Rede Social de Apoio Durante Transições Familiares Decorrentes do Nascimento de Filhos. Universidade de Brasília UnB Psic.: Teoria e Pesquisa vol.16, nº. 3 Brasília Set./Dez. 2000).
REFERÊNCIA: www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Plano_Defesa_CriancasAdolescentes%20.pdf
FORÇA, GUERREIROS(AS)!!
Olá!
Gabarito: C
Bons estudos!
-Todo progresso acontece fora da zona de conforto. – Michael John Bobak
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