A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1971 (Le...
I - A polivalência obrigou professores formados em áreas específicas (como Artes Plásticas ou Música) a atuar em todas as linguagens artísticas, resultando frequentemente em uma diminuição qualitativa dos saberes específicos.
II - Os cursos de formação de professores criados para atender à demanda da lei ofereciam formação eminentemente técnica e sem bases conceituais sólidas, contribuindo para o desprestígio e a insegurança docente.
III- A Educação Artística passou a ser valorizada como disciplina central no currículo, com carga horária ampliada e conteúdos claramente definidos por referenciais teóricos nacionais e internacionais.
IV - Durante os anos 70 e 80, o ensino de Arte manteve decisões curriculares baseadas no ideário tradicional (aprendizagem reprodutiva) e escolanovista (fazer expressivo), sem avanços significativos na articulação entre teoria e prática.
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O elemento decisivo era a incompatibilidade da afirmativa III com o quadro histórico da Lei 5.692/71, que introduziu a Educação Artística como atividade educativa, sem centralidade curricular nem ampliação teórica consolidada.
- Em questões sobre a Lei 5.692/71, diferencie inserção curricular de valorização curricular efetiva.
- Se aparecer polivalência docente nesse contexto, o sentido cobrado é atuação em múltiplas linguagens com perda de aprofundamento específico.
- Desconfie de alternativas que atribuam ao período dos anos 70 e 80 articulação teórica robusta e definição clara de conteúdos para a área.
- Quando uma assertiva destoar do quadro histórico central, elimine as alternativas que dependem dela.
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