O tumor orbital maligno mais frequente é(são)
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Tema central: Tumores orbitais malignos – epidemiologia e distinção clínica. Dominar a frequência, quadro clínico e características histológicas dos tumores orbitais é fundamental para médicos neurocirurgiões, especialmente em provas e na prática assistencial.
Alternativa Correta: B) linfoma de células B não-Hodgkin.
Justificativa: O linfoma de células B não-Hodgkin é o tumor maligno mais comum na órbita, especialmente em adultos. Segundo o Manual de Condutas em Oftalmologia do CBO, seção “Tumores Oculares”, lê-se: “Os linfomas orbitais são os tumores malignos mais comuns da órbita em adultos, representando cerca de 55% dos casos. A maioria desses linfomas é do tipo não-Hodgkin de células B.” Além disso, grandes estudos, como o publicado em Ophthalmology, reforçam que os linfomas orbitais – predominantemente não-Hodgkin de células B – lideram as estatísticas de malignidade na região. Reconhecer esse dado epidemiológico é valioso para direcionar diagnóstico e manejo, especialmente diante de lesões orbitais em adultos.
Análise das alternativas incorretas:
A) Gliomas do nervo óptico: Apesar de serem importantes tumores orbitais, apresentam caráter geralmente benigno e predominam na infância – não se enquadram como malignos mais frequentes em adultos.
C) Fibrossarcomas: São neoplasias malignas raras nesta topografia (órbita) e não representam uma frequência significativa em relação aos linfomas.
D) Ependimomas: Originados do sistema nervoso central, rarissimamente acometem a órbita; praticamente ausentes nos principais manuais de tumores orbitais, sendo irrelevantes em prevalência nessa localização.
Dicas de prova e interpretação: Atenção a conceitos como tumor maligno mais frequente e ao contexto adulto versus pediátrico – são pegadinhas comuns! Termos como “glioma” confundem, pois têm alto índice em tumores primários do nervo óptico, mas dificilmente se referem a malignidade em adultos.
Resumo aplicado: Busque sempre relacionar epidemiologia à prática clínica: em adultos, alterações orbitais sugerindo tumor impõem a hipótese de linfoma não-Hodgkin de células B como possibilidade prioritária, como preconizado nas diretrizes brasileiras.
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