Entende-se por efeito de grupo a interação entre as
diversas estacas ou tubulões constituintes de uma fundação,
no processo de transmissão ao terreno das cargas que lhes
são aplicadas. Esta interação acarreta uma superposição de
tensões, de tal sorte que o recalque do grupo resulta, em geral,
diferente daquele do elemento isolado. A carga admissível ou
força resistente de cálculo de um grupo de estacas ou tubulões
não pode ser superior à de uma sapata hipotética definida da
seguinte forma: a sapata teria contorno igual ao do grupo e
estaria apoiada em uma cota superior à da ponta das fundações,
sendo a diferença de cotas igual a “Y” do comprimento de
penetração das fundações na camada de suporte, como
mostrado na figura abaixo. Essas considerações não são válidas
para blocos apoiados em fundações profundas com elementos
inclinados. Atendidas essas condições, o espaçamento mínimo
entre os elementos de fundação deve levar em consideração a
forma de transferência de carga ao solo e o efeito do processo
executivo nos elementos adjacentes. Devem ser feitos o cálculo
e a verificação de recalques, que são mais importantes quando
houver uma camada mais compressível abaixo da camada em
que se apoiam as pontas das estacas ou as bases dos tubulões.
O valor de “Y” mostrado na figura abaixo é igual a:
f = embutimento na camada de suporte Fonte: NBR 6.122/2022 (projeto e execução de fundações).
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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