História Clínica: Paciente do sexo feminino, 63 anos, costur...
Exame Físico: - Paciente apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de (32 kg/metro quadrado). Notam-se nós rígidos e indolores nas articulações interfalangeanas distais (nódulos de Heberden) e interfalangeanas proximais (nódulos de Bouchard) bilateralmente. À palpação dos joelhos, há presença de crepitação articular à flexo-extensão ativa e passiva, sem sinais de calor local ou eritema importante.
Exame Radiográfico (Joelhos): - Estreitamento assimétrico do espaço articular fêmoro-tibial, presença de osteófitos marginais e esclerose do osso subcondral.
Com base no quadro clínico, exame físico e achados radiográficos apresentados, qual é o diagnóstico mais provável para esta paciente?
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O caso reúne dor mecânica crônica, rigidez matinal breve de 15 minutos, nódulos de Heberden e Bouchard, crepitação nos joelhos e radiografia com estreitamento articular assimétrico, osteófitos marginais e esclerose subcondral; esse conjunto é clássico de osteoartrite e sustenta o gabarito A.
- Defina primeiro o padrão da dor: piora com carga e ao fim do dia favorece osteoartrite; quadro inflamatório ativo tende a outro comportamento.
- Use a duração da rigidez matinal como critério de triagem: rigidez breve apoia osteoartrite, enquanto rigidez prolongada sugere artrite inflamatória.
- Nas mãos, Heberden em IFD e Bouchard em IFP apontam para osteoartrite nodal; não confunda com tofos ou com o padrão clássico da artrite reumatoide.
- Na radiografia, a combinação estreitamento assimétrico do espaço articular + osteófitos + esclerose subcondral é o marcador decisivo de osteoartrite.
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