Recém-nascido prematuro com baixo peso ao nascer, submetido...
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: ANVISA. Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA nº 03/2026 - Critérios Diagnósticos das IRAS, Quadro 19 (neonatologia): "Apresenta microrganismo patogênico bacteriano ou fúngico, não incluído na lista de microrganismos comensais, isolado em amostra sanguínea: 1. Identificado a partir de uma ou mais amostras de sangue obtidas em hemocultura [...] Vale reforçar que, caso a hemocultura tenha sido coletada 2 dias antes ou 1 dia depois do teste microbiológico não baseado em cultura, devemos considerar o resultado da hemocultura (padrão ouro) para a vigilância de IPCSL e desconsiderar o resultado do teste microbiológico não baseado em cultura." No caso, o recém-nascido prematuro em UTI, com acesso venoso prolongado e nutrição parenteral, apresenta quadro compatível com infecção primária da corrente sanguínea/sepse neonatal tardia, cuja confirmação é microbiológica por hemocultura.
- Se a pergunta exigir confirmação de infecção primária da corrente sanguínea em neonatologia, procure o exame microbiológico em sangue, não marcadores inespecíficos.
- Quando a fonte oficial qualificar um método como padrão-ouro, ele prevalece sobre testes não baseados em cultura e sobre exames de apoio.
- Sinais respiratórios em quadro séptico neonatal não mudam, por si sós, o critério confirmatório da infecção da corrente sanguínea.
- Hemograma, PCR, procalcitonina e plaquetas reforçam suspeita ou acompanham evolução, mas não suprem o requisito de isolamento do agente em hemocultura.
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