A fratura de Colles é fratura da extremidade distal do rádio...
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: O critério decisivo é biomecânico: na retração da cápsula articular anterior do punho e no encurtamento dos flexores, o movimento oposto fica mais restringido. No caso descrito, isso direciona a resposta para a extensão do punho, conforme a base de decisão médica.
- Quando o enunciado disser qual lado capsular está retraído, procure o movimento oposto a esse lado: é ele que tende a ficar mais limitado.
- Se houver encurtamento muscular, pense primeiro em qual movimento antagonista esse encurtamento passa a bloquear.
- Diferencie limitação do punho de limitação das articulações radioulnares: pronação e supinação não se resolvem pelo mesmo raciocínio da flexão e extensão do punho.
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Na fratura de Colles, o movimento que mais sofre limitação após a imobilização é a extensão do punho
Isso ocorre porque o punho costuma ser imobilizado em flexão palmar e desvio ulnar, favorecendo rigidez e encurtamento das estruturas dorsais, o que dificulta a recuperação da extensão.
A gente lê rápido e pensa em marcar flexão kkk aí le novamente e se toca que é extensão limitada devido a posição de imobilização.
A fratura de Colles é uma fratura comum da extremidade distal do rádio, no punho, caracterizada pelo desvio do fragmento ósseo para trás (direção dorsal) após uma queda com a mão estendida. Causa dor intensa, inchaço e uma deformidade típica "em dorso de garfo".
A maior limitação de movimento na reabilitação da fratura de Colles é a extensão do punho.
Devido ao mecanismo da lesão (queda com a mão espalmada) e ao desvio dorsal do osso, a rigidez nessa posição é a mais comum e difícil de recuperar.
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