De acordo com a FUNASA (1999), em relação à febre amarela u...
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Alternativa correta: D - Observação do aparecimento de macacos mortos sem causa determinada.
Tema central da questão: A questão aborda condições favoráveis à ocorrência de epidemias de febre amarela urbana, conhecimento fundamental em epidemiologia e vigilância em saúde. Entender esses fatores é crucial tanto para a prevenção quanto para o controle de surtos.
Resumo teórico: A febre amarela possui dois ciclos distintos: silvestre (envolvendo macacos e mosquitos do gênero Haemagogus e Sabethes) e urbano (envolvendo o Aedes aegypti como vetor principal). Para haver epidemia urbana, são necessárias algumas condições: alta infestação do vetor; população suscetível (isto é, não vacinada); presença do vírus, geralmente vindo de áreas enzoóticas; e fatores que facilitem o deslocamento do vírus ou das pessoas infectadas até áreas urbanas. (Fonte: Manual de Vigilância Epidemiológica da Febre Amarela/Funasa, 1999; MS, 2017)
Justificativa da alternativa correta: D - Observação do aparecimento de macacos mortos sem causa determinada não constitui, por si só, uma condição favorável para epidemias urbanas. O achado de macacos mortos é um sinal de circulação do vírus em ambiente silvestre — ou seja, serve como alerta epidemiológico para as autoridades de saúde intensificarem ações de controle. No entanto, não favorece a epidemia urbana diretamente, pois não implica, obrigatoriamente, a presença do vetor urbano (Aedes aegypti) ou de pessoas suscetíveis próximas. É um indício, não uma condição.
Análise das alternativas incorretas:
A - Alta infestação por Aedes aegypti (>5%): Esta condição favorece a epidemia, pois aumenta a chance de transmissão do vírus para humanos em ambiente urbano.
B - Pessoas suscetíveis em quantidade suficiente: População sem imunização constitui um ambiente propício à epidemia.
C - Proximidade de foco enzoótico ativo: Se há circulação do vírus próximo à área urbana, o risco de introdução aumenta.
E - Melhoria dos transportes: Facilita o deslocamento de pessoas infectadas ou do vetor para áreas com população suscetível e presença de Aedes, elevando o risco de epidemias urbanas.
Estrategias de interpretação: Fique atento a palavras como “NÃO constitui”. O enunciado pede a exceção; por isso, foque no que não contribui diretamente com a epidemia urbana. O aparecimento de macacos mortos é alerta, mas não condição direta.
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Alternativa correta: D - Observação do aparecimento de macacos mortos sem causa determinada.
Tema central da questão: A questão aborda condições favoráveis à ocorrência de epidemias de febre amarela urbana, conhecimento fundamental em epidemiologia e vigilância em saúde. Entender esses fatores é crucial tanto para a prevenção quanto para o controle de surtos.
Resumo teórico: A febre amarela possui dois ciclos distintos: silvestre (envolvendo macacos e mosquitos do gênero Haemagogus e Sabethes) e urbano (envolvendo o Aedes aegypti como vetor principal). Para haver epidemia urbana, são necessárias algumas condições: alta infestação do vetor; população suscetível (isto é, não vacinada); presença do vírus, geralmente vindo de áreas enzoóticas; e fatores que facilitem o deslocamento do vírus ou das pessoas infectadas até áreas urbanas. (Fonte: Manual de Vigilância Epidemiológica da Febre Amarela/Funasa, 1999; MS, 2017)
Justificativa da alternativa correta: D - Observação do aparecimento de macacos mortos sem causa determinada não constitui, por si só, uma condição favorável para epidemias urbanas. O achado de macacos mortos é um sinal de circulação do vírus em ambiente silvestre — ou seja, serve como alerta epidemiológico para as autoridades de saúde intensificarem ações de controle. No entanto, não favorece a epidemia urbana diretamente, pois não implica, obrigatoriamente, a presença do vetor urbano (Aedes aegypti) ou de pessoas suscetíveis próximas. É um indício, não uma condição.
Análise das alternativas incorretas:
A - Alta infestação por Aedes aegypti (>5%): Esta condição favorece a epidemia, pois aumenta a chance de transmissão do vírus para humanos em ambiente urbano.
B - Pessoas suscetíveis em quantidade suficiente: População sem imunização constitui um ambiente propício à epidemia.
C - Proximidade de foco enzoótico ativo: Se há circulação do vírus próximo à área urbana, o risco de introdução aumenta.
E - Melhoria dos transportes: Facilita o deslocamento de pessoas infectadas ou do vetor para áreas com população suscetível e presença de Aedes, elevando o risco de epidemias urbanas.
Estrategias de interpretação: Fique atento a palavras como “NÃO constitui”. O enunciado pede a exceção; por isso, foque no que não contribui diretamente com a epidemia urbana. O aparecimento de macacos mortos é alerta, mas não condição direta.
D) Observação do aparecimento de macacos mortos sem causa determinada → Esse é um indicador da febre amarela silvestre, não necessariamente urbano. A febre amarela urbana depende do mosquito Aedes aegypti e da introdução do vírus em humanos, não dos macacos mortos.
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