Uma mulher com 35 anos de idade, com asma moderada, é
atendida em pronto atendimento e relata dispneia e sibilos há
1 dia. Refere que, em casa, inalou 2 jatos de salbutamol de
4/4 horas, sem melhora clinicamente relevante. Nega febre,
cefaleia, dor torácica, rinorreia ou gotejamento pós−nasais e
relata tosse seca intermitente. No pronto atendimento, está
inicialmente agitada, frequência cardíaca (FC) = 115 batimentos
por minuto (bpm), pressão arterial (PA) = 140 x 80 mmHg,
frequência respiratória (FR) = 32 incursões respiratórias por
minuto (irpm), sibilos difusos, oximetria de pulso = 91% em
ar ambiente; peak flow < 50% do previsto. Após receber
O2 suplementar 1 L/min, 3 aplicações de 4 jatos de
salbutamol por via inalatória em intervalos de 20 minutos +
prednisona 60 mg por via oral, continua agitada, apresentando
FC = 100 bpm, PA = 120 x 70 mmHg, FR = 28 irpm, e mantendo
sibilos difusos em ambos os hemitórax; oximetria de
pulso = 89% em ar ambiente e 93% com O2, peak flow
mantém−se abaixo de 50%.
O próximo passo adequado à abordagem dessa paciente é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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