Imagine que Paulo tem 70 (setenta) anos, está enfermo
e não tem condições de morar sozinho e de se sustentar.
Pedro, seu único filho e familiar, tem uma vida muito atribulada: divorciado, três filhos e trabalha algumas semanas em São Paulo e outras em Porto Alegre. Visando não
deixar seu pai desamparado, resolveu colocá-lo em uma
entidade de atendimento privada, mas nunca o visitou ou
ligou; apenas paga a mensalidade e as despesas que
lhe são cobradas. No último mês, Paulo apresentou sintomas e hoje foi diagnosticado com tuberculose, além de
estar depressivo, pois não há disponibilidade de praticar
atividades esportivas, culturais e de lazer.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Estatuto da Pessoa Idosa, é correto afirmar que
a entidade de atendimento