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Questões de Concurso Público CAU-SP 2026 para Analista Técnico I – Gestão de Pessoas São Paulo

Foram encontradas 60 questões

Q4258987 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

Diante da constatação da ocorrência de mudanças climáticas, o autor se mostra
Alternativas
Q4258988 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

O autor considera que efeito estufa é um “nome perfeito” (4° parágrafo) em razão
Alternativas
Q4258989 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

Observe os termos em destaque nas seguintes passagens:
E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. (1° parágrafo) E o planeta vai esquentando aos poucos. (4° parágrafo) ... ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. (5° parágrafo)
Os termos destacados expressam no contexto, correta e respectivamente, as noções de
Alternativas
Q4258990 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

Os termos destacados nas passagens – “Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução.” (2° parágrafo) e “... a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada.” (4° parágrafo) têm antônimos, respectivamente, em:
Alternativas
Q4258991 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

A reescrita de passagem do texto que apresenta concordância nominal e verbal de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q4258992 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

Considere a seguinte passagem:
Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada.
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído de acordo com a norma-padrão de emprego do pronome relativo e da preposição.
Alternativas
Q4258993 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

A alternativa que apresenta, nos parênteses, a substituição do trecho destacado em conformidade com a norma- -padrão de emprego do pronome é:
Alternativas
Q4258994 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.


        Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.


        Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.


        Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.


        A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.


(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)

A passagem em que, na reescrita, o emprego dos sinais de pontuação se mostra de acordo com a norma-padrão e com o sentido do texto é:
Alternativas
Q4258995 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

A constatação de que não consegue se lembrar da cor dos olhos da mãe leva a narradora a
Alternativas
Q4258996 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

Ao relatar fatos de sua infância ao lado da mãe, a narradora revela,
Alternativas
Q4258997 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

São sinônimos dos termos destacados nas passagens – “E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo...” e “... sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias.” –, respectivamente:
Alternativas
Q4258998 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

Os termos destacados na passagem – Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. – podem ser substituídos, sem prejuízo ao sentido e respectivamente, por:
Alternativas
Q4258999 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

A passagem caracterizada pelo emprego de palavra(s) em sentido figurado é: 
Alternativas
Q4259000 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

Observe a seguir os trechos em destaque na passagem do 1° parágrafo:
Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali.
A substituição desses trechos atende à norma-padrão de regência e de crase, respectivamente, em:
Alternativas
Q4259001 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?


Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.


Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.


(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

A alternativa em que a colocação do pronome átono está em conformidade com a norma-padrão é:
Alternativas
Q4259002 Matemática
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de uma matéria sobre tecnologia: 

“A computação quântica representa um dos mais significativos avanços tecnológicos das últimas décadas, e mostra sinais significativos da revolução de campos tão diversos quanto a criptografia, a farmacologia e a inteligência artificial (…) Em 2019, a Google anunciou a ‘supremacia quântica’ com seu processador Sycamore, capaz de realizar, em 200 segundos, uma tarefa específica que levaria 10.000 anos para ser realizada por um supercomputador clássico.”

(Disponível em: https://www.defesaemfoco.com.br/a-origem-do-computador- -quantico-uma-jornada-da-teoria-a-pratica/#google_vignette, 24.05.2026. Adaptado)
Para se ter uma noção do quão mais rápido é o computador quântico em relação ao supercomputador clássico, considere T1 o tempo que o processador Sycamore levou para realizar a referida tarefa, e T2 o tempo que um supercomputador clássico levaria para realizá-la, conforme informado no texto base. Expressando T1 e T2 em uma mesma unidade de tempo, e considerando todos os anos como se 365 dias tivessem (dias de 24 horas), o valor k, tal que T2 = k · T1 , é igual a 
Alternativas
Q4259003 Matemática
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de uma matéria sobre tecnologia: 

“A computação quântica representa um dos mais significativos avanços tecnológicos das últimas décadas, e mostra sinais significativos da revolução de campos tão diversos quanto a criptografia, a farmacologia e a inteligência artificial (…) Em 2019, a Google anunciou a ‘supremacia quântica’ com seu processador Sycamore, capaz de realizar, em 200 segundos, uma tarefa específica que levaria 10.000 anos para ser realizada por um supercomputador clássico.”

(Disponível em: https://www.defesaemfoco.com.br/a-origem-do-computador- -quantico-uma-jornada-da-teoria-a-pratica/#google_vignette, 24.05.2026. Adaptado)
Considere uma tarefa que, por um supercomputador clássico, levaria 6.750 anos para ser realizada. Partindo da relação estabelecida no texto entre os tempos de processamento dos dois modelos de computação apresentados, e considerando todos os anos como se 365 dias tivessem (dias de 24 horas), é correto afirmar que essa mesma tarefa seria realizada pelo processador Sycamore em
Alternativas
Q4259004 Matemática
Um concurso público para certo órgão estadual abriu R asc u nho vagas para os cargos A e B. Depois da homologação do concurso, foi publicada a lista de aprovados, com 104 aprovados para o cargo A e 182 aprovados para o cargo B, os quais serão convocados para tomar posse de acordo com os seguintes critérios:
I. em todas as convocações, serão convocados aprovados tanto do cargo A como do cargo B;
II. em todas as convocações, os números de convocados do cargo A serão iguais;
III. em todas as convocações, os números de convocados do cargo B serão iguais;
IV. todos os aprovados serão convocados;
V. número de convocações deve ser o maior possível dentro dessas condições.
Considerando a primeira convocação, o número de convocados do cargo B excede o número de convocados do cargo A em
Alternativas
Q4259005 Matemática
Um par de alianças em ouro foi comprado, há alguns anos, em promoção, por um valor, V1 , 8% menor do que o valor correspondente à quantidade de ouro de que as alianças eram feitas, de acordo com a cotação oficial do ouro na data da compra. Depois de algum tempo, em data na qual o ouro estava 15% mais caro do que na data da compra das alianças, de acordo com a cotação oficial, esse par de alianças foi vendido por um valor, V2 , 10% menor do que o valor oficial correspondente a sua quantidade de ouro na data da venda. A partir dessas informações, é correto concluir que o valor de venda V2 corresponde, do valor de compra V1 , a 
Alternativas
Q4259006 Matemática
Dentro da 1ª Zona Eleitoral de uma cidade, a seção eleitoral A tem 424 eleitores inscritos, e a seção eleitoral B, 530. Na última eleição, alguns eleitores não foram votar. Para a seção A, ao se dividir o número de eleitores que não votaram pelo número total de eleitores inscritos na seção, foi obtido o número racional 0,125. Para a seção B, o número de eleitores que não foram votar naquela eleição foi o mesmo da seção eleitoral A. Qual fração representa o número de eleitores da seção B que não votaram na última eleição em comparação com o número total de eleitores inscritos nessa seção?
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: C
5: A
6: A
7: D
8: C
9: B
10: C
11: A
12: E
13: E
14: B
15: D
16: D
17: C
18: A
19: E
20: C