Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Professor de Educação Básica II - Educação Especial (Deficiência Visual)

Foram encontradas 37 questões

Q3333998 Pedagogia
Amorim e Alves (2008) escrevem que a ausência da visão, por si só, não impõe limitações à possibilidade de estabelecer relações socias e interagir com o mundo, bem como não impossibilita responder aos estímulos do ambiente.

No entanto, na perspectiva das autoras, a falta da visão traz consequências para a criança cega, por exemplo:
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Q3334001 Pedagogia
Para Lima (2018), a deficiência visual abrange dois grupos: cegueira e baixa visão (ou visão subnormal), sendo classificada de acordo com os critérios legal, educacional e leigo. Segundo a autora, em um dos critérios, pode haver um comprometimento do funcionamento visual de ambos os olhos, mesmo após tratamento ou correção com óculos comuns, porém as pessoas com baixa visão têm resíduos visuais em tal quantidade que lhes permite ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos ópticos especiais.

A descrição apresentada refere-se ao critério 
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Q3334002 Pedagogia
Na perspectiva de Omote (2014), a educação representa um duplo caminho no combate às exclusões e desigualdades sociais: a educação inclusiva e a formação das novas gerações. Para o autor, no caminho da educação inclusiva,
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Q3334003 Pedagogia
O Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), diante da perspectiva atual da inclusão escolar de estudantes nas classes comuns da Educação Básica em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem, postula que é preciso levar em consideração as demandas específicas de cada um deles no contexto escolar.

Dessa forma, os conteúdos curriculares devem ser adaptados, considerando as especificidades de cada estudante, respeitando, assim, as
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Q3334004 Pedagogia
Para promover uma educação integral com equidade, o Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), considera que as temáticas, os atendimentos e as modalidades de ensino permeiam os diversos componentes curriculares
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Q3334005 Pedagogia
Domingues (2010) afirma que a alfabetização é um processo complexo e dinâmico que envolve capacidades, conhecimentos e atitudes em uma rede de interações afetivas, sociais, cognitivas, linguísticas e motoras. E, para alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa compreender como se dá o processo de construção de conhecimento por meio da experiência não visual.

Na concepção dessa autora, a melhor forma de alfabetizar crianças, inclusive as com cegueira, é por meio de
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Q3334006 Pedagogia
Leitor de tela que captura toda a informação textual e utiliza o sintetizador de voz para a fala, permite a utilização do Windows, de aplicativos do Office, de programas de comunicação e a navegação na internet de forma que o aluno com deficiência visual poderá ouvir o que está sendo apresentado no momento da sua navegação.

Essa descrição, com base em Lima (2018), refere-se ao
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Q3334014 Pedagogia
De acordo com Amorim e Alves (2008), para o desenvolvimento de uma criança cega, é importante atender a suas necessidades educacionais específicas, como trabalhar os requisitos prévios para aprendizagem em braille. Para essas autoras, são necessários alguns pré- -requisitos, como noções de espaço e tempo; percepção das relações espaciais e noções básicas de tamanho e formas.

Assinale a alternativa relacionada às noções básicas de formas e tamanhos com base nas autoras. 
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Q3334016 Pedagogia
Quanto à importância do Soroban para as pessoas com deficiência visual, com base em Sampaio et al (2010), é correto afirmar que 
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Q3334017 Pedagogia
Matheus, um adolescente de 12 anos de idade, apresenta baixa visão decorrente de restrição do campo visual periférico. Além disso, ele enfrenta dificuldades de coordenação motora, especialmente no braço e na mão direita. Em função do seu campo visual restrito, Matheus poderia se beneficiar de um auxílio óptico para visão de perto, que facilitaria a observação de detalhes e a ampliação de letras. Entretanto, considerando suas limitações motoras, esse recurso óptico deve ser posicionado em um plano inclinado para otimizar seu uso.

Com base na análise das necessidades visuais e motoras de Matheus e em Sampaio et al. (2010), o auxílio óptico para visão de perto mais adequado seria
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Q3334018 Pedagogia
Segundo Sampaio et al (2010), um auxílio não óptico para alunos com baixa visão cuja função é diminuir a luz refletida sobre o papel branco (que pode levar ao ofuscamento), aumentar o contraste da linha a ser lida com o fundo e facilitar a localização e o seguimento é
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Q3334019 Pedagogia
De acordo com Sampaio at al (2010), a iluminação natural é a preferida para a maioria dos alunos com baixa visão, no entanto, em determinados momentos, é necessária uma iluminação controlada. Nesse sentido, é importante considerar que existem alguns tipos de lâmpadas que, por emitirem uma luz de tonalidade azul, oferecem menor contraste e aumentam o ofuscamento, embora não gerem calor, por isso não são adequadas para aqueles que necessitam de alto contraste.

Essa descrição refere-se às lâmpadas
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Q3334020 Pedagogia
Lima (2018) traz exemplos de recursos ópticos eletrônicos e recursos tecnológicos.

Assinale a alternativa que exemplifica um recurso eletrônico para alunos com deficiência visual, com base na autora.
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Q3334021 Pedagogia
Embora o tamanho da fonte e o tipo do lápis ou caneta não sejam parâmetros fixos para os alunos com baixa visão, por conta das especificidades de cada um, Lima (2018) indica que um determinado tamanho de fonte e tipos de lápis e canetas atendem às necessidades visuais da maioria de alunos com baixa visão.

Assinale a alternativa que menciona, correta e respectivamente, o tamanho de fonte e o tipo de lápis ou caneta que atendem à maioria dos alunos com baixa visão, segundo a sugestão da autora.
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Q3334027 Pedagogia
A avaliação de pessoas com deficiência visual pode se dar nos aspectos clínicos, médicos e funcionais.

Pezzuto e Camargo (2012) afirmam que a avaliação funcional dos alunos com deficiência visual está baseada na observação
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Q3334028 Pedagogia
Joana é professora de Educação Especial e atua no atendimento educacional especializado, e Marcia é professora de sala regular do 4° ano de uma escola pública. Ambas conhecem os estágios do coensino segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), de acordo com as quais, em um dos estágios acontece a comunicação mais frequente, abertura para o diálogo, construção de nível de confiança necessário para a colaboração, da forma como Joana e Márcia já têm atuado pelo processo de coensino.

Com base nos componentes do coensino, referenciado pelas autoras, Joana e Marcia atuam no estágio
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Q3334029 Pedagogia
Ao escreverem sobre o coensino e suas possibilidades na prática, Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que implantar o coensino é algo desafiador, mas possível. Ele implica em sair de um modelo de atendimento educacional especializado centrado na criança para um modelo de colaboração.

Na visão das autoras, para o trabalho dos professores em equipe, são requeridas
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Respostas
18: B
19: E
20: B
21: D
22: E
23: A
24: C
25: E
26: B
27: C
28: A
29: E
30: C
31: B
32: C
33: E
34: B