Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Professor de Educação Básica I - QM 2020
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Carneiro (em Delors, 1997) provoca uma reflexão sobre o que entende como o maior desafio do século 21: a “reconstrução das comunidades humanas”.
Nessa reflexão, o autor afirma que a formação de uma personalidade madura resulta tanto do fortalecimento da autonomia pessoal quanto da construção de
Beatriz, professora alfabetizadora, notou que alguns de seus alunos imitam corretamente o gestual da orientação da leitura, levando seus dedos da esquerda para a direita e de cima para baixo. A professora ficou curiosa para descobrir por que algumas crianças sabiam essa informação sobre o ato de ler, enquanto outras tantas ainda não entendiam muito bem o que configurava esse ato. Ao consultar a obra de Ferreiro (2018), Beatriz tomou contato com a explicação da autora sobre o fato de diferenças como esta estarem atreladas às classes sociais.
Se ela compreender corretamente o que Ferreiro (2018) propõe, entenderá que essa distância entre os acertos das crianças quanto à orientação da leitura aumenta quando
Ferreiro (2018) faz alguns alertas a respeito da alfabetização.
Um deles diz respeito à ênfase na reprodução de traçados, pois, segundo a autora, isso
Leia o excerto a seguir:
A pedagogia do oprimido, que busca a restauração da ____________, se apresenta como pedagogia do Homem. Somente ela, que se anima de generosidade autêntica, humanista e não “humanitarista”, pode alcançar este objetivo. Pelo contrário, a pedagogia que, partindo dos interesses egoístas dos opressores, de um egoísmo camuflado de falsa generosidade, faz dos oprimidos _____________, mantém e encarna a própria opressão.
(Paulo Freire, Pedagogia do oprimido, 2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
Para ele, tal vocação implica a possibilidade de, cedo ou tarde, as pessoas perceberem
Kleiman (1995) discute as práticas de alfabetização na escola a partir de dois diferentes modelos de letramento. A autora argumenta a favor de um desses modelos, o qual, segundo ela, leva em conta a pluralidade e a diferença, assumindo que as práticas de letramento são social e culturalmente determinadas e que os significados específicos que a escrita assume para um grupo social dependem dos contextos e das instituições em que ela foi adquirida.
Conforme os termos utilizados pela autora, trata-se do modelo
Ao estudar a obra de Lerner (2001), Ruth se inspirou em uma prática descrita pela autora e elaborou uma proposta para ser desenvolvida com sua turma ao longo do ano letivo, intitulada “A hora das tradições da minha comunidade”. A proposta está sendo planejada pela professora para se repetir de forma sistemática e previsível, semanal ou quinzenalmente. A intenção de práticas como essa, conforme Ruth leu no texto referido, é “oferecer a oportunidade de contato intenso com um tipo de texto específico em cada ano da escolaridade”, sendo particularmente apropriadas para comunicar certos aspectos do comportamento leitor.
Práticas assim descritas são por Lerner (2001) denominadas, especificamente,
Libâneo, Oliveira e Toschi (2012) apresentam princípios práticos que necessariamente devem ser considerados ao se planejar o currículo da escola.
Para os autores, um bom currículo
Nacarato, Mengali e Passos (2019), a partir de Carvalho, discutem as mudanças curriculares no ensino da matemática a partir dos anos 1980.
Especificamente no que diz respeito às séries iniciais do ensino fundamental, as autoras destacam positivamente, entre outros aspectos,
Segundo Nacarato, Mengali e Passos (2019), diferentes autores têm discutido o quanto professores são influenciados por modelos de docentes com os quais conviveram durante a sua trajetória estudantil.
Tendo isso em vista, as autoras afirmam que a formação profissional docente
Danilo é professor de matemática. Em uma reunião pedagógica, ao discutir a dificuldade dos alunos em resolver problemas, ele demonstrou preocupação com a situação e apresentou o seguinte argumento aos colegas de área: “Precisamos partir logo para uma sistematização das técnicas mais eficientes, ensinando aos alunos um uso otimizado do algoritmo mais adequado a cada problema. Se queremos ver resultados e avanços na aprendizagem, é preciso alinhar toda a turma quanto aos modos de resolução”.
Em relação ao que defende a obra de Nacarato, Mengali e Passos (2019), a perspectiva de Danilo é