Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Professor de Educação Básica I - QM 2020
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Leia o excerto a seguir:
Experiência vivida no quotidiano, e assinalada por momentos de intenso esforço de compreensão de dados e de fatos complexos, a educação ao longo de toda a vida é o produto de uma __________________. Se, por um lado, implica a repetição ou imitação de gestos e de práticas, por outro é, também, um processo de apropriação singular e de criação pessoal. Junta o conhecimento não formal ao conhecimento formal, o desenvolvimento de aptidões inatas à aquisição de novas competências. Implica esforço, mas traz também a alegria da descoberta.
(Delors, Educação: um tesouro a descobrir, 1997)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna, conforme o texto.
Leia o excerto a seguir:
Uma reportagem do Correio Braziliense, de 22 de maio de 1988, tem como título “Brasiliense não sabe usar a língua nacional” e, como subtítulo, “Placas comerciais retratam ignorância generalizada sobre regras ortográficas primárias”.
(Magalhães, em Kleiman, 1995)
De acordo com a autora, em sua discussão sobre práticas discursivas de letramento, tais enunciados evidenciam
Leia o excerto a seguir:
_________________, é meu interesse fundamental. Daí advém o rastro do labor infantil. Aí pude encontrar a alma da criança. Em sua materialidade, há um aspecto imaterial que, na verdade, é o cerne – ou melhor dizendo, a carne – desta investigação. Toda gestualidade, todo dizer, toda pausa para um devaneio, é também matéria natural e orgânica dos brinquedos do chão. Há um vasto espectro de gestos e dizeres, de desejos e sonoridades onomatopaicas, de silêncios e modos de estar que aqui são considerados matérias do brincar, constituem patrimônio, elementos que encarnam as vontades do livre sonhar.
(Gandhy Piorski, Brinquedos do chão:
a natureza, o imaginário e o brincar, 2016. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Considere a situação a seguir para responder à questão:
Ao apresentar seu “batismo de fogo”, Weisz (2000) narra algumas situações que afirma terem revelado para ela o abismo que existia entre o desempenho de alguns meninos na escola e o que a vida lá fora exigia deles. Um dos casos é sobre um menino de 12 anos que ganhava a vida fabricando pipas, retido numa classe que só fazia coordenação motora. Diziam que ele não aprendia a ler porque não tinha coordenação motora. Como pode alguém que vive de fabricar pipas não ter coordenação motora? A sensação de que a escola parecia uma armadilha montada para que esses meninos não pudessem se sair bem e a convicção de que esse tipo de situação tinha um papel político muito importante perseguiram a autora durante toda a sua vida profissional.