Questões de Concurso Público Prefeitura de Tremembé - SP 2025 para Assistente Social

Foram encontradas 50 questões

Q3391976 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.

     Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.

    A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.

    O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.

     A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.

    Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.


(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Um dos motivos pelos quais o autor tinha a sensação de que era longo o percurso que costumava fazer até a fazenda da família era o fato de
Alternativas
Q3391977 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.

     Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.

    A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.

    O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.

     A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.

    Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.


(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que a família do autor era
Alternativas
Q3391978 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.

     Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.

    A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.

    O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.

     A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.

    Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.


(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  … nosso julho era sempre na fazenda. (1o parágrafo)
•  … entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal. (4o parágrafo)
•  … deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. (6o parágrafo)

As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de: 
Alternativas
Q3391979 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.

     Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.

    A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.

    O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.

     A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.

    Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.


(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
No trecho “Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado…” (1o parágrafo), as expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
Alternativas
Q3391980 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.

     Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.

    A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.

    O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.

     A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.

    Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.


(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a alteração da posição do pronome em relação ao verbo, indicada entre colchetes, está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3391981 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.

   Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.

     A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.

   Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.

  Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.


(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
A fim de proteger a população dos efeitos das altas temperaturas, prefeituras de grandes cidades brasileiras passaram a adotar medidas como
Alternativas
Q3391982 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.

   Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.

     A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.

   Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.

  Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.


(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  … atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor… (1o parágrafo)
•  … qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena… (3o parágrafo)

Considerando o sentido com que foram empregados nos trechos, os vocábulos destacados têm, respectivamente, como antônimo e sinônimo:
Alternativas
Q3391983 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.

   Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.

     A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.

   Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.

  Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.


(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho há vocábulo empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q3391984 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula e de concordância verbal.
Alternativas
Q3391985 Português
Assinale a alternativa em que se atende à norma-padrão de regência verbal. 
Alternativas
Q3391986 Direito Sanitário
Uma empresa do setor industrial tem registrado um aumento significativo nos casos de doenças ocupacionais entre seus trabalhadores. O sindicato da categoria entrou em contato com os órgãos de saúde para buscar soluções. Com base nessa situação, assinale a alternativa que representa uma atribuição do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme estabelecido pela Constituição Federal Brasileira.
Alternativas
Q3391987 Segurança e Saúde no Trabalho
O SUS deve oferecer serviços de saúde a todos os cidadãos e cidadãs, independentemente de sua condição social ou econômica. O princípio doutrinário que fundamente esse direito é o da
Alternativas
Q3391988 Saúde Pública
Diante da alta taxa de hospitalização por complicações de diabetes e hipertensão em um município de médio porte, o Conselho Municipal de Saúde solicitou à Secretaria de Saúde medidas para fortalecer a Estratégia Saúde da Família (ESF). Considerando os princípios da Atenção Básica no SUS, assinale a alternativa que apresenta a medida correta a ser tomada pela Secretaria.
Alternativas
Q3391989 Saúde Pública
O gestor municipal de saúde de um município com recursos limitados e dificuldades na coleta de dados primários para avaliar a situação epidemiológica local decide conduzir um estudo utilizando dados secundários agregados disponíveis nos registros de órgãos públicos locais. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa que corresponde ao tipo de estudo mais adequado e viável a ser realizado.
Alternativas
Q3391990 Saúde Pública
O conjunto de medidas voltadas para intervir em problemas de saúde provenientes da produção e circulação de bens, da prestação de serviços de interesse público na área da saúde e do meio ambiente, bem como para eliminar, reduzir ou prevenir riscos à saúde, é definido como 
Alternativas
Q3391991 Patologia
Uma prefeitura deseja avaliar o nível de saúde da população do município e, para isso, analisa diferentes indicadores epidemiológicos. O gestor municipal observa que a taxa de mortalidade infantil apresentou uma redução significativa nos últimos cinco anos. Ao mesmo tempo, há um aumento da expectativa de vida ao nascer e uma queda na incidência de doenças evitáveis por vacinação.
Assinale a alternativa que corresponde à interpretação mais adequada sobre a situação da saúde da população desse município.
Alternativas
Q3391992 Saúde Pública
Assinale a alternativa que indica um dos maiores desafios globais enfrentados pelos sistemas de saúde públicos no mundo contemporâneo.
Alternativas
Q3391993 Saúde Pública
O conceito de “atenção primária à saúde como ordenadora da rede” significa que a atenção primária
Alternativas
Q3391994 Saúde Pública
Maria é uma mãe solo que mora em uma região periférica de uma grande cidade. Seu filho de 5 anos está com sintomas de febre alta, tosse persistente e dificuldade para respirar há três dias. Ela tentou agendar uma consulta na UBS mais próxima, mas foi informada de que a próxima vaga disponível é só dali a duas semanas. Para que ela consiga garantir o atendimento imediato do filho, a alternativa mais adequada é
Alternativas
Q3391995 Psicologia
Uma campanha educativa sobre os malefícios do tabagismo, veiculada em diversos meios de comunicação e direcionada à população em geral, pode ser classificada como uma ação de prevenção
Alternativas
Respostas
1: E
2: D
3: A
4: B
5: D
6: C
7: C
8: A
9: E
10: B
11: D
12: B
13: B
14: C
15: E
16: A
17: A
18: C
19: E
20: D