Questões de Concurso Público Prefeitura de Sorocaba - SP 2025 para Professor de Educação Básica II - Inglês

Foram encontradas 14 questões

Q3780792 Pedagogia
Barbosa (2007) discute o surgimento de alterações nas relações entre as culturas escolares, familiares e as culturas de infância.
Uma das mudanças fundamentais, conforme a autora, diz respeito ao fato de que, nas sociedades urbanas contemporâneas,
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Q3780796 Pedagogia
Ao refletir sobre o ler e o escrever na escola, Lerner (2002) propõe uma série de desafios para transformar o ensino.
Um deles, condizente com a perspectiva defendida ao longo de sua obra, é
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Q3780797 Pedagogia
De acordo com Hernández e Ventura (in Hernández; Ventura, 2017), a organização dos projetos de trabalho exige que o professor opere a partir de uma estruturação dos conteúdos escolares caracterizada por ser muito mais
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Q3780798 Pedagogia
Saviani (2024) propõe a superação das pedagogias da essência e da existência a partir de uma pedagogia revolucionária.
Para o autor, a pedagogia revolucionária centra-se
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Q3780799 Pedagogia
De acordo com Santiago (in Veiga, 2011), os desafios da profissionalização e da organização coletiva dos educadores se articulam às pressões por mudanças de nossa época e ao próprio exercício da democracia.
Nesse contexto, os professores precisam
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Q3780801 Pedagogia
De acordo com o documento Marco Referencial da Rede Pública Municipal (Sorocaba, 2017), o que se define pela “capacidade de intervir nos destinos da sociedade que os sujeitos integram em todos os espaços nela ocupados (escola, bairro e cidade), fiscalizando e acompanhando a tomada de decisões, e a execução de ações de corresponsabilidade na construção da sociedade em que se deseja viver”?
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Q3780802 Pedagogia
De acordo com o §1° do art. 2° da Lei n° 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI), a avaliação da deficiência será
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Q3781901 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder as questões:

        A concepção de Kincheloe apoia-se na pedagogia crítica defendida por Freire. Discutindo a concepção bancária de ensino-aprendizagem (que resulta – assim como é o resultado – de um currículo e formação de professor fragmentados), Freire (1970, p. 85) afirma que essa concepção “desenvolve uma ação apassivadora, coincide com o estado de “imersão” da consciência oprimida”.

        Para Freire, não é a oposição de um discurso ao outro que promoverá a transformação social, mas a formação para a conscientização de sua condição subalterna. Em outras palavras: “o empenho (...) está em que os oprimidos tomem consciência de que, pelo fato mesmo de que estão sendo “hospedeiros” dos opressores, como seres duais, não estão podendo ser (1970, p. 86, grifo meu)”.

        Não bastaria, portanto, substituir a linguagem de um grupo social ou político por outro. A formação de professores não poderia ser pautada no ensino (por uns) e apropriação de práticas, técnicas ou mesmo conceitos (por outros). É preciso permitir que as linguagens em conflito possam ser compreendidas pelos agentes que, em última análise, as validam e utilizam – talvez inconscientemente. Caso contrário, estando na Linguística Aplicada, tenho o dever de ressaltar que tais agentes (ex.: os educadores) estariam a serviço da manutenção de uma linguagem cujos objetivos, muitas vezes, desconhecem porque não foram formados para ler nas entrelinhas, a “letra miúda” que traz os “efeitos colaterais”. Ao mesmo tempo, seria obrigada a denunciar que a formação de professores estaria a serviço também da mesma manutenção – “fazendo comunicados” (Freire, 1970), mas não “comunicando”.

(Sueli Salles Fidalgo. Formar professores de línguas para incluir em contextos de diversidade excludente.)
De acordo com a citação de Freire (1970) no texto, o efeito fundamental da concepção bancária de ensino­ -aprendizagem sobre a consciência do oprimido é
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Q3781902 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder as questões:

        A concepção de Kincheloe apoia-se na pedagogia crítica defendida por Freire. Discutindo a concepção bancária de ensino-aprendizagem (que resulta – assim como é o resultado – de um currículo e formação de professor fragmentados), Freire (1970, p. 85) afirma que essa concepção “desenvolve uma ação apassivadora, coincide com o estado de “imersão” da consciência oprimida”.

        Para Freire, não é a oposição de um discurso ao outro que promoverá a transformação social, mas a formação para a conscientização de sua condição subalterna. Em outras palavras: “o empenho (...) está em que os oprimidos tomem consciência de que, pelo fato mesmo de que estão sendo “hospedeiros” dos opressores, como seres duais, não estão podendo ser (1970, p. 86, grifo meu)”.

        Não bastaria, portanto, substituir a linguagem de um grupo social ou político por outro. A formação de professores não poderia ser pautada no ensino (por uns) e apropriação de práticas, técnicas ou mesmo conceitos (por outros). É preciso permitir que as linguagens em conflito possam ser compreendidas pelos agentes que, em última análise, as validam e utilizam – talvez inconscientemente. Caso contrário, estando na Linguística Aplicada, tenho o dever de ressaltar que tais agentes (ex.: os educadores) estariam a serviço da manutenção de uma linguagem cujos objetivos, muitas vezes, desconhecem porque não foram formados para ler nas entrelinhas, a “letra miúda” que traz os “efeitos colaterais”. Ao mesmo tempo, seria obrigada a denunciar que a formação de professores estaria a serviço também da mesma manutenção – “fazendo comunicados” (Freire, 1970), mas não “comunicando”.

(Sueli Salles Fidalgo. Formar professores de línguas para incluir em contextos de diversidade excludente.)
A autora argumenta que a transformação social, na perspectiva freiriana, não se concretiza pela simples substituição de discursos.
Considerando a metáfora dos oprimidos como “hospedeiros” dos opressores, para o movimento de emancipação e para o seu pleno “ser” é essencial
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Q3781903 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder as questões:

        A concepção de Kincheloe apoia-se na pedagogia crítica defendida por Freire. Discutindo a concepção bancária de ensino-aprendizagem (que resulta – assim como é o resultado – de um currículo e formação de professor fragmentados), Freire (1970, p. 85) afirma que essa concepção “desenvolve uma ação apassivadora, coincide com o estado de “imersão” da consciência oprimida”.

        Para Freire, não é a oposição de um discurso ao outro que promoverá a transformação social, mas a formação para a conscientização de sua condição subalterna. Em outras palavras: “o empenho (...) está em que os oprimidos tomem consciência de que, pelo fato mesmo de que estão sendo “hospedeiros” dos opressores, como seres duais, não estão podendo ser (1970, p. 86, grifo meu)”.

        Não bastaria, portanto, substituir a linguagem de um grupo social ou político por outro. A formação de professores não poderia ser pautada no ensino (por uns) e apropriação de práticas, técnicas ou mesmo conceitos (por outros). É preciso permitir que as linguagens em conflito possam ser compreendidas pelos agentes que, em última análise, as validam e utilizam – talvez inconscientemente. Caso contrário, estando na Linguística Aplicada, tenho o dever de ressaltar que tais agentes (ex.: os educadores) estariam a serviço da manutenção de uma linguagem cujos objetivos, muitas vezes, desconhecem porque não foram formados para ler nas entrelinhas, a “letra miúda” que traz os “efeitos colaterais”. Ao mesmo tempo, seria obrigada a denunciar que a formação de professores estaria a serviço também da mesma manutenção – “fazendo comunicados” (Freire, 1970), mas não “comunicando”.

(Sueli Salles Fidalgo. Formar professores de línguas para incluir em contextos de diversidade excludente.)
A autora, situando-se no campo da Linguística Aplicada, impõe o dever de denunciar a formação de professores que não promova a análise crítica das linguagens em conflito.
De acordo com o texto, a implicação mais relevante dessa formação despolitizada para o papel do educador é
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Q3781904 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        […] The action research cycle results show that task design should follow a certain sequence: First, tasks should focus on gaining an understanding of the e-literacy skills required when working with tools such as forums, wikis, and social bookmarking sites for language learning and teaching purposes. Ideally, this understanding should enable teachers to provide a rationale for using bespoke tools. Next, tasks should raise their awareness of a tool’s specific affordances, i.e. the constraints and possibilities of the modes available for meaning making and communication (Hampel & Hauck, 2006). This will allow the teachers to move to the next level of Hampel and Stickler’s (2005) skills pyramid by fostering their multimodal communicative competence and thus their professional literacy (Willis, 2001). These steps are a prerequisite for the subsequent phase in which teachers themselves design tasks with the goal of fostering, in turn, their learners’ multimodal competence and autonomy since merely equipping learners with creative and democratic representational online resources will not necessarily result in higher student control over the learning process or the development of autonomy (Hampel & Hauck, 2006).

(Carolin Fuchs, Andreas Müller-Hartmann, Mirjam Hauck. Promoting learner autonomy through multiliteracy skills development in cross-institutional exchanges. Adaptado)
The text describes a recommended sequence of tasks for teacher training based on action research. What is the central pedagogical assumption underlying this entire sequence?
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Q3781912 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder as questões:

Shifting paradigms in language teaching

        Foreign language teaching has long relied on written texts as a source of language input. Until relatively recently, however, the sentence has been the privileged unit of meaning and analysis. The grammar-translation method of the nineteenth and twentieth centuries, for example, illustrated grammatical principles via exemplary sentences. The pedagogical goal was to recode sentences written in the foreign language into one’s mother tongue, with heavy emphasis placed on accuracy and completeness. During the audiolingual era, from the 1940s to the 1960s, the emphasis shifted to spoken language and dialogues were used as language models, but the individual sentence remained the focus of repetition and drills. Again, formal accuracy remained paramount. In the 1960s, with the advent of ‘cognitive-code learning’ theory (following Chomsky’s rejection of behavioristic models of language learning in the late 1950s), teachers’ goals gradually shifted from instilling accurate language habits, to fostering learners’ mental construction of a second language system. Rule learning was reintroduced, but still only at the level of the individual sentence. Indeed, even today, many introductory level foreign language courses are organized around a planned sequence of grammatical structures that are exemplified in sample sentences for intensive practice.

(Richard Kern. Literacy and language teaching)
How did the pedagogical goal of language teaching evolve with the advent of “cognitive-code learning”?
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Q3781915 Pedagogia

Leia o texto a seguir para responder as questões:


        Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.


(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)

Conforme o texto, a principal limitação da literatura existente sobre o ensino de inglês para alunos surdos é
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Q3781916 Pedagogia

Leia o texto a seguir para responder as questões:


        Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.


(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)

De acordo com o texto, as principais razões pelas quais a literatura sobre o ensino de inglês para surdos carece de precisão nas informações sobre as variáveis centrais são
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Respostas
1: B
2: B
3: C
4: B
5: E
6: C
7: C
8: E
9: C
10: A
11: B
12: E
13: C
14: D