Questões de Concurso Público AresPCJ - SP 2023 para Analista de Fiscalização e Regulação - Área: Engenharia Civil/Sanitária

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Q3554856 Português
Leia o poema para responder à questão. 

Língua 

Esta língua é como um elástico
que espicharam pelo mundo.
No início era tensa, de tão clássica. 

Com o tempo, se foi amaciando,
foi-se tornando romântica,
incorporando os termos nativos
e amolecendo nas folhas de bananeira 
as expressões mais sisudas.

Um elástico que ja não se pode
mais trocar, de tão gasto;
nem se arrebenta mais, de tão forte.

Um elástico assim como é a vida
que nunca volta ao ponto de partida.


(Gilberto Mendonga Teles. Os melhores poemas. Sao Paulo: Global, 2001.)  
É correto afirmar que o eu-lírico, ao comparar a lingua a um elástico, 
Alternativas
Q3554857 Português
Leia o poema para responder à questão. 

Língua 

Esta língua é como um elástico
que espicharam pelo mundo.
No início era tensa, de tão clássica. 

Com o tempo, se foi amaciando,
foi-se tornando romântica,
incorporando os termos nativos
e amolecendo nas folhas de bananeira 
as expressões mais sisudas.

Um elástico que ja não se pode
mais trocar, de tão gasto;
nem se arrebenta mais, de tão forte.

Um elástico assim como é a vida
que nunca volta ao ponto de partida.


(Gilberto Mendonga Teles. Os melhores poemas. Sao Paulo: Global, 2001.)  
A expressão destacada em “nem se arrebenta mais, de tão forte” (3ª estrofe) expressa a ideia de 
Alternativas
Q3554858 Português
Leia o poema para responder à questão. 

Língua 

Esta língua é como um elástico
que espicharam pelo mundo.
No início era tensa, de tão clássica. 

Com o tempo, se foi amaciando,
foi-se tornando romântica,
incorporando os termos nativos
e amolecendo nas folhas de bananeira 
as expressões mais sisudas.

Um elástico que ja não se pode
mais trocar, de tão gasto;
nem se arrebenta mais, de tão forte.

Um elástico assim como é a vida
que nunca volta ao ponto de partida.


(Gilberto Mendonga Teles. Os melhores poemas. Sao Paulo: Global, 2001.)  
A respeito dos elementos linguísticos do poema, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3554859 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
A partir da leitura, é correto afirmar que a autora 
Alternativas
Q3554860 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
Pode-se afirmar corretamente que, ao longo do texto, a autora faz uso
Alternativas
Q3554861 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
Assinale a afirmativa correta acerca da passagem do texto. 
Alternativas
Q3554862 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que o termo em destaque expressa circunstância de modo.  
Alternativas
Q3554863 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a passagem do texto foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego dos pronomes.  
Alternativas
Q3554864 Português
Leia o texto para responder à questão.

Adolescentes vão sonâmbulos para a escola 

    Fim do recesso escolar. À saga começa cedo. Às 5h30/6h toca o despertador. Eles pedem só mais cinco minutos — os mesmos minutos que se transformam em horas e que eles desprezam quando enrolam para dormir à noite. O sonho da manhã é interrompido pelo pesadelo da imagem do inspetor, bem desperto, anotando cada minuto de atraso. O início do dia vira uma correria afobada contra o tempo e o sono. Crianças e adolescentes com sono entram mecanicamente na escola. Sonâmbulos, distantes, sem ânimo, sem forças. Já chegam exaustos, cansados de ter que acordar tão cedo todos os dias para aprender. 
    Paradoxalmente, o resultado dessa inevitável privação do sono é o “não aprender”. Sem um sono minimamente adequado, o bem-estar se desequilibra, o desempenho acadêmico diminui, o humor e o comportamento se alteram e, não poucas vezes, a saúde física e mental fica comprometida. Sobra para os professores, que além de ter que lidar com suas próprias olheiras cansadas, têm que ter a habilidade de ensinar mecânica quântica e teoria dos números para mentes que ainda nem organizaram suas sinapses cerebrais.  
    Se as crianças acordam indispostas, são os pais que dormem irritados, depois de se desdobrarem, em vão, na noite anterior, para fazer os filhos dormirem mais cedo. É uma tarefa inglória, os adolescentes arrumam qualquer pretexto para não sair da cama e se negam a pegar no sono mais cedo. Rebeldia? Não: ciência. A mudança no ritmo circadiano (o relógio-mestre do cérebro) e as alterações hormonais que acontecem na puberdade e na adolescência fazem com que naturalmente o sono venha mais tarde. Por essa razão, é o sistema educacional que tem que se alinhar ao ritmo circadiano dos adolescentes, e não o contrário.

(Becky S. Korich. Folha de S. Paulo. 31 jul. 2023. Adaptado) 
A passagem do texto reescrita em conformidade com a norma-padrão de emprego do sinal indicativo da crase é: 
Alternativas
Q3554865 Português
Está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: B
5: A
6: C
7: C
8: C
9: E
10: E