Os procedimentos terapêuticos e de monitoração invasiva que são oferecidos em UTI não são isentos de risco.
Nos últimos quarenta anos, ficou claro que a mortalidade
dos pacientes atendidos em terapia intensiva diminuiu
drasticamente, mas às custas de um aumento significativo da morbidade. Está claro que alguns pacientes se
beneficiam muito pouco da internação em UTI no que
se refere à sobrevida tardia. De acordo com os critérios
descritos na Resolução CFM nº 2.156/2016, que regulou os critérios de admissão e alta na UTI, os pacientes
descompensados agudamente, mas sem chance de recuperação fisiológica e com limitações aos cuidados oferecidos, que necessitam de monitorização intensiva, são
aqueles designados como prioridade