Questões de Concurso Público Prefeitura de Alumínio - SP 2016 para Professor - Português

Foram encontradas 40 questões

Q2716008 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

De acordo com o texto, as pesquisadoras cujo estudo foi publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”

Alternativas
Q2716243 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

É correto afirmar que o texto

Alternativas
Q2716244 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Considere o trecho em destaque na frase do último parágrafo.


“Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


A reescrita do trecho em destaque mantém o sentido original do texto e está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

Alternativas
Q2716245 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Leia as frases elaboradas a partir do texto.


As pesquisadoras haviam recomendado às crianças do primeiro grupo que traçassem letras de fôrma manualmente.

Todas as crianças foram colocadas em um aparelho de ressonância magnética onde novamente reviram as letras que haviam praticado.


Assinale a alternativa em que os pronomes substituem corretamente os trechos destacados e estão adequadamente colocados nas frases.

Alternativas
Q2716246 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Estudos recentes, __________, mostram as vantagens tanto para crianças quanto para adultos de se usar a escrita à maneira antiga.


De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a lacuna da frase dever ser preenchida por:

Alternativas
Q2716247 Português

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Observe a frase reescrita a partir de trecho do nono parágrafo na qual o verbo anotar foi empregado no futuro do subjuntivo.


Se os alunos anotarem o conteúdo das palestras à mão, poderão reter com mais facilidade os assuntos vistos em aula.


O futuro do subjuntivo também está corretamente empregado na forma verbal destacada na alternativa:

Alternativas
Q2716248 Português

Leia o texto e responda às questões de números 07 e 08.


Registrar o cotidiano, fatos e realizações, sempre __________ parte de nosso instinto. Os primeiros humanos usavam instrumentos __________, secos ou umedecidos em extratos de plantas ou sangue de animais, para pintar geralmente em pedras.

Quanto ao lápis, o modelo mais primitivo vem do século XVI e era constituído de duas pequenas tábuas coladas, que __________ um bastão de grafite no meio. Mas, em 1795, o francês Nicholas Jacques Conté inventou um método para produzir barras de grafite que podiam ter a intensidade de traço e cor __________ pela quantidade de argila usada na composição.


(Maria Carolina Cristianini. Aventuras na História, março de 2008. Adaptado)

Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas por:

Alternativas
Q2716249 Português

Leia o texto e responda às questões de números 07 e 08.


Registrar o cotidiano, fatos e realizações, sempre __________ parte de nosso instinto. Os primeiros humanos usavam instrumentos __________, secos ou umedecidos em extratos de plantas ou sangue de animais, para pintar geralmente em pedras.

Quanto ao lápis, o modelo mais primitivo vem do século XVI e era constituído de duas pequenas tábuas coladas, que __________ um bastão de grafite no meio. Mas, em 1795, o francês Nicholas Jacques Conté inventou um método para produzir barras de grafite que podiam ter a intensidade de traço e cor __________ pela quantidade de argila usada na composição.


(Maria Carolina Cristianini. Aventuras na História, março de 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa corretamente a seguinte frase: A definição da cor e do traço está associada

Alternativas
Q2716250 Português

Para responder às questões de números 09 e 10, leia a tirinha em que aparecem as personagens Honi e seu namorado Lute.


(Hagar, Dick Browne. Folha de S.Paulo, 23.04.2007)

Pelo diálogo entre as personagens, pode-se afirmar corretamente que

Alternativas
Q2716251 Português

Para responder às questões de números 09 e 10, leia a tirinha em que aparecem as personagens Honi e seu namorado Lute.


(Hagar, Dick Browne. Folha de S.Paulo, 23.04.2007)

Assinale a alternativa que contém a afirmação correta a respeito das expressões empregadas pelas personagens.

Alternativas
Q2716272 Português

Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

(www.videos.disney.com.br)

Em relação à conhecida história “A dama e o vagabundo”, o texto 1 tem a clara intenção de

Alternativas
Q2716273 Português

Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

(www.videos.disney.com.br)

Com base em Koch (1997, 2002), a coesão e a coerência no texto 1, considerando-se o primeiro e o terceiro quadrinhos e a conjunção “mas”, fundamenta-se em uma relação de sentido de

Alternativas
Q2716274 Português

Considere os textos 1 e 2 para responder às questões de números 31 a 33.


Texto 1

(Folha de S.Paulo, 26.04.2016)


Texto 2

(www.videos.disney.com.br)

Analisando-se os dois textos, conclui-se que a relação de sentido entre eles está devidamente explicitada na seguinte análise que Marcuschi (2008) faz do fenômeno de linguagem:

Alternativas
Q2716275 Português

[...] os professores que se formam atualmente e que, em seus cursos universitários, entram em contato com as novas propostas científicas, ainda não conseguem consubstanciá-las em instrumental pedagógico efetivo para sua prática de sala de aula. Além disso, embora muitos terminem seu curso universitário dispostos a renovar o ensino de língua, o embate com as estruturas de um sistema educacional obsoleto, pouco flexível e tremendamente burocratizado acaba frustrando muitos desses novos professores.


(M. Bagno; M. Stubbs; G. Gagné.

Língua materna: letramento, variação e ensino, 2002)


De acordo com o autor, os recém-formados professores terminam seus cursos dispostos a renovar o ensino de língua, mas encontram um sistema educacional em que

Alternativas
Q2716276 Português

Leia o poema de Ferreira Gullar.


That is the Question


Dois e dois são quatro.

Nasci cresci

para me converter em retrato?

em fonema? Em morfema?


Aceito

ou detono o poema?


(Ferreira Gullar. Muitas Vozes, 2013)


No poema, o eu lírico questiona

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Q2716277 Português

Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

Levado para sala de aula como objeto de ensino, o texto será corretamente abordado considerando-se que nele predominam as estruturas textuais da

Alternativas
Q2716278 Português

Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

De acordo com os Aspectos Tipológicos de Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), o texto da Folha deve ser estudado sabendo-se que pertence ao seguinte domínio social de comunicação:

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Q2716279 Português

Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

No processo de leitura do texto, os alunos deverão entender que o autor

Alternativas
Q2716280 Português

Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

De acordo com Koch (1997), no título do texto, “a zica” constitui uma

Alternativas
Q2716281 Português

Leia o texto para responder às questões de números 36 a 42.


Corrida contra a zika


O surto de casos de microcefalia associados com o vírus da zika, no Brasil e noutros países, impulsionou um vagalhão de publicações científicas. A associação é nova e extraordinária, e a emergência por ela criada também imprime feições extraordinárias à onda de pesquisas sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a microcefalia como emergência internacional em 1º de fevereiro. Em seu plano de ação, propôs acelerar a publicação de estudos e o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e terapias. Desde então, já editou 15 artigos em seu boletim especial, “Open Zika”.

A celeridade se justifica pelo imperativo de fazer circular mais rapidamente informações que possam ser úteis a outros pesquisadores e a profissionais de saúde no front de tratamento dos afetados.

Para tanto, abre-se mão, temporariamente, da principal salvaguarda da qualidade científica, a revisão por pares (“peer review”).

Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares, não auditados, como “bioRxiv” e “PeerJ Preprints”.

Assim procedem, entre outros, os grupos de Paolo Zanotto, da USP, e de Stevens Rehen, da UFRJ. Eles têm veiculado por esse atalho estudos de grande repercussão, dos efeitos do vírus zika em minicérebros cultivados em laboratório à presença do vírus em saguis e macacos-prego do Ceará.

A pressa, no entanto, não torna obsoleto o controle de qualidade, ainda que a posteriori. A zika engendrou uma situação excepcional, impondo a agilidade na divulgação de resultados. Leigos e especialistas, contudo, não podem perder de vista seu caráter preliminar e a necessidade de tomá-los pelo valor de face apenas depois de submetidos ao teste do tempo.


(Folha de S.Paulo, 13.05.2016. Adaptado)

Com base em Marcuschi (2008) e Koch (1997, 2002), na passagem do 5º parágrafo “Pesquisadores do mundo todo, e notadamente no Brasil, atenderam ao chamado da OMS e vêm publicando seus artigos de modo imediato, sem esperar pela chancela dos pares. Utilizam para isso repositórios eletrônicos de estudos preliminares”, os termos em destaque são exemplos, respectivamente, de coesão

Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: D
4: A
5: E
6: A
7: B
8: D
9: E
10: C
11: B
12: D
13: A
14: C
15: E
16: A
17: C
18: E
19: B
20: D