O Sr. A.R. foi visitado pela Agente Comunitária de Saúde (ACS), que se preocupou com seu
caso e repassou para a equipe, pois foi informada pelos familiares de que o paciente vinha
apresentando febre, fraqueza, emagrecimento e tosse há cerca de três semanas. O paciente de 58
anos de idade, casado, nascido em uma área rural do município, tinha cinco anos de escolaridade e
trabalhava como ajudante de pedreiro. Apesar de ser etilista e hipertenso, tinha muita resistência em
procurar a UBS para acompanhamento clínico. A equipe analisou o caso e, ao final da reunião, o
enfermeiro pediu à ACS que orientasse o paciente a procurá-lo no dia seguinte para uma avaliação.
Durante a consulta de enfermagem, o paciente referiu que a febre era intermitente, vespertina e que
havia perdido cerca de 5kg nas últimas semanas; a tosse era oligoprodutiva, acompanhada de
expectoração clara, sem hemoptise e já durava quase um mês. O paciente havia procurado a Unidade
de Pronto Atendimento na semana anterior, sendo feito diagnóstico de sinusite e medicado com
amoxicilina, sem melhora. Diante do caso, qual deve ser a conduta do enfermeiro?