Questões de Concurso Público Prefeitura de Três Barras - SC 2025 para Assistente Social
Foram encontradas 25 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Seis horas da manhã
Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.
De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.
Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.
Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.
Texto Adaptado
CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025.
Considere as afirmativas a seguir, com base no texto "Seis horas da manhã". Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) O texto apresenta dois planos temporais distintos: o presente da narradora adulta e uma lembrança da infância, articulados por elementos sensoriais e afetivos como o cheiro do café e o reencontro com o boneco Boni.
(__) A estrutura do texto evidencia uma ruptura da linearidade cronológica, pois o episódio inicial da infância é revelado como um sonho, interrompido pela realidade apressada da vida adulta.
(__) O final do texto, ao revelar que "o relógio marca seis da manhã outra vez", indica que a narradora retomou a rotina do dia anterior, o que caracteriza um ciclo temporal contínuo e objetivo.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Seis horas da manhã
Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.
De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.
Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.
Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.
Texto Adaptado
CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025.
Com base no texto "Seis horas da manhã", analise as afirmativas abaixo, que tratam das marcas de textualidade: coesão, coerência e intertextualidade.
I. A coesão textual é assegurada por mecanismos como a retomada de referentes (ex.: "aquele mesmo bichinho", "o som do alarme invade tudo outra vez"), o uso de conectores temporais e a reiteração lexical, que constroem continuidade temática entre infância e vida adulta.
II. A coerência do texto é garantida pela progressão temática e pela relação lógica entre os eventos da infância e da vida adulta, que se articulam por meio de elementos simbólicos e afetivos recorrentes ao longo da narrativa.
III. A intertextualidade está presente de forma implícita, por meio da evocação de elementos simbólicos (como o brinquedo Boni e o cheiro do café) que dialogam com representações culturais da infância, da memória afetiva e da passagem do tempo.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Seis horas da manhã
Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.
De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.
Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.
Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.
Texto Adaptado
CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Seis horas da manhã
Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.
De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.
Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.
Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.
Texto Adaptado
CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Seis horas da manhã
Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.
De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.
Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.
Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.
Texto Adaptado
CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025.
A prefeitura de Vila Esperança divulgou um gráfico com o número de veículos elétricos registrados nos últimos quatro anos.

Com base nesses dados, analise as afirmativas:
I. O aumento entre 2021 e 2022 foi de 50%.
II. Entre 2022 e 2023 houve queda de aproximadamente 33%.
III. O aumento entre 2023 e 2024 foi superior a 48%.
IV. O total de veículos elétricos registrados no período foi superior a 850.
Está CORRETO o que se afirma em:
O planejamento e a gestão no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) envolvem instrumentos específicos de gestão orçamentária e participação. Sobre a gestão do SUAS, registrada na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS − Lei nº 8.742/1993), registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O cofinanciamento tripartite (União, Estados e Municípios) é uma diretriz do SUAS, onde todos os entes federados devem alocar recursos.
(__) O Plano de Assistência Social (Municipal ou Estadual) é um documento de planejamento opcional para os municípios que desejam aderir ao SUAS.
(__) Os Fundos de Assistência Social (Nacional, Estaduais e Municipais) são os instrumentos de gestão orçamentária onde os recursos da política devem ser depositados e gerenciados.
(__) A gestão do SUAS deve ser democrática, submetendo-se à fiscalização e deliberação do respectivo Conselho de Assistência Social.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
O planejamento social é um processo metodológico essencial na gestão de serviços. Acerca das etapas do ciclo de planejamento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O Diagnóstico Social é a etapa inicial que subsidia a elaboração do plano, identificando demandas, recursos e a correlação de forças no território.
(__) A Execução é a etapa final, onde se mede o impacto do projeto na realidade social após seu término completo.
(__) O Monitoramento ocorre durante a execução, permitindo o acompanhamento das metas e a correção de rotas em tempo hábil.
(__) A Avaliação foca apenas nos custos financeiros (Eficiência), desconsiderando o alcance dos objetivos (Eficácia).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: