Questões de Concurso Público UFU-MG 2023 para Técnico em Contabilidade

Foram encontradas 40 questões

Q3689630 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Nesse fragmento textual, o autor defende a ideia de que os planos feitos para o Brasil 
Alternativas
Q3689631 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Assinale a alternativa que NÃO se constitui argumento para a defesa da tese apresentada no texto.
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Q3689632 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função
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Q3689633 Português
        A série documental “Todos Os Olhos Em Mim”, produzida por Kalifa LXXI junto com apoio do Instituto FALA!, lança luz sobre a influência profunda dos circuitos de rimas improvisadas e da cultura hip hop na vida dos jovens negros e periféricos de Salvador, a cidade com a maior concentração negra fora da África.

        A série revela a realidade dessa juventude, que, embora seja uma força cultural poderosa, ainda enfrenta graves desafios relacionados ao racismo e à violência estatal que gera apagamento das suas subjetividades. [...]

        Do surgimento de nomes como Baco Exú do Blues à influência direta da DJ Nai Kiese na cena da discotecagem soteropolitana, a série documental visa mostrar como os circuitos de oralidades improvisadas contribuem para a ascensão de novos nomes no cenário musical, assim como desenvolve o letramento social, construindo microrrevoluções na estrutura da sociedade, estimulando a reverberação da criatividade e diversidade de corpos e vozes às margens capazes de criar novas rotas de emancipação e protagonismo. [...]

        No primeiro episódio, intitulado “O Nascimento do Circuito – Rimas Como Alforria”, os espectadores são conduzidos ao universo do Circuito de Oralidade Urbana – o 3º Round – o catalisador desse movimento na Bahia. [...] No segundo episódio, a série adentra o mundo do protagonismo negro e periférico, destacando os desafios enfrentados devido ao embranquecimento do hip hop e à apropriação cultural. [...] No terceiro episódio, a série explora o legado deixado pelo 3º Round, um movimento afrocultural que promove a diversidade de corpos e rostos no cenário das rimas improvisadas na Bahia. [...] No último episódio, “Sementes e Frutos”, a série mergulha nas raízes profundas da cultura hip hop em Salvador e mostra como essas sementes cresceram e floresceram nas batalhas de MCs. Os espectadores descobrirão como essas batalhas se tornaram uma estratégia poderosa para a visibilidade dos artistas periféricos e como o 3º Round moldou um DNA de superação e abriu caminhos para futuras gerações. Este episódio encerra a série com uma reflexão sobre o legado deixado para as gerações futuras.

        “Todos Os Olhos Em Mim” é uma série que não apenas narra a história do hip hop em Salvador, mas também celebra a resiliência, a criatividade e o poder de transformação dessa comunidade.

Disponível em: https://ponte.org/. Acesso em 14 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Esse texto tem por objetivo primordial apresentar
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Q3689634 Português

Leia o texto seguinte e responda a questão.



        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.


        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.


         Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]

No texto, o termo “sertão” só NÃO foi referenciado por
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Q3689635 Português

Leia o texto seguinte e responda a questão.



        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.


        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.


         Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]

Conforme o texto, a expressão “A palavra não ganhou raiz” indica que a palavra
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Q3689636 Português

Leia o texto seguinte e responda a questão.



        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.


        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.


         Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]

O fragmento de texto evidencia uso de linguagem
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Q3689637 Português
        ______________ a internet tenha possibilitado que as pessoas seguissem suas atividades e interagissem umas com as outras, essa imersão profunda no mundo digital gerou consequências irreversíveis para a sociedade. Estar o tempo todo conectado com o mundo digital provocou um cansaço excessivo e, com isso, uma série de distúrbios de saúde, como sedentarismo, miopia, transtorno de desvio de atenção, depressão, dismorfia corporal e ansiedade.
        ______________, esse contato constante com as redes sociais promove cada vez mais a “sociedade do igual” que tenta se homogeneizar, seja pela comparação nas mídias, seja pela tentativa (bem sucedida) capitalista de vender sempre os mesmos produtos.
Disponível em: https://jornalistaslivres.org/. Acesso em 03 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Conforme a leitura do texto, os operadores discursivos que completarão corretamente os tracejados apresentam, respectivamente, sentido 
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Q3689638 Português
9.jpg (570×183)
Disponível em: https://www.malvados.com.br/tirinha1712.jpg. Acesso em 12 set. 2023.
Em geral, a tira apresenta uma sequência de quadrinhos cujo objetivo é o humor, provocado pela quebra de expectativa. Nessa tira, a quebra de expectativa acontece por meio de um(a)
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Q3689639 Português
Fim

Este texto tem por fim discorrer sobre os usos da palavra “fim”. Busquei a palavra no dicionário a fim de defini-la melhor.

O fim pode ser um limite no tempo, como o “fim do mundo”, o dia em que o mundo deixará de existir (Ailton Krenak tem ideias para adiá-lo). Ou um limite no espaço, como o “fim de mundo”, que é um lugar isolado, o cafundó.

“Fim” também é sinônimo de ruína e morte. “Dar fim” a alguma coisa é acabar com ela, fazê-la sumir. Daquilo que desapareceu, perguntamos “que fim levou?”.

Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/. Acesso em: 06 set. 2023.
De acordo com a leitura, esse texto utiliza a
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Q3689640 Arquitetura de Computadores
As unidades de entrada e/ou saída, I/O, são responsáveis pela comunicação do computador com seu ambiente externo e permitem que dados e programas sejam fornecidos ao computador como também que informações processadas ou armazenadas em um computador sejam disponibilizadas. Considerando as unidades e dispositivos de entrada/saída, analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA.
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Q3689641 Redes de Computadores
De maneira geral, a Internet é um conjunto de redes interligadas mundialmente, em que computadores são endereçados e se comunicam seguindo diferentes protocolos de aplicação usados sobre TCP/IP para a comunicação dos usuários. O www (World Wide Web) é uma dessas aplicações. Considerando os diferentes recursos, serviços e protocolos utilizados na Internet, analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA.
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Q3689642 Noções de Informática
O uso do sumário fornece aos leitores uma visão geral das informações contidas em um documento e os ajudam a localizar tópicos dentro do texto. O Microsoft Word 2013 é um dos editores de texto que disponibiliza recursos para realizar boas formatações de documentos e possibilita a inclusão de sumários de forma automática. Considerando a versão do Microsoft Word 2013, analise as afirmativas abaixo sobre sumário.
I. É possível criar um sumário quando se utilizam parágrafos do documento com a formatação de estilos de título padrão, tais como o estilo “Título 1“ e “Título 2”.
II. Para gerar um sumário automático no documento, é necessário inserir referências cruzadas no texto, que incluem um hiperlink para parágrafo ou tópico desejado.
III. A galeria Sumário está disponível na guia “Referências” do Word. Acessando o controle de Sumário e clicando em “Sumário automático 1”, o sumário será inserido no documento.
IV. A galeria Sumário está disponível na guia “Inserir” do Word. Acessando o controle de Sumário e clicando em “Sumário automático”, o sumário será inserido no documento.
Assinale a alternativa que apresenta apenas itens corretos.
Alternativas
Q3689643 Noções de Informática
A maioria dos aplicativos de e-mail, como o Outlook, pode configurar automaticamente as configurações de servidor de e-mail. Considerando o uso do Microsoft Outlook 2013 e o uso de protocolos e servidores no serviço de e-mail, analise as afirmativas abaixo.
I. Pode-se criar regras que informem ao Outlook como lidar com mensagens de e-mail recebidas. Com esse recurso, é possível filtrar mensagens que possuam determinada palavra-chave no assunto ou no corpo do e-mail para serem excluídas automaticamente.
II. O POP3 é um protocolo, utilizado pelos serviços de correio eletrônico, que originalmente fazia uso da porta 25 e atualmente faz uso da porta 587 para transmissões de e-mails criptografados.
III. O IMAP e SMTP são dois métodos para receber e-mail, no entanto, com o uso do método SMTP, o usuário pode consultar seus e-mails, de vários dispositivos diferentes.
IV. A utilização do S/MIME permite criptografar e assinar digitalmente uma mensagem de e-mail que poderá ser aberta somente pelos destinatários que possuírem a chave correta.
Assinale a alternativa que apresenta apenas itens corretos 
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Q3689644 Noções de Informática
Os computadores são uma parte essencial do nosso cotidiano, sendo eles equipamentos utilizados para armazenar informações pessoais e profissionais. Para proteger a integridade dessas informações e sua privacidade, é importante controlar quem pode acessar o computador. Considerando o gerenciamento de contas de usuário do Microsoft Windows 10, é correto afirmar que
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Q3689645 Direito Administrativo
No âmbito da Administração Pública Federal, as decisões administrativas que exijam a participação de 3 (três) ou mais setores, órgãos ou entidades poderão ser tomadas mediante decisão coordenada. De acordo com a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, considere as disposições abaixo.
I. A conclusão dos trabalhos da decisão coordenada será consolidada em ata, ficando cada órgão ou entidade participante dispensado da elaboração de documento específico sobre o tema atinente à respectiva competência.
II. O eventual dissenso na solução do objeto da decisão coordenada deverá ser manifestado durante as reuniões, de forma fundamentada, podendo ser arguida matéria estranha ao objeto da convocação.
III. A decisão coordenada obedecerá aos princípios da legalidade, da eficiência e da transparência, com utilização, sempre que necessário, da simplificação do procedimento e da concentração das instâncias decisórias.
IV. A participação na reunião, que poderá incluir direito a voz, será deferida por decisão irrecorrível da autoridade responsável pela convocação da decisão coordenada.
Assinale a alternativa composta apenas por disposições INCORRETAS, de acordo com a referida norma.
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Q3689646 Direito Administrativo
A Lei nº 8.429/1992 dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa. Acerca das penas, assinale a alternativa que NÃO esteja de acordo com a norma.
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Q3689647 Direito Administrativo
Submetem-se ao regime jurídico instituído pela Lei 8.112 de 1.990, na qualidade de servidores públicos, os servidores dos Poderes da União, dos ex-territórios, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas, exceto os contratados por prazo determinado, cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação. Sobre disposições transitórias e finais do regime jurídico instituído por essa lei, considere os itens abaixo.
I. Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído pela Lei 8.112 de 1.990 ficam transformados em cargos, na data de sua publicação.
II. As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam extintas na data da vigência dessa Lei.
III. As Funções de Assessoramento Superior (FAS), exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal, ficam mantidas na data da vigência dessa Lei.
IV. O regime jurídico dessa Lei é extensivo aos serventuários da Justiça, remunerados com recursos da União, no que couber.
Assinale a única alternativa composta por disposições corretas, de acordo com a referida norma. 
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Q3689648 Ética na Administração Pública
O Decreto nº 1.171 de 22 de junho de 1994 aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Acerca das Comissões de Ética, assinale a alternativa que NÃO esteja de acordo com a norma.
Alternativas
Q3689649 Direito Administrativo
A Lei 8.112 de 1.990 dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. Sobre o Auxílio-Moradia, considere as disposições abaixo.
I. Consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira, no prazo de até dois meses após a comprovação da despesa pelo servidor.
II. Não será concedido caso o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário, promitente comprador, cessionário ou promitente cessionário de imóvel no município aonde for exercer o cargo, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção, nos doze meses que antecederem a sua nomeação.
III. O valor mensal é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão, função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado. IV. Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada, fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1.800,00 (mil e oitocentos reais).
Assinale a alternativa composta apenas por disposições corretas, de acordo com a referida norma.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: C
4: D
5: A
6: A
7: D
8: C
9: D
10: D
11: A
12: C
13: A
14: C
15: D
16: B
17: C
18: A
19: B
20: D