Questões de Concurso Público Prefeitura de Feira Nova - PE 2021 para Agente de Combate às Endemias

Foram encontradas 40 questões

Q4317451 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Gêneros textuais e gêneros literários diferem em vários aspectos que envolvem a morfossintaxe e a semântica. Quanto a esses aspectos, existe uma única resposta correta, assinale-a.
Em todas as alternativas existem falhas quanto à análise do texto 1, identifique a única que se encontra correta. 
Alternativas
Q4317452 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Analise os itens abaixo quanto à compreensão textual para poder identificar a única alternativa correta.

I. Paulo Guedes conseguiu aumentar a taxa referente a bebidas alcoólicas e cigarros além de outros produtos considerados maléficos para a saúde. II. Apenas se ouviu, em Davos, a voz de Paulo Guedes como defensor do aumento de taxação a tais produtos. III. A classe médica defende a taxação devido ao comprovado aumento de doenças cardíacas e câncer devido à ingestão, ao uso daqueles produtos. IV. A possibilidade de aumentar o índice de contravenções penais por causa do comércio clandestino de cigarros é o principal argumento para a não taxação destes.
Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Q4317453 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Um texto pode apresentar várias funções de linguagem. Nos excertos, em análise, quanto a tal aspecto ponha V para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.
( ) A função de linguagem predominante é a cognitiva. ( ) No primeiro parágrafo, há exemplo de função metalinguística. ( ) A intenção, de convencer, presente no texto, é indicativa de função conativa. ( ) O objetivo de fornecer informações precisas é uma característica para haver predominância da função apelativa.
Alternativas
Q4317454 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:


“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”


Quanto à construção textual e organização das ideias do respectivo parágrafo existe somente uma alternativa correta, identifique-a.

Alternativas
Q4317455 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:


“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”


Quanto ao período em enfoque, analise os itens abaixo:


I. Os “quês” destacados são formas pronominais substantivas, com idêntica classificação sintática.

II. Caso o “mas” fosse substituído por “entretanto”, o valor semântico não seria alterado.

III. Todos os predicados são classificados como verbais.

IV. No segundo período, o predicado inicial possui sujeito indeterminado.


Estão corretos:

Alternativas
Q4317456 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:


“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”


Enumere a coluna da direita de acordo com o valor sintático dos vocábulos postos à esquerda:


(1) O debate 

(2) Paulo Guedes

(3) bebidas alcoólicas

(4) defensor da ideia


( ) sujeito agente

( ) aposto

( ) predic. do sujeito

( ) adjunto adverbial

( ) sujeito paciente


A numeração correta de cima para baixo se encontra na alternativa 

Alternativas
Q4317457 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


Em relação aos excertos, identifique a única alternativa correta quanto ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q4317458 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


“No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão  relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”"
Para responder a esta questão, observe o parágrafo acima:

I.Existe relação de causa e consequência na abertura do parágrafo em enfoque. II. Encontra-se uma falha no emprego de “estão associados” porque deveria estar redigido “associadas”, concordando com doenças. III. O sujeito de “cruzou”, simples e paciente, é a palavra “estudo “, sendo “epidemiologista”, o agente da passiva. IV. As aspas empregadas são justificadas por ênfase e por cercar citação de alguém. V. Palavras se encontram colocadas em ordem direta e indireta.
Encontram-se corretas apenas as assertivas:      
Alternativas
Q4317459 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


“A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força” 
Quanto ao parágrafo explicitado, a única afirmativa correta se encontra na alternativa
 
Alternativas
Q4317460 Não definido

Texto 1


Pedágio da felicidade


Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.

[...]

No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.

[...]

Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.

 [...]

A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.

[…]

No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.

[…]


ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael

(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)


“ Em …mal à saúde…” o acento grave indicativo de crase está colocado de acordo com a variedade formal da língua. Verifique, nas alternativas abaixo, aquela(s) cuja(s) norma(s) sintática(s) foi(ram) respeitada(s) quanto ao mesmo emprego, marcando com V, as verdadeiras e com F, as falsas.
( ) O exercício foi entregue aos alunos à muitos dias. ( ) A realização do Congresso sobre endemias será de 7 à 10 de abril. ( ) Todas as pessoas do recinto responderam à uma : “Cremos em Deus!”. ( ) Fizemos um belo passeio, pelo Carnaval, à granja de uns amigos nossos. ( ) Você se refere àquela bela música que foi gravada por Mireille Mathieu? 
Alternativas
Q4317461 Não definido

Mal Secreto

Raimundo Correa 


Se a cólera que espuma, a dor que mora

N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;

…………………………………………

Mal Discreto

Bastos Tigre


Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.

E os vários males desta mesma classe,

Tudo o que punge a tísica algibeira,

Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;

…………………………………………. 


Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.

Quanto aos aspectos textuais, a única resposta correta se encontra na alternativa: 
Alternativas
Q4317462 Não definido

Mal Secreto

Raimundo Correa 


Se a cólera que espuma, a dor que mora

N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;

…………………………………………

Mal Discreto

Bastos Tigre


Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.

E os vários males desta mesma classe,

Tudo o que punge a tísica algibeira,

Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;

…………………………………………. 


Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.

Analise o valor morfossintático e semântico dos “SES” destacados nas estrofes acima para poder idenficar as assertivas que possuem idêntico valor.
I. Vocês, com certeza, sairão vitoriosos, se tiverem investido em conhecimentos anteriores, sabiamente adquiridos. II. Não sabemos se o dia de amanhã virá, pois ele é uma incógnita, daí deveríamos sempre buscar somente o hoje, presente divino. III. Todos os seres humanos, se quisessem, poderiam ter uma vivência mais sadia, buscando serem mais empáticos. IV. Precisa-se de paz no mundo, todos são unânimes em falar isso, no entanto, poucos procuram olhar o outro, uma vez que continuam estáticos.
São elas: 
Alternativas
Q4317463 Não definido

Mal Secreto

Raimundo Correa 


Se a cólera que espuma, a dor que mora

N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;

…………………………………………

Mal Discreto

Bastos Tigre


Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.

E os vários males desta mesma classe,

Tudo o que punge a tísica algibeira,

Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;

…………………………………………. 


Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.

Os vocábulos “MAL” e “MAU” devem ser colocados, nas lacunas, nesta mesma ordem. Assim, a única alternativa correta é:
Alternativas
Q4317464 Não definido
O texto acima é pertinente a um gênero 
Alternativas
Q4317465 Não definido
Examine a tirinha quanto aos aspectos gramaticais em geral a fim de poder responder corretamente a esta questão.
I.A função de linguagem predominante é a fática. II. Um sentido polissêmico se encontra no emprego da palavra “paciente”. III. Na primeira fala, percebe-se um erro devido ao emprego de “a” quando deveria ser “há”. IV. Não existe falha gramatical na tirinha. V. “Por isso” é um termo conclusivo.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q4317566 Não definido

A Reforma Sanitária teve como marco institucional a 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986 e oficializada pela Constituição de 1988 com a criação do Sistema Nacional de Saúde e vários princípios e diretrizes regem o SUS.


Baseado nessa Lei responda a questão.

Dentre os princípios e diretrizes do SUS, qual das afirmativas abaixo está incorreta:
Alternativas
Q4317567 Não definido

A Reforma Sanitária teve como marco institucional a 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986 e oficializada pela Constituição de 1988 com a criação do Sistema Nacional de Saúde e vários princípios e diretrizes regem o SUS.


Baseado nessa Lei responda a questão.

Analise as seguintes afirmativas referente ao SUS:
I. Constituição Federal de 1988 afirma que a saúde é um direito de todos contribuintes do INSS e deve ser garantido pelo do Estado concedendo benefícios aos seus contribuintes em caso de doença, invalidez, morte. II. É permitido ao SUS destinar recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. III. Ao SUS compete executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador. IV. O SUS deve colaborar na proteção do meio ambiente. V. Ao SUS compete controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde.
Estão corretos os itens:
Alternativas
Q4317568 Não definido
Lei nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018 dispõe sobre a reformulação das atribuições, à jornada e às condições de trabalho, o grau de formação profissional, os cursos de formação técnica e continuada e a indenização de transporte dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias.


Em relação ao Agente de Combate às Endemias e baseado nessa Lei acima, responda a questão.
São atividades que não competem ao Agente de Combate às Endemias:
Alternativas
Q4317569 Não definido
Lei nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018 dispõe sobre a reformulação das atribuições, à jornada e às condições de trabalho, o grau de formação profissional, os cursos de formação técnica e continuada e a indenização de transporte dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias.


Em relação ao Agente de Combate às Endemias e baseado nessa Lei acima, responda a questão.
Das assertivas abaixo, identifique a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q4317570 Não definido
Lei nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018 dispõe sobre a reformulação das atribuições, à jornada e às condições de trabalho, o grau de formação profissional, os cursos de formação técnica e continuada e a indenização de transporte dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias.


Em relação ao Agente de Combate às Endemias e baseado nessa Lei acima, responda a questão.
O Agente de Combate às Endemias pode realizar algumas atividades, desde que assistido por profissional de nível superior. Das atividades abaixo, indique qual não é de sua competência: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: E
4: B
5: D
6: E
7: A
8: C
9: A
10: B
11: B
12: D
13: A
14: D
15: E
16: B
17: B
18: B
19: C
20: A