Questões de Concurso Público Prefeitura de Barra do Garças - MT 2026 para Biomédico com Habilitação em Citologia - SMS

Foram encontradas 30 questões

Q4310543 Português

Leia o texto a seguir.


Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


    O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


    Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


    Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


    Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem sabe-usar.html>  . Acesso em 23/07/2026


O ponto principal defendido pelo autor pode ser sintetizado na ideia de que o(a):
Alternativas
Q4310544 Português

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Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


    O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


    Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


    Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


    Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem sabe-usar.html>  . Acesso em 23/07/2026


Ao afirmar que "toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo" (3º parágrafo), o autor leva o leitor a concluir que:
Alternativas
Q4310545 Português

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Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


    O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


    Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


    Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


    Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem sabe-usar.html>  . Acesso em 23/07/2026


No trecho "O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece" (3º parágrafo), do ponto de vista morfológico, os elementos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q4310546 Português

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Todo mundo quer, quase ninguém sabe usar


Diego Teixeira


    O maior obstáculo da inteligência artificial na pequena empresa brasileira não é dinheiro nem tecnologia. É entendimento.


    Todo empresário brasileiro já ouviu falar em inteligência artifi cial. O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso. É saber o que fazer com ela. Uma pesquisa da Serasa Experian, divulgada neste mês de julho, ouviu mais de 1.500 pequenas e médias empresas em todo o país e encontrou um retrato revelador: quase seis em cada dez empresários que usam ou pretendem usar inteligência artificial apontam o ganho de produtividade como principal benefício. Ao mesmo tempo, mais de 40% admitem que a maior barreira é uma só. Não sabem o que existe, nem por onde começar.


    Repare no que esse dado diz. A barreira não é preço, não é infraestrutura, não é resistência à tecnologia, é desconhecimento! O desejo já venceu, o que falta é repertório e o problema é maior do que parece: segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, menos da metade dos brasileiros tem domínio médio ou alto de tarefas digitais complexas, categoria que inclui justamente o uso de inteligência artificial. Toda revolução tecnológica cria uma nova forma de analfabetismo. A desta década, pode ser o não saber conversar com uma inteligência artificial.


    Esse desconhecimento tem rosto conhecido. O dono de uma pequena empresa ouve falar de IA e imagina robôs, servidores, consultorias caras, algo reservado às grandes corporações. Não percebe que a mesma tecnologia já está no aplicativo de mensagens que ele usa todos os dias. Redigir uma proposta comercial, responder clientes fora do horário, resumir contratos, organizar o fluxo de caixa, preparar uma apresentação: tarefas que a IA executa em segundos, por uma assinatura mensal que custa menos que um almoço executivo. A tecnologia deixou de ser privilégio, mas agora o diferencial agora é saber usá-la! [...]


Fonte: <https://www.jb.com.br/brasil/opiniao-artigos/2026/07/1060329-todo-mundo-quer-quase-ninguem sabe-usar.html>  . Acesso em 23/07/2026


“O curioso é que o maior obstáculo para usá-la não é dinheiro, tecnologia nem acesso” (2º parágrafo). Em termos sintáticos, a oração em destaque classifi ca-se como:
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Q4310547 Matemática
Considere a dízima periódica 1,222... e o número decimal exato 0,05. O resultado da operação de divisão do primeiro número pelo segundo é equivalente a:
Alternativas
Q4310548 Matemática
Uma empresa realizou um levantamento sobre os hábitos de 200 funcionários durante o horário do almoço. Constatou-se que 120 tomam café logo após a refeição e que, desses que tomam café, 30 também consomem sobremesa. Selecionando se aleatoriamente um funcionário que tem o hábito de tomar café após o almoço, a probabilidade de ele também ter consumido sobremesa é:
Alternativas
Q4310549 Matemática
Uma gráfica recebeu uma encomenda para imprimir folhetos promocionais. A máquina de impressão opera em ciclos contínuos de verificação de qualidade a cada 18 páginas impressas e em ciclos de manutenção preventiva a cada 24 páginas impressas. A quantidade mínima de páginas que a máquina deve imprimir para que a verificação de qualidade e a manutenção preventiva ocorram exatamente no mesmo instante é:
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Q4310550 Matemática
Uma comissão de licitação é formada por 9 servidores, dos quais 5 são formados em Direito e 4 em Administração. Deseja se eleger uma subcomissão com 4 membros que contenha pelo menos um representante de cada uma dessas duas formações. O número de subcomissões distintas que podem ser formadas é:
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Q4310551 Direito Sanitário
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Lei n.º 8.080/1990 estabelece princípios e diretrizes para a organização das ações e serviços de saúde, enquanto a Lei n.º 8.142/1990 disciplina, entre outros aspectos, a participação da comunidade na gestão do sistema. Considerando o disposto nas referidas leis, pode-se afirmar que a Conferência de Saúde:
Alternativas
Q4310552 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Considerando as disposições da Lei Federal n.º 10.741/2003 acerca da prioridade conferida às pessoas idosas, é correto afirmar que:
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Q4310553 Biomedicina - Análises Clínicas
Um laboratório recebeu amostras de um paciente com suspeita de doença endócrina e de lesão tecidual. O bioquímico responsável observou que os exames solicitados incluíam dosagem de TSH, T4 livre e creatina quinase (CK). Considerando os princípios bioquímicos envolvidos na determinação laboratorial de hormônios e de enzimas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4310554 Biomedicina - Análises Clínicas
A eletroforese continua sendo uma importante ferramenta laboratorial para a separação e a caracterização de biomoléculas, sendo empregada na investigação de hemoglobinopatias, dislipidemias e gamopatias monoclonais. Sobre os princípios bioquímicos e as aplicações clínicas da eletroforese de hemoglobinas, de lipoproteínas e de proteínas séricas, atesta-se que: 
Alternativas
Q4310555 Biomedicina - Análises Clínicas
Em um laboratório de análises clínicas, técnicas de cromatografia e eletroforese são empregadas na separação, identificação e quantificação de diferentes componentes de amostras biológicas. A escolha do método depende das propriedades físico-químicas dos analitos e do princípio de separação utilizado por cada técnica. Considerando as aplicações e os fundamentos desses métodos analíticos, é correto afirmar que a:
Alternativas
Q4310556 Biomedicina - Análises Clínicas
As propriedades físico-químicas da água são fundamentais para a manutenção da homeostase, incluindo o equilíbrio ácido-base e a proteção contra danos celulares causados por espécies reativas. Acerca desses conceitos, constata-se que:
Alternativas
Q4310557 Biomedicina - Análises Clínicas
A citologia cervical constitui uma aplicação clássica da citologia esfoliativa e permite reconhecer alterações morfológicas associadas a lesões precursoras do câncer do colo uterino. Considerando os fundamentos da citologia ginecológica, os critérios citomorfológicos e a terminologia do Sistema Bethesda, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4310558 Biomedicina - Análises Clínicas
Uma mulher de 38 anos, assintomática, realiza exame citopatológico do colo uterino durante acompanhamento ginecológico. Na análise microscópica, o citopatologista identifica células escamosas maduras com citoplasma abundante e núcleo pequeno, além de algumas células com alterações reativas associadas à inflamação. Em outra área da lâmina, observa um agrupamento celular com aumento da relação núcleo/citoplasma, hipercromasia e irregularidade dos contornos nucleares. Considerando a morfologia celular normal e os critérios citomorfológicos associados às alterações benignas, pré-neoplásicas e neoplásicas, os achados evidenciam-se que:
Alternativas
Q4310559 Técnicas em Laboratório
A infecção pelo papilomavírus humano (HPV) pode produzir diferentes alterações morfológicas no epitélio escamoso cervical, relacionadas tanto ao ciclo produtivo viral quanto ao processo de transformação celular associado aos tipos de HPV de alto risco oncogênico. Considerando os mecanismos envolvidos na infecção pelo HPV e os critérios citomorfológicos utilizados na classificação das lesões intraepiteliais escamosas, a relação entre a biologia da infecção viral e seus principais achados citológicos é estabelecida adequadamente, pois:
Alternativas
Q4310560 Técnicas em Laboratório
O controle de qualidade em Citopatologia é fundamental para assegurar a confiabilidade dos resultados, reduzir falhas nas diferentes etapas do processo e aprimorar continuamente o desempenho dos laboratórios. No Brasil, o INCA estabelece recomendações para o monitoramento da qualidade dos exames citopatológicos, considerando características particulares desse tipo de diagnóstico, como sua natureza qualitativa e a influência da interpretação do observador. Considerando os princípios básicos do controle de qualidade aplicados aos laboratórios de Citopatologia, um exemplo de medida de controle interno da qualidade consiste em:
Alternativas
Q4310561 Patologia
A Hematologia compreende o estudo das células sanguíneas, dos tecidos hematopoéticos e dos mecanismos envolvidos na produção, maturação e função dos elementos figurados do sangue. O hemograma e a avaliação morfológica do sangue periférico constituem ferramentas fundamentais para investigação de alterações hematológicas. Considerando os conceitos relacionados à hematopoese e à avaliação laboratorial das células sanguíneas, verifica-se que o(a):
Alternativas
Q4310562 Técnicas em Laboratório
A automação modificou significativamente a realização do hemograma, permitindo a análise rápida e padronizada de grande número de amostras. Os analisadores hematológicos modernos empregam diferentes princípios físicos e ópticos para contagem e caracterização das células sanguíneas e podem emitir sinalizações (flags) diante de resultados ou de populações celulares suspeitas. Referente aos princípios e às limitações da automação aplicada aos testes hematológicos, aponta-se que:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: D
4: A
5: D
6: B
7: C
8: A
9: D
10: A
11: B
12: B
13: A
14: C
15: A
16: D
17: D
18: A
19: B
20: C