Questões de Concurso Público Prefeitura de São Gonçalo - RJ 2024 para Professor Docente II - Educação Infantil
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O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) é o principal instrumento de financiamento da Educação Básica Pública no Brasil. Considerando que uma de suas finalidades primordiais é a valorização dos profissionais da educação, a Emenda Constitucional n.° 108, de 27 de agosto de 2020 promoveu importante alteração na proporção mínima dos Fundos voltada à remuneração desses agentes em efetivo exercício. Desde então, o percentual exigido por lei para o referido passou a ser de:
Ao problematizar as possibilidades e os limites da Educação Integral, é preciso considerar “a questão das variáveis tempo, com referência à ampliação da jornada escolar, e espaço, com referência aos territórios em que cada escola está situada”. (Moll, 2009, p. 18). Nesse sentido, um risco que se corre ao organizar a escola na perspectiva da Educação Integral é pensar a ampliação da jornada restrita à lógica da divisão em turnos, pois isso pode significar um/a:
De acordo com o artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96), o currículo do ensino fundamental incluirá, obrigatoriamente:
Dentre as funções da Educação de Jovens e Adultos (EJA) enumeradas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, há aquela que constitui o próprio sentido da EJA, conhecida como:
Joana, professora do ensino fundamental, compreende que o papel da escola é o preparo intelectual e moral dos estudantes, a fim de que possam assumir a sua posição na sociedade. Sendo assim, segue alguns passos bem definidos em sua aula: a) preparação do aluno, despertando seu interesse e recordando a matéria anterior; b) apresentação do conteúdo, com destaque para pontos-chave; c) associação do assunto novo com o que já foi estudado; d) generalização ou sistematização do conteúdo; e) aplicação, com resolução de exercícios. Analisando tais elementos de sua prática, pode-se afirmar que Joana subsidia seu fazer pedagógico na tendência:
Quando uma rede de ensino adota os ciclos de formação como modo de organizar os processos de ensino e aprendizagem, surge a necessidade de revisão e mudança de determinadas concepções de avaliação que se traduzem e se perpetuam em práticas discriminatórias e redutoras das possibilidades de aprender. Nesse sentido, ao repensar a concepção de avaliação do ensino e da aprendizagem nos ciclos de formação, é preciso:
Alguns professores defendem o não planejar, usando o discurso de que se permitem “ser criativos”. Segundo Celso Vasconcellos (2012, p. 9), entretanto, agindo “na base do improviso, da falta de um planejamento mais rigoroso, muito provavelmente o que teremos em aula será mais do mesmo, considerando o enorme peso das estruturas materiais da escola e das estruturas mentais de professores e alunos”. Para o autor, então, o ato de planejar – antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto – é fundamental à educação e se dá em diferentes níveis: enquanto o Planejamento de Sistema de Ensino é o de maior abrangência, pois é feito em âmbito nacional, estadual ou municipal, para enfrentar os problemas de demanda, alocação e gerenciamento de recursos; o Projeto de Ensino-Aprendizagem é o/a:
A abordagem sociointeracionista de Vygotsky se contrapõe aos postulados inatistas, que podem servir para justificar práticas pedagógicas espontaneístas, pouco desafiadoras; bem como aos postulados do ambientalismo, que podem legitimar o fazer pedagógico assistencialista, que tenta compensar as “carências sociais” das crianças provenientes das classes populares. Com base nos pressupostos de Vygotsky, a qualidade do trabalho pedagógico está associada à:
De acordo com os marcos legais da educação brasileira, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, em concordância com o princípio da consideração com a diversidade étnico-racial, nos estabelecimentos de ensino:
Ostetto (2000, p.177) define o planejamento como: “atitude de traçar, projetar, programar, elaborar um roteiro para empreender uma viagem de conhecimento, de interação, de experiências múltiplas e significativas para com o grupo de crianças”. Segundo a autora, em relação ao conteúdo e forma, o planejamento pode ser construído baseado em:
As tendências pedagógicas são classificadas em liberais e progressistas, uma divisão com base em suas respectivas reflexões em relação aos aspectos sociopolíticos da escola, influenciando assim diferentes percepções sobre o ser humano e a sociedade. Dentre as tendências progressistas, destacam-se a Pedagogia:
Um dos direitos da infância é o brincar. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2009), é fundamental que as propostas curriculares para essa etapa da educação básica sejam guiadas pelas interações e brincadeiras. Em relação à brincadeira, entende-se que ela possibilita o desenvolvimento cognitivo e social das crianças, especialmente quando o docente:
No campo da psicologia da educação, algumas correntes teóricas enfatizam a importância das interações sociais e do ambiente cultural na aprendizagem e no desenvolvimento cognitivo das crianças. Um dos conceitos centrais defendidos é descrito como a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver tarefas de forma independente,eoníveldedesenvolvimentopotencial,determinado por desempenhos possíveis, com ajuda de adultos ou de colegas mais avançados ou mais experientes. Essa definição refere-se ao conceito de:
O Projeto Político Pedagógico de uma instituição de ensino é fundamental, pois trata-se da materialização, sempre passível de aprimoramento, de um processo de planejamento participativo, que evolui e se efetiva ao longo do tempo. Ainda sobre o PPP pode-se afirmar que:
De acordo com Oliveira (2011), o século XX foi marcado pelo fortalecimento das pesquisas científicas sobre a criança. Tais estudos fundamentaram pensamentos sobre o modo como as crianças aprendem e se desenvolvem. Portanto, trouxeram contribuições para as propostas educativas. Dentre os teóricos da educação, destaca-se um francês que propôs técnicas educativas inovadoras, que visavam à democratização da educação e à aprendizagem ativa, bem como o estabelecimento de uma escola popular. Trata-se do teórico:
A alfabetização e o letramento são conceitos diferentes, mas relacionam-se com o processo de aprendizagem da criança. De acordo com Soares (2003, p. 47), “o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja, ensinar a ler e a escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado”. Dessa forma, em relação ao letramento, pode-se afirmar que:
De acordo com a Lei n.º 9394/96, em seu art. 31, a educação infantil será organizada de acordo com algumas diretrizes comuns, incluindo regulamentos sobre controle de frequência. Conforme a legislação, a frequência mínima exigida na pré-escola é de:
Por meio do faz-de-conta, a criança tem a capacidade de utilizar a imaginação, imitar, criar e participar de brincadeiras simbólicas. Esse processo, gradualmente, permite que ela reconstrua em esquemas verbais ou simbólicos tudo o que desenvolveu durante seu primeiro ano de vida. Em relação ao jogo simbólico no desenvolvimento do pensamento lógico da criança, sabe-se que:
Dentre as teorias da aprendizagem, está a teoria das inteligências múltiplas que se concentra na ideia de que as pessoas possuem diferentes tipos de inteligências ou habilidades cognitivas, e que a educação e a aprendizagem podem ser mais eficazes quando são adaptadas para atender às diversas inteligências de cada indivíduo. Em vez de considerar a inteligência como uma capacidade única e geral, a teoria das inteligências múltiplas reconhece a diversidade de talentos e habilidades humanas e propõe que a aprendizagem seja projetada levando em consideração essas múltiplas formas de inteligência. Essa teoria foi cunhada por:
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008) é um documento que apresenta diretrizes e informações essenciais para a implementação da inclusão nas escolas, de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. O material garante o suporte necessário para que estudantes, considerando suas particularidades, tenham a oportunidade de participar e aprender no ambiente escolar e orienta os sistemas de ensino a garantir: