Questões de Concurso Público SEED-PR 2026 para História / Língua Espanhola

Foram encontradas 72 questões

Q4423567 Não definido

O texto a seguir é referência para a questão.



    Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns. 


    Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações. 


    Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […] 


    Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […] 


Disponível em: https://www.omelete.com.br/. 

De acordo com o texto, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4423568 Não definido

O texto a seguir é referência para a questão.



    Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns. 


    Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações. 


    Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […] 


    Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […] 


Disponível em: https://www.omelete.com.br/. 

Quanto ao gênero textual, esse texto é: 
Alternativas
Q4423569 Não definido
De acordo com o artigo 245 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990), é uma conduta do professor que caracteriza infração administrativa: 
Alternativas
Q4423570 Não definido
De acordo com o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990), a conduta de submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento é punida com a pena de:
Alternativas
Q4423571 Não definido
De acordo com as diretrizes de Gestão Democrática estabelecidas na Deliberação n. 02/2015-CEE/PR, a consolidação desse princípio no ambiente escolar pressupõe a: 
Alternativas
Q4423572 Não definido
Com base no Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos do Paraná, assinale a alternativa que apresenta os seis eixos essenciais que norteiam o planejamento e as ações do Peedh-PR.
Alternativas
Q4423573 Não definido

A situação hipotética a seguir é referência para a questão.


Ao preparar seu plano de aula sobre um determinado tópico, uma professora selecionou materiais em diferentes suportes: vídeo, imagem, HQ e textos escritos (literário e não literário). Uma semana antes dessa aula, a professora disponibilizou todo o material aos alunos e às alunas, encaminhando-o pelos endereços de e-mail que cada estudante tem cadastrado na escola, bem como inserindo-o na plataforma digital de uso cotidiano na instituição. Também foram indicados para leitura materiais complementares, que alunos e alunas deveriam acessar em diferentes sites. A professora orientou que todos esses materiais deveriam ser lidos. Os materiais não indicavam explicitamente o tópico que seria objeto da aula, mas, de uma maneira ou outra, ele estava tematizado em todos. No dia previsto para a aula sobre o tópico, a professora dividiu a turma em grupos, solicitando que cada grupo sintetizasse o tema central de cada material. Em seguida, cada grupo expôs sua síntese aos demais. Após o compartilhamento das leituras dos grupos, a professora distribuiu a cada estudante um questionário com perguntas que iam gradativamente fechando o foco no tópico que ela havia previamente selecionado como tema daquela aula. 

A forma de encaminhamento didático utilizado pela professora nessa atividade constitui uma metodologia ativa conhecida como:
Alternativas
Q4423574 Não definido

A situação hipotética a seguir é referência para a questão.


Ao preparar seu plano de aula sobre um determinado tópico, uma professora selecionou materiais em diferentes suportes: vídeo, imagem, HQ e textos escritos (literário e não literário). Uma semana antes dessa aula, a professora disponibilizou todo o material aos alunos e às alunas, encaminhando-o pelos endereços de e-mail que cada estudante tem cadastrado na escola, bem como inserindo-o na plataforma digital de uso cotidiano na instituição. Também foram indicados para leitura materiais complementares, que alunos e alunas deveriam acessar em diferentes sites. A professora orientou que todos esses materiais deveriam ser lidos. Os materiais não indicavam explicitamente o tópico que seria objeto da aula, mas, de uma maneira ou outra, ele estava tematizado em todos. No dia previsto para a aula sobre o tópico, a professora dividiu a turma em grupos, solicitando que cada grupo sintetizasse o tema central de cada material. Em seguida, cada grupo expôs sua síntese aos demais. Após o compartilhamento das leituras dos grupos, a professora distribuiu a cada estudante um questionário com perguntas que iam gradativamente fechando o foco no tópico que ela havia previamente selecionado como tema daquela aula. 

As etapas descritas na proposta que foi desenvolvida permitem à professora explorar as habilidades de LEMBRAR:
Alternativas
Q4423575 Não definido
O governante Piye foi o primeiro líder núbio a ordenar a construção de pirâmides régias, por volta de 716 a.C., iniciando assim uma tradição de arquitetura do poder que duraria por volta de mil anos e resultaria em mais de 200 estruturas desse tipo. O Egito, por sua vez, contabiliza aproximadamente 120 pirâmides. Tomando essas construções como base para a relação entre Egito e Núbia, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4423576 Não definido
Tradições imperiais na Antiguidade, configuradas como projetos de poder universal de um único governante, são bem representadas por estruturas como Roma e Pérsia. Contudo, suas raízes podem ser encontradas nas estratégias políticas de sociedades da Mesopotâmia, como os: 
Alternativas
Q4423577 História
Enquanto referência importante para a definição cronológica da Antiguidade, o mundo helênico costuma ser dividido em diferentes temporalidades: pré-Homérico, Homérico, Arcaico, Clássico e Helenístico. Desses, o período Clássico (sec. V–IV a.C.) costuma ser entendido como o auge formativo da cultura e da política gregas, aspectos bem representados pela dicotomia entre Atenas e Esparta. Os sistemas políticos dessas cidades foram, respectivamente: 
Alternativas
Q4423578 História
No âmbito da historiografia sobre o mundo romano, o conceito de “romanização” foi consolidado no início do século XX, em plena era dos imperialismos europeus, para descrever a difusão da cultura romana nas províncias. No final desse mesmo século, arqueólogos e historiadores passaram a criticar as implicações desse conceito. Sobre os fundamentos dessa revisão, é correto afirmar que ela questiona: 
Alternativas
Q4423579 História
Em 1077, o imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Henrique IV, permaneceu três dias descalço na neve diante do castelo de Canossa, implorando o perdão do papa Gregório VII, que o havia excomungado. O episódio se insere na chamada Querela das Investiduras, disputa que marcou as relações entre poder espiritual e poder temporal na Idade Média Central. Sobre o conflito que originou essa cena, é correto afirmar que ele estava associado: 
Alternativas
Q4423580 História
O conceito de “feudalismo” foi consolidado pela historiografia europeia dos séculos XIX e XX para descrever a organização social do Ocidente medieval. Contudo, historiadores posteriores passaram a criticar tanto sua aplicação uniforme dentro da própria Europa quanto sua exportação para outras realidades, como o Japão ou certas sociedades africanas pré-modernas, frequentemente descritas como “feudais”. Considerando esse debate historiográfico, é correto afirmar que a crítica ao uso generalizado do conceito se sustenta porque: 
Alternativas
Q4423581 História
A partir da segunda metade do século XX, a historiografia sobre as Grandes Navegações passou por diversas revisões críticas. Sustentou-se, por exemplo, que a América não foi descoberta, mas inventada: o continente teria sido constituído como entidade histórico-cultural pelo aparato conceitual europeu. Uma segunda vertente, de matriz latino - americana, radicalizou essa tese ao propor a noção de “encobrimento”. Paralelamente, correntes dedicadas às histórias conectadas propuseram outro deslocamento do paradigma expansionista. Sobre esses três movimentos historiográficos, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4423582 História
O Iluminismo, movimento intelectual do século XVIII, proclamou a razão, a igualdade natural e a liberdade como princípios universais. Contudo, muitas das monarquias e impérios europeus que difundiam essas ideias mantinham simultaneamente instituições que contradiziam diretamente tais princípios, como: 
Alternativas
Q4423583 História
Leia a seguir o excerto do governador holandês da capitania da Paraíba, Elias Herckmans (1596-1644):
Os Tapuias formam um povo que habita no interior para o lado do ocidente sobre os montes e em sua vizinhança, em lugares que são os limites os mais afastados das Capitanias ora ocupadas pelos brancos […]. Dividem-se em várias nações.
Herckmans, Elias. Descrição geral da Capitania da Paraíba. João Pessoa: [União], 1982. p. 38.

Ao falar sobre o povo Tapuia e sua composição em diversas nações, Herckmans está fazendo referência: 
Alternativas
Q4423584 Não definido
Diferentemente de muitos países nas Américas, onde a presença indígena se mantém forte na articulação das identidades nacionais, o lugar dos índios no Brasil continua sendo conjugado, no mais das vezes, no tempo passado […]. Apesar de fundamentada em algumas verdades, a crônica da destruição e do despovoamento já não é mais aceitável para explicar a trajetória dos povos indígenas nestas terras. O que se omite com tal abordagem são as múltiplas experiências de elaboração e reformulação de identidades que se apresentaram como respostas criativas às pesadas situações historicamente novas de contato, contágio e subordinação.
MONTEIRO, John Manuel. Tupis, tapuias e historiadores. Campinas: Unicamp, 2001. p. 78.  

A crítica formulada pelo autor se dirige a uma longa tradição da historiografia brasileira que, paulatinamente, vem sendo colocada sob revisão. É correto afirmar que essa revisão: 
Alternativas
Q4423585 Não definido
No século XVIII, a sociedade escravista luso-americana desenvolveu um complexo vocabulário de classificação, empregando termos como “preto”, “crioulo”, “pardo”, “cabra”, “mulato”. Esse léxico, articulado às noções ibéricas de “pureza de sangue”, condicionava o acesso a cargos, irmandades, patentes militares e distinções sociais, mesmo para pessoas livres ou libertas. Em se tratando da historiografia recente, ela sustenta que esse sistema classificatório:
Alternativas
Q4423586 História
Nas primeiras décadas da colonização da América portuguesa, os engenhos de açúcar recorreram ao trabalho compulsório indígena, obtido por meio de guerras, resgates e descimentos. Ao longo do século XVII, contudo, a mão de obra africana escravizada se tornou predominante nas áreas açucareiras do litoral. Dentre os fatores que explicam essa transição, destaca-se: 
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: D
4: B
5: B
6: A
7: D
8: E
9: D
10: E
11: B
12: A
13: C
14: E
15: A
16: C
17: A
18: B
19: B
20: D