Questões de Concurso Público CREF - 20ª Região (SE) 2026 para Advogado

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Q4392183 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


A partir do texto, infere‑se que o encaminhamento do beneficiário a profissionais de outras áreas, quando a situação ultrapassa a competência do profissional de educação física, demonstra que esse profissional não possui condições de intervir de maneira responsável.

Alternativas
Q4392184 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No período “A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios.”, o pronome oblíquo “se” encontra‑se em próclise obrigatoriamente devido à atração exercida pelo advérbio de negação “não”.

Alternativas
Q4392185 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende também da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários.”, a oração iniciada pela conjunção “Embora” expressa uma condição para que a qualidade do atendimento seja alcançada.

Alternativas
Q4392186 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No período “A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias,”, a substituição de “discriminatórias” por preconceituosas e excludentes preservaria a correção ortográfica, a estrutura sintática e o sentido geral do período.

Alternativas
Q4392187 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


Na oração “Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança,”, a substituição de “constituem” por constituiria manteria o sentido original e a correção gramatical do período, pois o verbo poderia concordar com o núcleo mais próximo do sujeito.

Alternativas
Q4392188 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde.”, a forma verbal “priorizem” está no modo subjuntivo porque integra uma oração subordinada adjetiva restritiva, iniciada pelo pronome relativo “que”, cujo antecedente é “modelos de atendimento”.

Alternativas
Q4392189 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No período “Para isso, o planejamento deve considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação,”, o termo “Para isso” estabelece uma relação de finalidade com a oração que o sucede e retoma as ideias anteriormente apresentadas sobre a necessidade de um planejamento inclusivo.

Alternativas
Q4392190 Português
A intervenção profissional em educação física e a responsabilidade social

        A intervenção do profissional de educação física não se reduz à aplicação automática de exercícios. Embora o domínio técnico e científico seja indispensável, a qualidade do atendimento depende da capacidade de compreender os objetivos, as condições e o contexto sociocultural dos beneficiários. Em diferentes espaços – escolas, academias, clubes, unidades de saúde e projetos comunitários –, a prática profissional exige planejamento, avaliação e decisões responsáveis.

        Essa responsabilidade começa antes da prescrição. É necessário conhecer as condições de saúde do indivíduo ou do grupo, identificar necessidades, estabelecer objetivos e selecionar métodos compatíveis. Avaliações orientam a intervenção, permitem acompanhar resultados e ajudam a reduzir riscos. Quando o caso ultrapassa a competência do profissional, o diálogo com outras áreas e o encaminhamento adequado constituem medidas de segurança, e não sinais de fragilidade profissional.

        A dimensão ética amplia esse compromisso. Respeitar a dignidade, a autonomia e a diversidade dos beneficiários significa rejeitar práticas discriminatórias, promessas de resultados garantidos e modelos de atendimento que priorizem interesses comerciais em detrimento da saúde. Significa, ainda, proteger informações pessoais, manter atualização permanente e comunicar orientações de maneira clara.

        No campo escolar, essa perspectiva impede que a educação física seja reduzida à seleção dos mais habilidosos ou ao treinamento esportivo. As práticas corporais podem favorecer aprendizagem, participação, convivência e leitura crítica da cultura. Para isso, o planejamento precisa considerar diferenças de idade, experiências, condições corporais e formas de participação, garantindo que o direito à atividade física não seja confundido com obrigação de desempenho.

        Assim, a intervenção profissional qualificada articula ciência, técnica, ética e sensibilidade social. Ao planejar e avaliar suas ações, o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva. A responsabilidade acompanha todo o processo, desde a análise da demanda até a avaliação dos efeitos produzidos.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “o profissional contribui para a promoção da saúde, para a autonomia dos beneficiários e para uma sociedade mais inclusiva.”, a retirada da preposição “para” antes de “a autonomia dos beneficiários” e de “uma sociedade mais inclusiva” prejudicaria a correção gramatical do período, pois o verbo “contribuir” rege a preposição “para”.

Alternativas
Q4392191 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


O texto defende que a democratização do esporte e do lazer depende prioritariamente da construção e da disponibilização de equipamentos esportivos para a comunidade.

Alternativas
Q4392192 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos:”, a forma verbal “depende” está flexionada no singular porque concorda com o núcleo do sujeito “democratização”, e não com o termo no plural “práticas”.



Alternativas
Q4392193 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No período “Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.”, a expressão “a todos” exerce a função de complemento indireto do verbo “oferecer”.

Alternativas
Q4392194 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


Na oração “A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido.”, a locução “para que” introduz uma oração subordinada adverbial final.

Alternativas
Q4392195 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No período “práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.”, a expressão “desde que sejam tratadas com respeito” apresenta uma condição para a integração dessas práticas ao planejamento.

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Q4392196 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos,”, a substituição de “à contagem” por a contagem preservaria a correção gramatical do texto, pois o verbo “limitar‑se” não exige preposição.

Alternativas
Q4392197 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


Na oração “uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades”, a conjunção “e” estabelece, necessariamente, uma relação de adição entre ações consideradas igualmente desejáveis no contexto.

Alternativas
Q4392198 Português
Esporte e lazer como direitos sociais

        O esporte costuma ser apresentado como espetáculo e competição; porém, essa visão é insuficiente para compreender a presença da educação física nas políticas públicas, uma vez que esporte e lazer também constituem práticas culturais e espaços de convivência. A democratização dessas práticas não depende apenas da abertura de equipamentos esportivos: é preciso considerar quem participa, em quais condições e com que objetivos. Uma quadra pode permanecer excludente sem transporte, segurança, materiais adequados, horários compatíveis e profissionais preparados. Oferecer a mesma atividade a todos não garante igualdade diante de diferenças de idade, deficiência, território e condições socioeconômicas.

        Nesse contexto, o profissional de educação física participa do planejamento e da mediação das ações. Seu trabalho não consiste em selecionar os mais habilidosos, e sim em criar situações que ampliem a participação. Isso requer adaptar regras, materiais, espaços e estratégias sem reduzir a qualidade da experiência. A adaptação é condição pedagógica para que o direito de participar seja reconhecido, sendo assim, projetos de esporte e lazer precisam dialogar com a comunidade. Ressalta‑se que identificar demandas locais, escutar participantes e avaliar ações ajuda a evitar decisões impostas. É preciso destacar que práticas tradicionais e manifestações culturais do território podem integrar o planejamento, desde que sejam tratadas com respeito.

        A avaliação não deve limitar‑se à contagem de inscritos ou de eventos, pois indicadores numéricos são úteis, mas precisam ser relacionados à permanência, à participação, à acessibilidade e aos efeitos percebidos. Desse modo, uma política pode alcançar muitas pessoas e ainda reproduzir desigualdades se não examinar quem permanece excluído. Assim, pensar o esporte e o lazer como direitos sociais exige superar a lógica de oferta ocasional e de rendimento como único critério de sucesso. Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas, nas quais o movimento seja compreendido como experiência de cultura, convivência e cidadania.

Internet:<confef.org.br> (com adaptações)

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Cabe à educação física contribuir para políticas inclusivas e participativas,”, a substituição de “Cabe à educação física” por É responsabilidade da educação física preservaria a correção gramatical e o sentido geral do período.

Alternativas
Q4392199 Raciocínio Lógico
Amanda, Bárbara, Carolina e Denise estavam em uma casa quando perceberam que a cozinha estava inundada porque uma delas deixou o filtro de água ligado. Sabe‑se que apenas uma delas deixou o filtro ligado e que exatamente uma das afirmações a seguir é falsa.

• Amanda: “Bárbara deixou o filtro ligado.”

• Bárbara: “Denise deixou o filtro ligado.”

• Carolina: “Bárbara não deixou o filtro ligado.”

• Denise: “Carolina não deixou o filtro ligado.”

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Amanda disse a verdade.

Alternativas
Q4392200 Raciocínio Lógico
Amanda, Bárbara, Carolina e Denise estavam em uma casa quando perceberam que a cozinha estava inundada porque uma delas deixou o filtro de água ligado. Sabe‑se que apenas uma delas deixou o filtro ligado e que exatamente uma das afirmações a seguir é falsa.

• Amanda: “Bárbara deixou o filtro ligado.”

• Bárbara: “Denise deixou o filtro ligado.”

• Carolina: “Bárbara não deixou o filtro ligado.”

• Denise: “Carolina não deixou o filtro ligado.”

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Bárbara foi quem deixou o filtro ligado.

Alternativas
Q4392201 Raciocínio Lógico
Amanda, Bárbara, Carolina e Denise estavam em uma casa quando perceberam que a cozinha estava inundada porque uma delas deixou o filtro de água ligado. Sabe‑se que apenas uma delas deixou o filtro ligado e que exatamente uma das afirmações a seguir é falsa.

• Amanda: “Bárbara deixou o filtro ligado.”

• Bárbara: “Denise deixou o filtro ligado.”

• Carolina: “Bárbara não deixou o filtro ligado.”

• Denise: “Carolina não deixou o filtro ligado.”

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Denise foi quem deixou o filtro ligado.

Alternativas
Q4392202 Raciocínio Lógico
Amanda, Bárbara, Carolina e Denise estavam em uma casa quando perceberam que a cozinha estava inundada porque uma delas deixou o filtro de água ligado. Sabe‑se que apenas uma delas deixou o filtro ligado e que exatamente uma das afirmações a seguir é falsa.

• Amanda: “Bárbara deixou o filtro ligado.”

• Bárbara: “Denise deixou o filtro ligado.”

• Carolina: “Bárbara não deixou o filtro ligado.”

• Denise: “Carolina não deixou o filtro ligado.”

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


A proposição “Bárbara disse a verdade se e somente se Carolina disse a verdade” é falsa.

Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: E
4: C
5: E
6: C
7: C
8: E
9: E
10: C
11: C
12: C
13: C
14: E
15: E
16: C
17: E
18: E
19: C
20: E