Questões de Concurso Público CREF - 11ª Região (MS-MT) 2026 para Analista de Suporte em Tecnologia da Informação

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Q4146283 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.”, o pronome “las” exerce função anafórica, retomando o referente plural “atividades físicas”.

Alternativas
Q4146284 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No período “Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados.”, o termo “onde” está empregado em conformidade com a norma‑padrão, visto que introduz uma oração subordinada adjetiva cuja referência é locativa.

Alternativas
Q4146285 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


A partir da construção “Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.”, pode‑se inferir que ambientes inadequados às necessidades sensoriais e comportamentais de pessoas com TEA constituem fator de risco para a interrupção da prática de atividades físicas por esse grupo.

Alternativas
Q4146286 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Em “Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.”, a forma verbal “seja” está no modo subjuntivo em razão da presença da conjunção subordinativa “para que”, a qual, por introduzir oração de finalidade, exige, obrigatoriamente, esse modo verbal na oração que a sucede.

Alternativas
Q4146287 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No período “Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.”, o pronome “se”, em “se transforma”, poderia ser suprimido sem prejuízo gramatical nem alteração de sentido.

Alternativas
Q4146288 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.”, o segundo período mantém relação de coordenação explicativa com relação ao primeiro, pois desenvolve e especifica o conteúdo da afirmação anterior, detalhando quais são as barreiras a que o texto se refere.

Alternativas
Q4146289 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Na construção “Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável.”, o adjetivo “indispensável” exerce a função de predicativo do sujeito “o papel do profissional de Educação Física”, concordando com ele em gênero e número, razão pela qual está no masculino singular.

Alternativas
Q4146290 Português
Exercício com acolhimento transforma vida de pessoas com autismo

        Imagine entrar em uma academia onde o som parece alto demais, a luz incomoda e estímulos surgem por todos os lados. Para muitas pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), essa não é uma situação hipotética, mas, sim, a realidade que muitos enfrentam ao tentar praticar exercícios físicos.

        O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas têm diagnóstico de autismo, segundo o Censo de 2022. O número ajuda a dimensionar um desafio pouco discutido: como os estabelecimentos com oferta de atividades físicas podem se preparar para recebê‑las melhor.

        As barreiras não são apenas sociais ou sensoriais. Pessoas autistas frequentemente apresentam condições associadas, como distúrbios do sono, alterações metabólicas e gastrointestinais e maior risco de ganho de peso.

        Nesse cenário, a prática regular de atividade física é não apenas recomendada, mas, também, parte importante do cuidado com a saúde, o que torna o papel do profissional de Educação Física indispensável. Mas o sucesso dessa prática depende diretamente de como o ambiente e o atendimento são conduzidos. Espaços com excesso de estímulos e a ausência de previsibilidade podem transformar o exercício em uma experiência desafiadora, levando ao abandono da atividade.

        Entender as especificidades de cada indivíduo faz parte da atuação do profissional de Educação Física. No atendimento a pessoas com espectro autista, essa atenção se torna ainda mais necessária. Cabe, portanto, ao profissional compreender o funcionamento corporal do aluno e adaptar o ambiente para que a prática seja segura, confortável e acolhedora.

        Mais do que possibilitar a prática de exercícios, o atendimento adequado amplia a participação social de pessoas com TEA. Quando o ambiente é compreendido, estruturado e conduzido por profissionais preparados, o que antes era uma fonte de sobrecarga se transforma em oportunidade de desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida.

        À medida que a Educação Física avança em formação e conhecimento, cresce também a capacidade de incluir de forma real. O futuro do atendimento passa menos por adaptações improvisadas e mais por preparo técnico e sensibilidade profissional.

Internet:<www.confef.org.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No fragmento “O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento.”, todas as vírgulas foram empregadas com base na mesma regra de pontuação, ou seja, isolar elementos de mesma função sintática que compõem uma enumeração.

Alternativas
Q4146291 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No fragmento “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso.”, o vocábulo “prevalência” expressa a ideia de qualidade do que se sobressai ou do que se manifesta com maior frequência e poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido do período, por predomínio.

Alternativas
Q4146292 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No trecho “Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade.”, o conectivo “Com isso” introduz uma relação de concessão entre a ideia anterior (o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade e os seus efeitos colaterais) e a conclusão de que mudar o estilo de vida é indispensável.

Alternativas
Q4146293 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


O período “Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios.” poderia ser reescrito, preservando o sentido original e a correção gramatical do texto, da seguinte forma: Ademais, a utilização sem critério de fármacos contra a obesidade pode acarretar diversas complicações e efeitos adversos, a exemplo de pancreatite e outros distúrbios.

Alternativas
Q4146294 Redação Oficial
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Suponha‑se que um agente de fiscalização tenha elaborado um parecer técnico sobre políticas de saúde pública relacionadas à obesidade e que tenha empregado a formulação “os dados epidemiológicos indicam correlação entre excesso de peso e incremento do risco de doenças cardiovasculares e neoplasias”. Nesse caso, é correto afirmar que o agente teria adotado um registro linguístico adequado ao contexto formal do documento.

Alternativas
Q4146295 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No trecho “O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.”, o acento grave em “à saúde mental” é indevido, pois a palavra “relacionadas” rege a preposição “com”, e não a preposição “a”, o que não justificaria a ocorrência de crase nesse período.

Alternativas
Q4146296 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Em “É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida.”, o trecho “de se tornar um adulto obeso” funciona como complemento nominal do substantivo “probabilidade”.

Alternativas
Q4146297 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No período “Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.”, a vírgula empregada logo após “25,7%” é dispensável, uma vez que o ponto e vírgula anterior já delimita suficientemente os dois membros da enumeração, tornando o uso da vírgula redundante e contrário à norma culta.

Alternativas
Q4146298 Português
Obesidade: a prevenção evita complicações futuras na saúde da população

        A obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que prejudica a saúde. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, sobrecarga nas articulações, apneia obstrutiva do sono e infiltração de gordura no fígado que pode evoluir para cirrose são alguns dos problemas que o excesso de gordura pode provocar. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos brasileiros adultos estavam com excesso de peso; e 25,7%, com obesidade.

        O aumento de peso pode contribuir para ampliar o risco de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. “Por isso, combater a obesidade é agir também no controle e na prevenção de diversas doenças”, afirma o médico João Regis Carneiro.

         “Observamos um aumento da prevalência de transtornos do comportamento alimentar em mais de 30% das pessoas que buscam ajuda para perder peso. Além disso, houve a ampliação de casos de ansiedade e depressão, condições que podem promover o aumento de peso, mas também são alimentadas pela obesidade”, destaca João Regis. O profissional evidencia que alguns fármacos para o tratamento da depressão e outras doenças relacionadas à saúde mental também podem implicar ganho de peso.

        É importante salientar também que uma criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adulto obeso com risco de desenvolver doenças que impactarão sua qualidade e expectativa de vida. Além da genética, alguns fatores também contribuem, como a má alimentação, a falta de atividade física, o tempo excessivo em frente a telas, a má qualidade do sono, entre outros.

        Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos antiobesidade pode levar a várias complicações e efeitos colaterais, como pancreatite e outros distúrbios. Com isso, mudar o estilo de vida é uma condição indispensável no tratamento da obesidade. O paciente é protagonista da sua história. Portanto, é sua responsabilidade assumir o tratamento e seguir uma vida com mais saúde e com acompanhamento multiprofissional.

Internet:<www.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, as palavras “antiobesidade” e “cardiovasculares”, presentes no texto, estão corretamente grafadas, entretanto “multiprofissional” deveria ser grafada com hífen, por ser formada pelo prefixo “multi‑”, que é seguido de uma palavra iniciada por consoante.

Alternativas
Q4146299 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa interna realizada com servidores de um órgão público, verificou‑se que 420 servidores participavam de, pelo menos, uma das seguintes ações institucionais: programa de capacitação; comissão de qualidade; e projeto de inovação. A partir desse contexto, sabia‑se que:

• 189 servidores participavam do programa de capacitação;

• 231 servidores participavam da comissão de qualidade;

• 98 servidores participavam do projeto de inovação; e

• nenhum servidor participava simultaneamente das 3 ações.

Assim sendo, as quantidades de servidores que participavam simultaneamente de capacitação e comissão de qualidade, de capacitação e projeto de inovação, bem como de comissão de qualidade e projeto de inovação, estão, respectivamente, na razão 4:2:1.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte.


A quantidade de servidores que participavam simultaneamente da comissão de qualidade e do projeto de inovação é inferior a 10.

Alternativas
Q4146300 Matemática
Em uma pesquisa interna realizada com servidores de um órgão público, verificou‑se que 420 servidores participavam de, pelo menos, uma das seguintes ações institucionais: programa de capacitação; comissão de qualidade; e projeto de inovação. A partir desse contexto, sabia‑se que:

• 189 servidores participavam do programa de capacitação;

• 231 servidores participavam da comissão de qualidade;

• 98 servidores participavam do projeto de inovação; e

• nenhum servidor participava simultaneamente das 3 ações.

Assim sendo, as quantidades de servidores que participavam simultaneamente de capacitação e comissão de qualidade, de capacitação e projeto de inovação, bem como de comissão de qualidade e projeto de inovação, estão, respectivamente, na razão 4:2:1.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte.


Mais de 60 servidores participavam exclusivamente do projeto de inovação.

Alternativas
Q4146301 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa interna realizada com servidores de um órgão público, verificou‑se que 420 servidores participavam de, pelo menos, uma das seguintes ações institucionais: programa de capacitação; comissão de qualidade; e projeto de inovação. A partir desse contexto, sabia‑se que:

• 189 servidores participavam do programa de capacitação;

• 231 servidores participavam da comissão de qualidade;

• 98 servidores participavam do projeto de inovação; e

• nenhum servidor participava simultaneamente das 3 ações.

Assim sendo, as quantidades de servidores que participavam simultaneamente de capacitação e comissão de qualidade, de capacitação e projeto de inovação, bem como de comissão de qualidade e projeto de inovação, estão, respectivamente, na razão 4:2:1.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte.


A quantidade de servidores que participavam simultaneamente do programa de capacitação e do projeto de inovação é igual a 28.

Alternativas
Q4146302 Raciocínio Lógico
Em um teste composto de questões do tipo certo ou errado, adotou‑se o seguinte critério de pontuação:

• +5 pontos para cada resposta correta;

• −3 pontos para cada resposta incorreta; e

• 0 ponto para questão deixada em branco.

Nesse ínterim, um candidato respondeu a 42 questões e obteve 106 pontos.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


O número de questões que o candidato acertou foi superior a 30.

Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: C
4: C
5: E
6: C
7: E
8: E
9: C
10: E
11: C
12: C
13: E
14: C
15: E
16: E
17: E
18: E
19: C
20: E