Questões de Concurso Público Prefeitura de Barra do Bugres - MT 2026 para Técnico em Desenvolvimento Infantil
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O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Leia o fragmento:
“O silêncio envolvia Augusto enquanto ele observava a movimentação suave dos funcionários da estação.”
Considerando que, na língua portuguesa, nem sempre há correspondência direta entre letras e fonemas, especialmente em palavras que apresentam dígrafos, encontros consonantais ou encontros vocálicos, assinale a alternativa cuja palavra apresenta igualdade entre o número de letras e o número de fonemas, sem ocorrência de dígrafo ou ditongo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Em uma urna utilizada para experimentos didáticos, havia:
• 8 bolas vermelhas
• 6 bolas azuis
• 6 bolas verdes
Com isso, buscava-se trabalhar conceitos de eventos e suas probabilidades.
A probabilidade de retirar uma bola que não seja vermelha é:
Observe a sequência:
1 – 2 – 4 – 7 – 11 – 16 – ...
Considerando a sequência apresentada, determine o próximo número.
Barra do Bugres está localizada na região Sudoeste do estado de Mato Grosso e se destaca pela presença de dois importantes cursos d’água: o rio Paraguai e o rio Bugres. Esses rios influenciam o clima, as atividades econômicas e a dinâmica urbana do município.
Sobre a hidrografia do município, assinale a alternativa correta.
A economia do município de Barra do Bugres está ligada ao agronegócio, favorecida por solos férteis, relevo predominantemente plano e clima quente. O território combina áreas de Cerrado e de transição para a planície pantaneira.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica do relevo e vegetação de Barra do Bugres.
A ocupação da região onde hoje está Barra do Bugres tem relação com rotas fluviais e atividades de exploração presentes desde o período colonial. A localização às margens do rio Paraguai favoreceu a formação de povoados e o desenvolvimento econômico da região.
Sobre o processo de formação do município, assinale a alternativa correta.
Durante o século XX, Barra do Bugres passou por transformações políticas e econômicas que contribuíram para sua elevação de categoria administrativa, acompanhando o crescimento populacional e a expansão agrícola da região.
Sobre sua emancipação político administrativa, marque a alternativa correta.
A Lei Orgânica do Município de Barra do Bugres estabelece os princípios fundamentais da administração pública municipal, estruturando as competências dos Poderes Executivo e Legislativo, a organização administrativa, os direitos do cidadão e os instrumentos de participação popular, como iniciativa popular, referendo e plebiscito. Entre suas disposições, destaca se o conjunto de competências privativas da Câmara Municipal, especialmente no que diz respeito ao controle externo e à fiscalização dos atos da administração.
Com base na Lei Orgânica, assinale a alternativa que apresenta uma competência típica da Câmara Municipal no exercício de sua função fiscalizadora:
Nos primeiros anos de vida, a criança passa por transformações intensas que envolvem tanto seu corpo quanto sua forma de perceber o mundo. O desenvolvimento físico ocorre de maneira progressiva, sendo marcado por aquisições como sustentar o pescoço, engatinhar, caminhar e correr. Paralelamente, o desenvolvimento cognitivo envolve a capacidade de compreender relações, resolver pequenos problemas cotidianos e explorar objetos de diferentes maneiras. O ambiente escolar, ao fornecer estímulos adequados, desempenha importante papel nesse processo.
Considerando esses aspectos, assinale a alternativa correta.
Os ambientes escolares para crianças pequenas devem ser planejados para garantir segurança. A prevenção de acidentes envolve observar alturas de móveis, quinas, tomadas, circulação de água, pisos escorregadios e acesso a materiais pequenos. Além do espaço físico, o comportamento dos adultos é determinante para evitar situações de risco. Diante disso, assinale v para Verdadeiro e F para Falso:
( ) O risco de acidentes desaparece quando a sala está totalmente equipada com materiais adequados.
( ) A supervisão constante de adultos é fundamental, mesmo em ambientes preparados.
( ) Acidentes ocorrem por desatenção exclusiva das crianças.
( ) Brinquedos pequenos não oferecem risco se usados em atividades coletivas.
A legislação atual exige que profissionais da educação infantil tenham noções básicas de primeiros socorros. Situações como engasgos, quedas, queimaduras e convulsões exigem calma, conhecimento e ação imediata, seguindo protocolos corretos e acionando serviços de saúde quando necessário.
Com relação a esse tema, indique qual a lei que torna obrigatório a capacitação em primeiros socorros para funcionários de escolas e creches:
A educação infantil no Brasil é orientada por princípios que entendem a criança como sujeito social, histórico e cultural. Documento como a BNCC e as Diretrizes Curriculares Nacionais defendem práticas pedagógicas que valorizam a brincadeira, a exploração e a participação ativa das crianças na construção de conhecimentos.
Diante disso, é correto afirmar: