Questões de Concurso Público Prefeitura de Francisco Alves - PR 2025 para Médico
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Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
“[...] Atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.” (4º parágrafo)
A palavra sublinhada poderia ser substituída, sem prejuízo ao contexto, por:
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
“[...] As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. [...]” (3º parágrafo)
Nesse segmento do texto, encontramos:
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
Nessa passagem, a expressão “a cerca de” foi bem empregada. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que o termo homônimo também está adequadamente empregado.
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.
A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.
Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.
Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.
Considerando-se a estruturação linguística do 2º parágrafo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) O termo “Tejo” exerce função sintática de aposto.
( ) As expressões “da capital” e “de fumaça” exercem, respectivamente, funções sintáticas de complemento nominal e adjunto adnominal.
( ) O termo “por um tsunami”, sintaticamente, é um objeto indireto da forma verbal “foram seguidos”.
( ) A expressão “pelo grande número de velas” funciona, sintaticamente, como agente da passiva.
Sobre a pontuação, analisar os itens.
I. Em “Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line”, as vírgulas separam núcleos do sujeito composto.
II. Na frase “Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada”, a vírgula separa um adjunto adverbial de longa extensão deslocado.
III. Em “O número de pessoas cujo trabalho é informar online cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver”, a vírgula é empregada antes da conjunção aditiva em razão de que as duas orações têm sujeitos diferentes.
Está CORRETO o que se afirma:
A imagem abaixo representa um ônibus de viagem e os assentos livres e ocupados. Com base na imagem, assinalar a alternativa CORRETA.

Uma pesquisadora está estudando uma população de mosquitos em uma área de laboratório. No primeiro mês, a população de mosquitos é de 50. A cada mês, o número de mosquitos triplica em relação ao mês anterior, devido à rápida reprodução. Qual será a população de mosquitos no 4º mês?
Robson, Rodrigo, Roger e Ronaldo são amigos desde a infância. Suas idades são consecutivas e hoje somam 90 anos. Considerando-se que os nomes estão dispostos em ordem crescente de idade, assinalar a alternativa CORRETA.
A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo e também um dos biomas mais diversos do planeta, está constantemente ameaçada por atividades humanas que degradam seus ambientes naturais. Com o aumento da perda florestal, a Amazônia pode chegar ao que estudiosos chamam de “ponto de não retorno”, que significa:
Os sistemas operacionais fornecem uma série de recursos que visam facilitar a organização, o armazenamento e o gerenciamento de arquivos e tarefas. No caso do Windows 10, diversas funcionalidades foram incorporadas para otimizar o uso do ambiente de trabalho e a segurança das informações do usuário. Considerando as características do sistema operacional Windows 10, analisar os itens.
I. Permite a criação de múltiplas áreas de trabalho virtuais para um mesmo usuário.
II. Não oferece recursos de backup, pois todos os dados ficam armazenados automaticamente na nuvem da Microsoft.
III. O seu gerenciador de arquivos é denominado “Explorador de Arquivos”, substituindo a nomenclatura “Windows Explorer” utilizada em versões anteriores.
Está CORRETO o que se afirma:
No Microsoft Word 2019, a “Faixa de Opções” é a barra de ferramentas que aparece no topo da janela do programa. Essa faixa é dividida em guias, como “Página Inicial”, “Inserir”, “Layout”, “Referências”, “Revisão” e “Exibição”. Assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o caminho para personalizar a “Faixa de Opções”.