Questões de Concurso Público PROCEMPA 2022 para Analista de Tecnologia da Informação e Comunicação - Designer

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Q4340992 Português
Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA 


    Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.

    Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.

    A datação por radiocarbono realizada em 2008 nos sedimentos onde os fósseis foram encontrados indicou que eles tinham cerca de 14 mil anos — o que significa que eles eram de um período de tempo em que o Homo sapiens (humanos modernos) havia migrado para muitas partes do mundo.

    No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, que questionaram a que espécie de humano os fósseis pertenciam.

     A forma do crânio lembrava a dos neandertais – uma população humana arcaica que desapareceu há cerca de 40 mil anos — e parecia que o cérebro seria menor do que o dos humanos modernos.

    Como resultado, alguns especialistas em evolução humana pensaram que o crânio provavelmente pertencia a uma população híbrida de humanos arcaicos e modernos ou talvez a uma espécie humana anteriormente desconhecida que existia ao lado da nossa. Pesquisadores deram ao grupo o nome Red Deer People.

    Agora, cientistas chineses extraíram material genético da calota craniana e sequenciaram o DNA. Eles descobriram que o crânio pertencia a um indivíduo do sexo feminino, que provavelmente era um ancestral humano direto — um membro do Homo sapiens — e não um tipo de humano anteriormente desconhecido.

    “A técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa”, disse Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, em um comunicado à imprensa.

    “Isso nos diz definitivamente que o povo da Caverna Red Deer eram humanos modernos em vez de uma espécie arcaica, como neandertais ou denisovanos, apesar de suas características morfológicas incomuns”. Su e seus colegas compartilharam suas descobertas em um estudo publicado na revista Current Biology.

    A análise do genoma revelou que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano semelhantes aos encontrados em humanos modernos — sugerindo que eles não faziam parte de uma população híbrida que cruzava entre si.

    O DNA dos denisovanos, um grupo pouco compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais vive em alguns humanos hoje. Isso porque há muito tempo nossos ancestrais Homo sapiens encontraram esses grupos à medida que se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com eles.


(Fonte: CNN Brasil - adaptado.)
Em conformidade com o texto, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Em um comunicado à imprensa, Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, disse que a técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa.
(_) Ao analisar o genoma, foi revelado que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano distinto dos encontrados em humanos modernos.
(_) O DNA dos denisovanos, um grupo bastante compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais não vive em alguns humanos hoje. Isso aconteceu porque, à medida que os denisovanos se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com neandertais.
Alternativas
Q4340993 Português
Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA 


    Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.

    Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.

    A datação por radiocarbono realizada em 2008 nos sedimentos onde os fósseis foram encontrados indicou que eles tinham cerca de 14 mil anos — o que significa que eles eram de um período de tempo em que o Homo sapiens (humanos modernos) havia migrado para muitas partes do mundo.

    No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, que questionaram a que espécie de humano os fósseis pertenciam.

     A forma do crânio lembrava a dos neandertais – uma população humana arcaica que desapareceu há cerca de 40 mil anos — e parecia que o cérebro seria menor do que o dos humanos modernos.

    Como resultado, alguns especialistas em evolução humana pensaram que o crânio provavelmente pertencia a uma população híbrida de humanos arcaicos e modernos ou talvez a uma espécie humana anteriormente desconhecida que existia ao lado da nossa. Pesquisadores deram ao grupo o nome Red Deer People.

    Agora, cientistas chineses extraíram material genético da calota craniana e sequenciaram o DNA. Eles descobriram que o crânio pertencia a um indivíduo do sexo feminino, que provavelmente era um ancestral humano direto — um membro do Homo sapiens — e não um tipo de humano anteriormente desconhecido.

    “A técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa”, disse Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, em um comunicado à imprensa.

    “Isso nos diz definitivamente que o povo da Caverna Red Deer eram humanos modernos em vez de uma espécie arcaica, como neandertais ou denisovanos, apesar de suas características morfológicas incomuns”. Su e seus colegas compartilharam suas descobertas em um estudo publicado na revista Current Biology.

    A análise do genoma revelou que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano semelhantes aos encontrados em humanos modernos — sugerindo que eles não faziam parte de uma população híbrida que cruzava entre si.

    O DNA dos denisovanos, um grupo pouco compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais vive em alguns humanos hoje. Isso porque há muito tempo nossos ancestrais Homo sapiens encontraram esses grupos à medida que se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com eles.


(Fonte: CNN Brasil - adaptado.)
No trecho “No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, [...]” o verbo sublinhado é classificado, quanto à transitividade, como:
Alternativas
Q4340994 Português
Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA 


    Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.

    Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.

    A datação por radiocarbono realizada em 2008 nos sedimentos onde os fósseis foram encontrados indicou que eles tinham cerca de 14 mil anos — o que significa que eles eram de um período de tempo em que o Homo sapiens (humanos modernos) havia migrado para muitas partes do mundo.

    No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, que questionaram a que espécie de humano os fósseis pertenciam.

     A forma do crânio lembrava a dos neandertais – uma população humana arcaica que desapareceu há cerca de 40 mil anos — e parecia que o cérebro seria menor do que o dos humanos modernos.

    Como resultado, alguns especialistas em evolução humana pensaram que o crânio provavelmente pertencia a uma população híbrida de humanos arcaicos e modernos ou talvez a uma espécie humana anteriormente desconhecida que existia ao lado da nossa. Pesquisadores deram ao grupo o nome Red Deer People.

    Agora, cientistas chineses extraíram material genético da calota craniana e sequenciaram o DNA. Eles descobriram que o crânio pertencia a um indivíduo do sexo feminino, que provavelmente era um ancestral humano direto — um membro do Homo sapiens — e não um tipo de humano anteriormente desconhecido.

    “A técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa”, disse Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, em um comunicado à imprensa.

    “Isso nos diz definitivamente que o povo da Caverna Red Deer eram humanos modernos em vez de uma espécie arcaica, como neandertais ou denisovanos, apesar de suas características morfológicas incomuns”. Su e seus colegas compartilharam suas descobertas em um estudo publicado na revista Current Biology.

    A análise do genoma revelou que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano semelhantes aos encontrados em humanos modernos — sugerindo que eles não faziam parte de uma população híbrida que cruzava entre si.

    O DNA dos denisovanos, um grupo pouco compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais vive em alguns humanos hoje. Isso porque há muito tempo nossos ancestrais Homo sapiens encontraram esses grupos à medida que se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com eles.


(Fonte: CNN Brasil - adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta o mesmo tempo e modo verbal que o verbo sublinhado em “Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA”: 
Alternativas
Q4340995 Português
Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA 


    Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.

    Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.

    A datação por radiocarbono realizada em 2008 nos sedimentos onde os fósseis foram encontrados indicou que eles tinham cerca de 14 mil anos — o que significa que eles eram de um período de tempo em que o Homo sapiens (humanos modernos) havia migrado para muitas partes do mundo.

    No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, que questionaram a que espécie de humano os fósseis pertenciam.

     A forma do crânio lembrava a dos neandertais – uma população humana arcaica que desapareceu há cerca de 40 mil anos — e parecia que o cérebro seria menor do que o dos humanos modernos.

    Como resultado, alguns especialistas em evolução humana pensaram que o crânio provavelmente pertencia a uma população híbrida de humanos arcaicos e modernos ou talvez a uma espécie humana anteriormente desconhecida que existia ao lado da nossa. Pesquisadores deram ao grupo o nome Red Deer People.

    Agora, cientistas chineses extraíram material genético da calota craniana e sequenciaram o DNA. Eles descobriram que o crânio pertencia a um indivíduo do sexo feminino, que provavelmente era um ancestral humano direto — um membro do Homo sapiens — e não um tipo de humano anteriormente desconhecido.

    “A técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa”, disse Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, em um comunicado à imprensa.

    “Isso nos diz definitivamente que o povo da Caverna Red Deer eram humanos modernos em vez de uma espécie arcaica, como neandertais ou denisovanos, apesar de suas características morfológicas incomuns”. Su e seus colegas compartilharam suas descobertas em um estudo publicado na revista Current Biology.

    A análise do genoma revelou que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano semelhantes aos encontrados em humanos modernos — sugerindo que eles não faziam parte de uma população híbrida que cruzava entre si.

    O DNA dos denisovanos, um grupo pouco compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais vive em alguns humanos hoje. Isso porque há muito tempo nossos ancestrais Homo sapiens encontraram esses grupos à medida que se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com eles.


(Fonte: CNN Brasil - adaptado.)
No trecho “Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.”, temos:
Alternativas
Q4340996 Português
Fósseis de 14 mil anos achados na China têm identidade revelada após análise de DNA 


    Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.

    Em 1989, um osso da coxa e parte de um crânio foram encontrados em uma caverna na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país.

    A datação por radiocarbono realizada em 2008 nos sedimentos onde os fósseis foram encontrados indicou que eles tinham cerca de 14 mil anos — o que significa que eles eram de um período de tempo em que o Homo sapiens (humanos modernos) havia migrado para muitas partes do mundo.

    No entanto, as características primitivas dos ossos incomodaram os cientistas, que questionaram a que espécie de humano os fósseis pertenciam.

     A forma do crânio lembrava a dos neandertais – uma população humana arcaica que desapareceu há cerca de 40 mil anos — e parecia que o cérebro seria menor do que o dos humanos modernos.

    Como resultado, alguns especialistas em evolução humana pensaram que o crânio provavelmente pertencia a uma população híbrida de humanos arcaicos e modernos ou talvez a uma espécie humana anteriormente desconhecida que existia ao lado da nossa. Pesquisadores deram ao grupo o nome Red Deer People.

    Agora, cientistas chineses extraíram material genético da calota craniana e sequenciaram o DNA. Eles descobriram que o crânio pertencia a um indivíduo do sexo feminino, que provavelmente era um ancestral humano direto — um membro do Homo sapiens — e não um tipo de humano anteriormente desconhecido.

    “A técnica de DNA antigo é uma ferramenta realmente poderosa”, disse Bing Su, professor do Instituto Kunming de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, que esteve envolvido na pesquisa, em um comunicado à imprensa.

    “Isso nos diz definitivamente que o povo da Caverna Red Deer eram humanos modernos em vez de uma espécie arcaica, como neandertais ou denisovanos, apesar de suas características morfológicas incomuns”. Su e seus colegas compartilharam suas descobertas em um estudo publicado na revista Current Biology.

    A análise do genoma revelou que o indivíduo ao qual os ossos pertenciam tinha níveis de ancestralidade neandertal e denisovano semelhantes aos encontrados em humanos modernos — sugerindo que eles não faziam parte de uma população híbrida que cruzava entre si.

    O DNA dos denisovanos, um grupo pouco compreendido de humanos arcaicos, e dos neandertais vive em alguns humanos hoje. Isso porque há muito tempo nossos ancestrais Homo sapiens encontraram esses grupos à medida que se espalhavam pelo mundo e se reproduziam com eles.


(Fonte: CNN Brasil - adaptado.)
O trecho “Um mistério em torno de fósseis humanos encontrados em uma caverna na China foi resolvido pelo sequenciamento de DNA, de acordo com um novo estudo, e pode abrir espaço para discussões sobre a ascendência dos primeiros americanos.” é reescrito, mantendo o sentido original, em:
Alternativas
Q4340997 Português
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4340998 Português
Em relação à regência nominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) O artigo estava anteposto a um substantivo comum.
(_) Um soldado caiu, esvaído em sangue.
(_) Aqueles versos eram uma reminiscência de outro autor. 
Alternativas
Q4340999 Português
Em relação ao uso da crase, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4341001 Português
Sobre o uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4347182 Não definido
A cor-pigmento é a substância material constituinte do objeto e é denominada de acordo com a sua natureza química. Ela pode absorver, refratar ou refletir os raios luminosos componentes da luz incidente. Qual o nome do processo descrito?
Alternativas
Q4347183 Não definido
A tipografia é a forma visual de uma escrita. Existem 4 classificações tipográficas seguindo os padrões tradicionais: a tipografia com serifa, sem serifa, cursiva e dingbat. Sobre a tipografia, analisar os itens abaixo:
I. As fontes sem serifa são mais utilizadas em arquivos digitais, pois elas são mais fáceis de visualizar nas telas.
II. As fontes com serifas são mais indicadas para livros e para textos longos impressos, pois são mais confortáveis para a leitura em continuidade.
III. As fontes cursivas são mais próximas à caligrafia manual, possuindo ornamentos e detalhes nos caracteres.



Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4347184 Não definido
Com o desenvolvimento dos softwares de animações, a prática começou a fazer mais parte dos projetos de design, como em vinhetas e até mesmo em identidade visual. Um dos principais conceitos da animação é a expressão da física de peso e volume de um corpo em movimento. Todo objeto tem a sua forma alterada quando está em ação de deslocamento. Por exemplo, uma bola de borracha que cai no chão, tem a sua forma alterada durante a animação. Quando ela cair, ela irá se estender conforme ganha velocidade, e, ao colidir com o solo, ela irá se espremer. Qual o nome do princípio de animação descrito?
Alternativas
Q4347185 Não definido
O pixel é o menor elemento de uma imagem digital, eles são apresentados por unidade, geralmente ponto por polegada (ppi - pixels per inch). Nos softwares de imagem, a resolução e as dimensões em pixels são interdependentes. A qualidade de detalhe de uma imagem depende da dimensão dos pixels, enquanto que a resolução da imagem controla quanto espaço há entre os pixels na impressão. Sobre a resolução da imagem, analisar os itens abaixo:

I. Uma imagem de alta resolução usualmente reproduz mais detalhes e uma transição de cores mais suave, do que uma imagem de baixa resolução.

II. Deve-se assumir uma resolução de 72 dpi, caso pretenda imagens para distribuição na Web, pois assim garante que todas são visualizadas com qualidade.

III. Incrementar a resolução de uma imagem de baixa resolução (sem decrementar a dimensão de saída) aumenta o número de pixels e melhora consideravelmente a qualidade.


Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4347186 Não definido
Introduzindo um conceito de representação independente da natureza, esse movimento iniciou uma nova tradição e modo de ver artísticos que desafiaram a quadricentenária tradição pictórica renascentista. Os desenhos e as pinturas dos artistas desse movimento evidenciam a nova abordagem da manipulação do espaço e da expressão das emoções humanas. As figuras são abstraídas em planos geométricos, e as normas clássicas para a figuração humana são abolidas. Algumas figuras são vistas simultaneamente de vários pontos de vista. Qual o nome movimento artístico descrito?
Alternativas
Q4347187 Não definido
As cores, por nós percebidas, apresentam três características fundamentais. Considerando tais características, assinalar a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q4347188 Não definido
O mundo das marcas está se expandindo cada vez mais. Existem diversas categorias que a marca pode ser classificada. Cabe ao designer analisar e estudar as possibilidades que mais se adequem a uma determinada empresa, a fim de criar a marca que mais funcione a partir das necessidades do seu cliente. Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4347189 Não definido
O design universal tem como principal objetivo desenvolver produtos, interface e ambientes que sejam utilizados pelo maior número de pessoas possíveis, sem a necessidade de adaptação. Na criação de um projeto acessível, o designer deve fazer com que a maior quantidade de pessoas sejam impactadas. Sobre o assunto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Botões que se movem e clicar e arrastar são exemplos de recursos de interface que ajudam na precisão do usuário, facilitando o uso para todas as pessoas.

(_) A hierarquia de informação é muito importante para evitar que o usuário trace percursos desnecessários na navegação.

(_) Ações definitivas, como por exemplo “enviar”, devem apresentar avisos que informem sobre as consequências e solicitem a sua confirmação.
Alternativas
Q4347190 Não definido
O manual de identidade visual é essencial para todas as marcas. Ele é um documento técnico, que contém todas as diretrizes e especificações para o uso da marca. Assim o uso fica padronizado e mantém a integridade da identidade. Sobre o manual de identidade visual, analisar os itens abaixo:

I. A área de proteção é o espaço que deve existir entre o logo e os demais elementos de uma comunicação.

II. No manual de identidade visual, devem ser apresentadas todas as cores com suas especificações em diferentes sistemas, como RGB, CMYK e Pantone.

III. É importante que no manual de identidade visual tenha a forma de como a marca se expressa, qual o tom de voz e como se comunica nos diferentes canais, como rede social, sites e até mesmo nos materiais gráficos.



Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4347191 Não definido
Ao se trabalhar com imagens no computador, podemos fazer conversões para formatos específicos dependendo da finalidade em que ela será utilizada. O que diferencia os formatos uns dos outros é a compactação, a qualidade, padrões de cores, entre outros. Sobre os tipos diferentes de formatos de imagem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: D
4: A
5: E
6: E
7: A
8: D
9: D
10: C
11: A
12: E
13: C
14: D
15: E
16: A
17: B
18: B
19: E
20: B