Questões de Concurso Público Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP 2024 para Professor - PEB II - Sociologia
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Sobre as características dos fatos sociais para Durkheim, assinale a alternativa incorreta.
Quanto à história das populações indígenas no Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Sua obra é fruto das mudanças no campo do pensamento econômico gerada pela Revolução Industrial do século XVIII, na França, na Inglaterra o Iluminismo, corrente de ideias que condenava a monarquia absoluta e o mercantilismo se difundiu na Europa, esse autor foi um dos principais críticos dos dogmas mercantilistas, pois acreditava firmemente no poder da livre concorrência, que seria para ele o grande motor da sociedade capitalista.
O texto trata de qual pensador iluminista?
A burguesia, lá onde chegou a dominação, destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Rasgou sem misericórdia todos os variegados laços feudais que prendiam o homem aos seus superiores naturais e não deixou outro laço entre homem e homem que não o do interesse nu, o do insensível "pagamento a pronto". Afogou o frêmito sagrado da exaltação pia, do entusiasmo cavalheiresco, da melancolia pequeno-burguesa, na água gelada do cálculo egoísta. Resolveu a dignidade pessoal no valor de troca e no lugar das inúmeras liberdades bem adquiridas e certificadas, pôs a liberdade única, sem escrúpulos, de comércio. Numa palavra, no lugar da exploração encoberta com ilusões políticas e religiosas, pôs a exploração seca, directa, despudorada, aberta.
A burguesia despiu da sua aparência sagrada, todas as actividades até aqui veneráveis e consideradas com pia reverência. Transformou o médico, o jurista, o padre, o poeta, o homem de ciência em trabalhadores assalariados, pagos por ela.
A burguesia arrancou a relação familiar, o seu comovente véu sentimental e reduziu-a a uma pura relação de dinheiro.”
(MARX, K; ENGELS, F. O MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA. IN: https://www.marxists.org/portugues/marx/1848/ManifestoDoPartidoComunista/cap1.htm - acessado em 18/11/2024).
Quanto ao Marxismo e à análise do capitalismo, assinale a alternativa incorreta.
Sobre os quilombos, no Brasil, é incorreto afirmar:
‘Ela exerceu protagonismo ativista em seu trabalho, sendo uma professora que, naquele início de século, praticava uma educação progressista’, comenta a socióloga e cientista política Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ).
Ela foi pioneira por trabalhar no espaço público, por dedicar-se ao conhecimento, por defender o voto das mulheres, por ter sido também juíza de futebol", acrescenta Martins. "Ela foi influenciada pelo movimento feminista daquela época, por Bertha Lutz, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Mas é complicado dizer que se tornou 'uma ativista feminista' quando olhamos o termo com os olhos de hoje. O feminismo naquela época tinha outras preocupações. Lutava pelo mínimo: para que as mulheres fossem consideradas gente, para que fossem percebidas como sujeitos de direito.”
(VEIGA, Edison. Celina Guimarães: a história da primeira brasileira a votar. In: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62100807 - acessado em 18/11/2024).
O Direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado a partir da:
Diplomou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, (1946), com especialização em Antropologia. Etnólogo do Serviço de Proteção aos Índios, dedicou os primeiros anos de vida profissional, (1947-56), ao estudo dos índios de várias tribos do país. Fundou o Museu do Índio, que dirigiu até 1947, colaborou na criação do Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena. Elaborou para a UNESCO um estudo do impacto da civilização sobre os grupos indígenas brasileiros no século XX, colaborou com a Organização Internacional do Trabalho na preparação de um manual sobre os povos aborígenes de todo o mundo. Organizou e dirigiu o primeiro curso de pós-graduação em Antropologia, foi professor de Etnologia da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, (1955-56).
Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC, (1957- 61); presidente da Associação Brasileira de Antropologia. Participou com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública por ocasião da discussão de Lei de Diretrizes e Bases da Educação; criou a Universidade de Brasília, de que foi o primeiro reitor; foi Ministro da Educação e chefe da Casa Civil do Governo João Goulart. Com o golpe militar de 64, teve os direitos políticos cassados e se exilou.
Em 1995, lançou seu mais recente livro, "O povo brasileiro", que encerra a coleção de seus Estudos de Antropologia da Civilização, além de uma compilação de seus discursos e ensaios intitulada O Brasil como problema. Lançou, ainda, um livro para adolescentes, Noções das coisas, com ilustrações de Ziraldo, considerado, em 1996, como altamente recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Em 1996, entregou à Editora Companhia das Letras, seus Diários índios, em que reproduziu anotações que fez durante dois anos de convívio e de estudo dos índios Urubu-Kaapor, da Amazônia. Seu primeiro romance, Maíra, recebeu uma edição comemorativa de seus 20 anos, incluindo resenhas e críticas de Antônio Callado, Alfredo Bosi, Antônio Houaiss, Maria Luíza Ramos e de outros especialistas em Literatura e Antropologia. Ainda nesse ano, recebeu o Prêmio Interamericano de Educação Andrés Bello, concedido pela OEA.
(In: https://www.academia.org.br/academicos/darcy-ribeiro/biografia - acessado em 18/11/2024).
O texto refere-se ao grande intelectual brasileiro:
Assinale a alternativa em desacordo com a afirmação.