Questões de Concurso Público Prefeitura de Lambari - MG 2021 para Agente Administrativo
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Perfeito. Somos?
Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros;
Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a
nossa verdadeira essência.
Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro.
(Afinal, o que é ser belo?)
Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente,
entretanto, nós mesmos queremos definir e julgar o propósito do outro.
Falamos de amor, união e fraternidade,
contudo, definimos aqueles que são “os escolhidos”;
Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemos
de exercer a verdadeira gratidão.
Quanto mais religiosos nos tornamos, menos especulativos.
Já por outro lado, quanto mais
Espiritualidade buscamos, menos religiosidade queremos,
E mais aptos
ficamos para exercer o “servir ao outro”
Sem se explicar. Na busca pelo futuro promissor,
Pela ciência a cada dia desvendando mistérios,
oferecendo mais praticidade, revelando tudo o que nos falta.
Mas o que nos falta então?
Olhar para nós mesmos, bem para dentro de nós,
Para o centro de nosso ser
E olhar para aquele que está à nossa frente
E percebemos que não somos só,
Nem somos sós
Somos nós e os nossos ambientes. Somos.
Volto a perguntar: “O que nos falta?”
Talvez um espelho
Um espelho que nos mostra que somos tão importantes
quanto ao outro, e não mais importante do que o outro.
Outros de nós mesmos.
(MENDONÇA, Túlio – Entreatos – Páginas Editora)
Perfeito. Somos?
Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros;
Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a
nossa verdadeira essência.
Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro.
(Afinal, o que é ser belo?)
Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente,
entretanto, nós mesmos queremos definir e julgar o propósito do outro.
Falamos de amor, união e fraternidade,
contudo, definimos aqueles que são “os escolhidos”;
Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemos
de exercer a verdadeira gratidão.
Quanto mais religiosos nos tornamos, menos especulativos.
Já por outro lado, quanto mais
Espiritualidade buscamos, menos religiosidade queremos,
E mais aptos
ficamos para exercer o “servir ao outro”
Sem se explicar. Na busca pelo futuro promissor,
Pela ciência a cada dia desvendando mistérios,
oferecendo mais praticidade, revelando tudo o que nos falta.
Mas o que nos falta então?
Olhar para nós mesmos, bem para dentro de nós,
Para o centro de nosso ser
E olhar para aquele que está à nossa frente
E percebemos que não somos só,
Nem somos sós
Somos nós e os nossos ambientes. Somos.
Volto a perguntar: “O que nos falta?”
Talvez um espelho
Um espelho que nos mostra que somos tão importantes
quanto ao outro, e não mais importante do que o outro.
Outros de nós mesmos.
(MENDONÇA, Túlio – Entreatos – Páginas Editora)
Perfeito. Somos?
Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros;
Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a
nossa verdadeira essência.
Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro.
(Afinal, o que é ser belo?)
Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente,
entretanto, nós mesmos queremos definir e julgar o propósito do outro.
Falamos de amor, união e fraternidade,
contudo, definimos aqueles que são “os escolhidos”;
Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemos
de exercer a verdadeira gratidão.
Quanto mais religiosos nos tornamos, menos especulativos.
Já por outro lado, quanto mais
Espiritualidade buscamos, menos religiosidade queremos,
E mais aptos
ficamos para exercer o “servir ao outro”
Sem se explicar. Na busca pelo futuro promissor,
Pela ciência a cada dia desvendando mistérios,
oferecendo mais praticidade, revelando tudo o que nos falta.
Mas o que nos falta então?
Olhar para nós mesmos, bem para dentro de nós,
Para o centro de nosso ser
E olhar para aquele que está à nossa frente
E percebemos que não somos só,
Nem somos sós
Somos nós e os nossos ambientes. Somos.
Volto a perguntar: “O que nos falta?”
Talvez um espelho
Um espelho que nos mostra que somos tão importantes
quanto ao outro, e não mais importante do que o outro.
Outros de nós mesmos.
(MENDONÇA, Túlio – Entreatos – Páginas Editora)
Nos versos acima, foram destacados alguns elementos de articulação no texto. É correto afirmar que todos os elementos exprimem:
Nesses versos há duas orações destacadas. Tais orações são, respectivamente:
— Não estou nem um pouco feliz com as tuas notas, filho.
— Eu sei, mãe. Não me dou bem nessas matérias.
Tanto a mãe quanto o filho fizeram uso de uma figura de linguagem denominada:
I. O mensageiro trouxe-nos ______________ informações sobre a situação. (bastante)
II. Os viajantes estavam _______________ cansados. (bastante)
III. Ela tem argumentos ________________ para nos convencer. (bastante)
IV.A plateia ficou ___________ revoltada. (meio)
V. Ela andou _____________ quadra e parou. (meio)
A alternativa que completa corretamente as lacunas acima, levando em consideração as regras de concordância nominal é, respectivamente:
Participaram da degustação dos pratos o organizador da competição e os jurados.
Analisando o verbo destacado, é CORRETO o que se afirma em:
Já ( ) anos que ( ) neste local árvores e flores. Hoje, só ( ) matos secos.
“Na vida não há nada mais precioso do que oferecer uma dádiva ( ) uma pessoa que você considera importante, e também ( ) entidades que cuidam de pessoas com necessidades especiais. Tudo ( ) fazer por essas pessoas é gratificante, pois só traz leveza em nossos corações.”
Em consideração do emprego de a/à, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas acima, respectivamente.