Questões de Concurso Público Prefeitura de Carrancas - MG 2023 para Soldador
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O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Eis(1) que chega um feroz lobo / À margem do tal(2) riacho"
Em relação às palavras destacadas e identificadas por números no trecho acima, apresenta-se CORRETA a seguinte afirmativa:
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Por que turvas minha água? / Quem te fez assim ousado / Pra te indispores comigo? / Tua temeridade merece castigo!"
As palavras destacadas acima, na mesma ordem em que são apresentadas, são SINÔNIMAS de
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"E, sem querer ouvir não, / O forte ao mais fraco vence ."
Analisando a oração destacada no período acima, fica CORRETA a seguinte alternativa:
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Mas sujas", disse o malvado. / "E até pior: me contaram / que falaste mal de mim / durante o ano passado!"
No trecho acima, existem palavras e expressões que introduzem os sentidos de