Questões de Concurso Público Prefeitura de Senador Canedo - GO 2026 para Analista Educacional - Língua Portuguesa

Foram encontradas 50 questões

Q4138753 Português

Leia o texto a seguir.



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Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/03/08/enfrentar-aextrema-direita-e-enfrentar-a-violencia-que-as-mulheres-ja-conhecem-diz-cidagoncalves/. Acesso em: 15 jan. 2026.



Uma campanha publicitária é construída com base em informações de natureza verbal e não verbal. Na campanha contra o feminicídio, a apresentação das informações verbais é construída a partir de

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Q4138754 Português
Texto 5

Vozes-mulheres


A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.

A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.

A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta no fundo
das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.


EVARISTO, Conceição. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/923- conceicao-evaristo-vozes-mulheres. Acesso em: 15 jan. 2025.

A voz discursiva no poema de Conceição Evaristo desperta no leitor
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Q4138755 Português
Texto 5

Vozes-mulheres


A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.

A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.

A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta no fundo
das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.


EVARISTO, Conceição. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/923- conceicao-evaristo-vozes-mulheres. Acesso em: 15 jan. 2025.

Os vocábulos compostos “vozes-mulheres” e “brancosdonos” existentes no poema de Conceição Evaristo revelam uma construção que
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Q4138756 Português
PODCAST

Bem viver nas cidades/ #3 águas urbanas


Neste episódio, uma conversa sobre águas urbanas com Raquel Ludermir, da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, da Associação Gris; e Halan Jackson de Assis, do Fórum de Juventudes do Bom Jardim. Ouça agora o 3º e último episódio da série “Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique, com a com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza. Disponível agora no Guilhotina!

Disponível em: https://diplomatique.org.br/bem-viver-nas-cidades-3-aguasurbanas/. Acesso em: 15 jan. 2026.
A nota do Le Monde Diplomatique-Brasil esclarece o leitor sobre uma série de podcasts como uma área importante do jornal. Atualmente, esses podcasts têm crescido nas redes sociais e abrangido variados públicos. Com base na Nota introdutória ao Podcast Bem viver nas cidades, é possível afirmar que a leitura sobre esse veículo informativo tem
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Q4138757 Português
PODCAST

Bem viver nas cidades/ #3 águas urbanas


Neste episódio, uma conversa sobre águas urbanas com Raquel Ludermir, da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, da Associação Gris; e Halan Jackson de Assis, do Fórum de Juventudes do Bom Jardim. Ouça agora o 3º e último episódio da série “Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique, com a com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza. Disponível agora no Guilhotina!

Disponível em: https://diplomatique.org.br/bem-viver-nas-cidades-3-aguasurbanas/. Acesso em: 15 jan. 2026.
Um dos principais propósitos sócio-discursivos do gênero Podcast é apresentar 
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Q4138758 Português
Texto 7


A música na era da velocidade: reflexões sobre consumo e experiência


Se analisarmos os desdobramentos das últimas três décadas, veremos um movimento acelerado de transformações tecnológicas e culturais, cujas tendências surgem e desaparecem em um intervalo muito curto. Vivemos na “sociedade líquida”, conforme o sociólogo Zygmunt Bauman (1925-2017), cujo vetor dominante é o da velocidade. Práticas culturais cotidianas como ler um livro ou um jornal, assistir a um filme ou ouvir um álbum de música, continuam nos informando, entretendo e alimentando, mas já não são as mesmas experiências de outrora. Hoje essas práticas aparecem fragmentadas, sintetizadas nas linguagens do ciberespaço, distantes do formato que nos provocava o desejo de mergulho profundo.
Não quero soar saudosista. Sou fascinado pelas soluções digitais e reconheço o quanto elas facilitam nossas vidas. Contudo, como lembra o pensador Edgar Morin, precisamos praticar o que ele chama de pensamento complexo. É nesse espírito que convido o leitor a refletir sobre o caso da música – uma expressão artística fugidia, noturna, de contornos indefinidos e de inapreensível imaterialidade. Diferentemente de um quadro que podemos contemplar por longos minutos, a música escapa no instante em que a ouvimos.
Os discos de vinil são exemplo emblemático. Para além da função sonora, eles condensavam um universo estético: capas elaboradas que traduzem visualmente o conceito das músicas, encartes com letras e imagens, sequências pensadas como narrativas coesas. Era um convite ao mergulho integral na obra. Após o reinado dos vinis, o fenômeno do downsizing levou ao surgimento de mídias mais compactas, como o CD, pequeno, portátil, moderno, cabia na mochila, no carro ou no discman. Em seguida vieram os mp3 players, que permitia que criássemos nossas próprias listas. A experiência musical se individualizou, fragmentando-se em canções avulsas. O tempo correu ainda mais rápido até chegarmos à era do streaming, em que plataformas e algoritmos não apenas oferecem acesso ilimitado, mas também ditam, em grande medida, o que vamos ouvir. Não se trata de negar as vantagens desse modelo. O ponto é outro: até que ponto essa abundância de opções, mediada por algoritmos, não torna nossas relações mais superficiais?
A música se abre a múltiplas formas de fruição. Alguns a escutam como pano de fundo para atividades diárias. Outros, com fones de ouvido, mergulham em melodias e harmonias. Há quem explore playlists com canções de artistas variados, e há quem prefira a imersão no vinil, interagindo intensamente com capas e letras. Nenhum desses modos é superior. Como diria Wittgenstein, há uma forma de ouvir – e há outra forma de ouvir. O que me interessa sublinhar é a complexidade dessa arte tão profundamente entrelaçada às nossas memórias afetivas e às nossas histórias de vida. Não há problema em consumir música em um ambiente midiático hiperdinâmico e supersaturado de estímulos, desde que não nos esqueçamos do impacto transformador que ela possui. Mesmo em meio à rotina acelerada, com smartphones sempre à mão, podemos abrir nosso serviço de streaming favorito e nos entregar à contemplação de uma obra. Não importa o formato: vinil, CD, mp3 ou playlist. O essencial é cultivar o espaço para que a música continue sendo aquilo que sempre foi – uma das experiências mais intensas de habitar o mundo.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/a-musica-na-era-da-velocidadereflexoes-sobre-consumo-e-experiencia/ Acesso em: 10 jan. 2026. [Adaptado].
Diante de uma sociedade “líquida” como descrita no artigo, o autor argumenta que a música apresenta um caráter de
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Q4138759 Português
Texto 7


A música na era da velocidade: reflexões sobre consumo e experiência


Se analisarmos os desdobramentos das últimas três décadas, veremos um movimento acelerado de transformações tecnológicas e culturais, cujas tendências surgem e desaparecem em um intervalo muito curto. Vivemos na “sociedade líquida”, conforme o sociólogo Zygmunt Bauman (1925-2017), cujo vetor dominante é o da velocidade. Práticas culturais cotidianas como ler um livro ou um jornal, assistir a um filme ou ouvir um álbum de música, continuam nos informando, entretendo e alimentando, mas já não são as mesmas experiências de outrora. Hoje essas práticas aparecem fragmentadas, sintetizadas nas linguagens do ciberespaço, distantes do formato que nos provocava o desejo de mergulho profundo.
Não quero soar saudosista. Sou fascinado pelas soluções digitais e reconheço o quanto elas facilitam nossas vidas. Contudo, como lembra o pensador Edgar Morin, precisamos praticar o que ele chama de pensamento complexo. É nesse espírito que convido o leitor a refletir sobre o caso da música – uma expressão artística fugidia, noturna, de contornos indefinidos e de inapreensível imaterialidade. Diferentemente de um quadro que podemos contemplar por longos minutos, a música escapa no instante em que a ouvimos.
Os discos de vinil são exemplo emblemático. Para além da função sonora, eles condensavam um universo estético: capas elaboradas que traduzem visualmente o conceito das músicas, encartes com letras e imagens, sequências pensadas como narrativas coesas. Era um convite ao mergulho integral na obra. Após o reinado dos vinis, o fenômeno do downsizing levou ao surgimento de mídias mais compactas, como o CD, pequeno, portátil, moderno, cabia na mochila, no carro ou no discman. Em seguida vieram os mp3 players, que permitia que criássemos nossas próprias listas. A experiência musical se individualizou, fragmentando-se em canções avulsas. O tempo correu ainda mais rápido até chegarmos à era do streaming, em que plataformas e algoritmos não apenas oferecem acesso ilimitado, mas também ditam, em grande medida, o que vamos ouvir. Não se trata de negar as vantagens desse modelo. O ponto é outro: até que ponto essa abundância de opções, mediada por algoritmos, não torna nossas relações mais superficiais?
A música se abre a múltiplas formas de fruição. Alguns a escutam como pano de fundo para atividades diárias. Outros, com fones de ouvido, mergulham em melodias e harmonias. Há quem explore playlists com canções de artistas variados, e há quem prefira a imersão no vinil, interagindo intensamente com capas e letras. Nenhum desses modos é superior. Como diria Wittgenstein, há uma forma de ouvir – e há outra forma de ouvir. O que me interessa sublinhar é a complexidade dessa arte tão profundamente entrelaçada às nossas memórias afetivas e às nossas histórias de vida. Não há problema em consumir música em um ambiente midiático hiperdinâmico e supersaturado de estímulos, desde que não nos esqueçamos do impacto transformador que ela possui. Mesmo em meio à rotina acelerada, com smartphones sempre à mão, podemos abrir nosso serviço de streaming favorito e nos entregar à contemplação de uma obra. Não importa o formato: vinil, CD, mp3 ou playlist. O essencial é cultivar o espaço para que a música continue sendo aquilo que sempre foi – uma das experiências mais intensas de habitar o mundo.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/a-musica-na-era-da-velocidadereflexoes-sobre-consumo-e-experiencia/ Acesso em: 10 jan. 2026. [Adaptado].
No artigo, o autor faz referência a alguns outros pensadores. O propósito dessas citações é recorrer 
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Q4138760 Linguística
Texto 7


A música na era da velocidade: reflexões sobre consumo e experiência


Se analisarmos os desdobramentos das últimas três décadas, veremos um movimento acelerado de transformações tecnológicas e culturais, cujas tendências surgem e desaparecem em um intervalo muito curto. Vivemos na “sociedade líquida”, conforme o sociólogo Zygmunt Bauman (1925-2017), cujo vetor dominante é o da velocidade. Práticas culturais cotidianas como ler um livro ou um jornal, assistir a um filme ou ouvir um álbum de música, continuam nos informando, entretendo e alimentando, mas já não são as mesmas experiências de outrora. Hoje essas práticas aparecem fragmentadas, sintetizadas nas linguagens do ciberespaço, distantes do formato que nos provocava o desejo de mergulho profundo.
Não quero soar saudosista. Sou fascinado pelas soluções digitais e reconheço o quanto elas facilitam nossas vidas. Contudo, como lembra o pensador Edgar Morin, precisamos praticar o que ele chama de pensamento complexo. É nesse espírito que convido o leitor a refletir sobre o caso da música – uma expressão artística fugidia, noturna, de contornos indefinidos e de inapreensível imaterialidade. Diferentemente de um quadro que podemos contemplar por longos minutos, a música escapa no instante em que a ouvimos.
Os discos de vinil são exemplo emblemático. Para além da função sonora, eles condensavam um universo estético: capas elaboradas que traduzem visualmente o conceito das músicas, encartes com letras e imagens, sequências pensadas como narrativas coesas. Era um convite ao mergulho integral na obra. Após o reinado dos vinis, o fenômeno do downsizing levou ao surgimento de mídias mais compactas, como o CD, pequeno, portátil, moderno, cabia na mochila, no carro ou no discman. Em seguida vieram os mp3 players, que permitia que criássemos nossas próprias listas. A experiência musical se individualizou, fragmentando-se em canções avulsas. O tempo correu ainda mais rápido até chegarmos à era do streaming, em que plataformas e algoritmos não apenas oferecem acesso ilimitado, mas também ditam, em grande medida, o que vamos ouvir. Não se trata de negar as vantagens desse modelo. O ponto é outro: até que ponto essa abundância de opções, mediada por algoritmos, não torna nossas relações mais superficiais?
A música se abre a múltiplas formas de fruição. Alguns a escutam como pano de fundo para atividades diárias. Outros, com fones de ouvido, mergulham em melodias e harmonias. Há quem explore playlists com canções de artistas variados, e há quem prefira a imersão no vinil, interagindo intensamente com capas e letras. Nenhum desses modos é superior. Como diria Wittgenstein, há uma forma de ouvir – e há outra forma de ouvir. O que me interessa sublinhar é a complexidade dessa arte tão profundamente entrelaçada às nossas memórias afetivas e às nossas histórias de vida. Não há problema em consumir música em um ambiente midiático hiperdinâmico e supersaturado de estímulos, desde que não nos esqueçamos do impacto transformador que ela possui. Mesmo em meio à rotina acelerada, com smartphones sempre à mão, podemos abrir nosso serviço de streaming favorito e nos entregar à contemplação de uma obra. Não importa o formato: vinil, CD, mp3 ou playlist. O essencial é cultivar o espaço para que a música continue sendo aquilo que sempre foi – uma das experiências mais intensas de habitar o mundo.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/a-musica-na-era-da-velocidadereflexoes-sobre-consumo-e-experiencia/ Acesso em: 10 jan. 2026. [Adaptado].
No artigo, o autor utiliza uma sequência de termos indicativos de empréstimos linguísticos, cuja função no texto é
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Q4138761 Português
Leia o texto a seguir.
A hora e vez do Português Brasileiro
A sociedade brasileira tem-se caracterizado nos últimos 30 anos por uma enorme mobilidade, causada pela intensa urbanização e pela expansão da fronteira agrícola. No começo do século passado, apenas 8% da população habitavam as cidades, porcentagem que passou para 36% nos anos 50, 67,6% nos anos 80, e pouco mais de 80% no final do século. Nos dois casos, passam a conviver brasileiros de regiões geográficas diferentes, usuários de falares igualmente diferentes. No caso daqueles que se deslocam para as capitais, como é o caso de Brasília e de São Paulo, para ficar apenas com dois exemplos, tem-se observado que quem chega ou procura outros conterrâneos, isolando-se com eles da sociedade envolvente, ou procura integrar-se em seu novo meio. Os primeiros conservam os traços típicos de seu falar. Os segundos apagam os traços mais salientes de seu falar, o que tem permitido descobrir o que eles mesmos consideram mais típico, mais característico. Já se notou que os candangos nordestinos de Brasília se livram logo das vogais pretônicas abertas, como em còronel, èvidentemente, etc.
CASTILHO, Ataliba. A hora e a vez do Português Brasileiro. Museu da Língua, Portuguesa: São Paulo, 2017, p. 21-22.

No texto, destaca-se a compreensão de que a variação linguística no Português do Brasil apresenta 
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Q4138762 Educação Artística

Analise a imagem a seguir.


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A foto de Andrew McCarthy, intitulada “A queda de Ícaro”, que faz referência ao mito grego em que Ícaro cai ao voar muito próximo ao Sol, foi considerada uma das fotos mais significativas do ano de 2025. A qualidade do texto imagético é expressa pela

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Respostas
21: B
22: D
23: B
24: D
25: C
26: B
27: A
28: D
29: B
30: C