Questões de Concurso Público Prefeitura de Flores de Goiás - GO 2025 para Professor(a) P-2 Língua Portuguesa - Zona Rural
Foram encontradas 17 questões
Leia o texto para responder a questão.
No avião, ouço a voz da comissária: "Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem." Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Villegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase "Estamos próximos à decolagem".
Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer "Dentro de instantes iremos decolar". Ou "Estamos perto de decolar". Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é "perto". As pessoas agora dizem "Estou próximo de sair", não "perto de sair", "Estou próximo de conseguir emprego", não "perto de conseguir emprego".

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No avião, ouço a voz da comissária: "Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem." Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Villegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase "Estamos próximos à decolagem".
Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer "Dentro de instantes iremos decolar". Ou "Estamos perto de decolar". Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é "perto". As pessoas agora dizem "Estou próximo de sair", não "perto de sair", "Estou próximo de conseguir emprego", não "perto de conseguir emprego".

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No avião, ouço a voz da comissária: "Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem." Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Villegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase "Estamos próximos à decolagem".
Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer "Dentro de instantes iremos decolar". Ou "Estamos perto de decolar". Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é "perto". As pessoas agora dizem "Estou próximo de sair", não "perto de sair", "Estou próximo de conseguir emprego", não "perto de conseguir emprego".

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No avião, ouço a voz da comissária: "Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem." Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Villegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase "Estamos próximos à decolagem".
Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer "Dentro de instantes iremos decolar". Ou "Estamos perto de decolar". Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é "perto". As pessoas agora dizem "Estou próximo de sair", não "perto de sair", "Estou próximo de conseguir emprego", não "perto de conseguir emprego".

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No avião, ouço a voz da comissária: "Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem." Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Villegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase "Estamos próximos à decolagem".
Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer "Dentro de instantes iremos decolar". Ou "Estamos perto de decolar". Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é "perto". As pessoas agora dizem "Estou próximo de sair", não "perto de sair", "Estou próximo de conseguir emprego", não "perto de conseguir emprego".

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Estudar a língua é, então, tentar detectar os compromissos que se criam por meio da fala e as condições que devem ser preenchidas por um falante para falar de certa forma em determinada situação concreta de interação.
GERALDI, João Wanderley. Concepções de linguagem e ensino de português. In.: GERALDI, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2011, p. 35.
Sabendo que é por meio da linguagem que as nossas atividades são realizadas no mundo social, em situações concretas, a concepção de linguagem que subjaz ao texto e que se encontra manifestada nos documentos parametrizados, com foco para o ensino de português, tem a linguagem concebida como
Leia o Texto para responder a questão.
A escola parece ainda não ter conseguido se adaptar às exigências do mundo moderno, no que se refere ao tratamento dado à literatura. Esta ainda é trabalhada, de modo geral, como objeto autônomo, distante das interferências criativas dos alunos-leitores, visto que são priorizadas análises tradicionais que desmotivam a leitura por prazer e enfatizam a leitura como uma forma de obrigação, sempre atrelada aos exercícios escolares.
MARTINS, Ivanda. A literatura no ensino médio. In.: BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia. Português no ensino médio e formação de professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006, p. 101.
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De um modo poético, podíamos dizer que a língua, como todas as formas de comportamento do ser humano, palpita, cresce, torna-se flexível e colorida, expande-se, enfim, vive. E isso só acontece porque usamos a língua para comunicar com os outros e conosco mesmos. [...] E como todo ser humano muda durante a vida – embora nem sempre sinta essa mudança –, também a língua que nos acompanha muda e se adapta às novas necessidades, mantendo, no entanto, a sua identidade.
MATEUS, Maria Helena Mira; CARDEIRA, Esperança. Norma e Variação. Lisboa: Caminho, 2007, p. 43.
Na mudança linguística, segundo o texto, a variação linguística
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No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a voz dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então, se a criança muda a função de um verbo, ele
delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos –
O verbo tem que pegar delírio.
BARROS, Manoel de. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Record, 1993.
Um texto não é um sistema fechado, como se concebia anteriormente. Um texto é carregado de influências várias, de múltiplas citações. Ao analisar o texto à luz das concepções modernas da estruturação discursiva/textual, é possível depreender que sua constituição composicional parte de um já-dito, portanto, o sentido do texto pode ser explicado a partir dos mecanismos da
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Segundo Perini (1997), é necessário destacar os principais problemas no ensino de gramática: objetivos mal colocados, metodologia inadequada e falta de organização lógica da matéria. Se, com relação a este último ponto, o professor não pode fazer muito, já que a tarefa de atualizar e organizar a gramática caberia a linguistas e gramáticos, no que se refere aos dois primeiros, será ele essencial para a adoção de uma abordagem mais adequada.

Antes de qualquer análise específica sobre a prática docente em sala de aula, é fundamental reconhecer que toda metodologia de ensino está vinculada a uma escolha política, a qual envolve uma teoria sobre a compreensão e interpretação da realidade, bem como os métodos empregados no ambiente escolar. No que toca ao ensino de gramática, pode-se conjecturar que o problema não é o seu ensino, mas sua concepção e o método de trabalho. Sendo assim, o ensino gramatical produtivo é aquele cujo objetivo em si é
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O trabalho de leitura do texto, da interpretação, do entendimento requer o discernimento metodológico. E interpretar é, em grande parte, usar a capacidade intelectual de superação do esqueleto do conhecimento objetivamente estabelecido respectivamente. O momento decisivo da leitura pressupõe o exercício intelectual de perceber, compreender e julgar, contudo, o juízo, não é julgamento puro e simples, mas avaliação, reconhecimento e definição de valor.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 7.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1993, v.1, p. 31. [Adaptado].
Antonio Candido evidencia, em sua prática reflexiva acerca da formação da literatura brasileira, a legitimidade de se abordar a literatura a partir de um ponto de vista histórico, sem renunciar à consideração estética. Além disso, o autor menciona que a literatura não é apenas uma coleção de textos isolados, para tanto, explicitando sua concepção de literatura, que é compreendida como sendo