Questões de Concurso Público Prefeitura de Flores de Goiás - GO 2025 para Professor(a) P-2 Ciências Biológicas - Zona Rural
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Leia o texto a seguir.
O período de fim do Império e início da República assistiu a uma relativa urbanização do nosso país, e os grupos que estiveram junto com os militares na idealização e construção do novo regime vieram de setores sociais urbanos que privilegiavam, de certo modo, as carreiras de trabalho mais dependentes da posse de certa escolarização, as carreiras menos afeitas ao trabalho braçal. Associado a isso e ao clima de inovação política, surgiu então a motivação para que nossos intelectuais – de todos os níveis e projeções – viessem a discutir a necessidade de abertura de escolas.
GUIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da Educação Brasileira. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2008, p. 32. [Adaptado].
Nesse contexto, durante a Primeira República, surgiram dois grandes movimentos de ideias a respeito da necessidade de abertura e aperfeiçoamento de escolas. São eles:
Leia o texto a seguir.
O ensino de ciências deve ser problematizador não só das condições materiais que estão postas à sua efetivação, mas também da própria estrutura lógica interna do conhecimento científico. A/o educadora/o deve ter acesso à dinâmica de produção do conhecimento de modo a mediá-lo com maior clareza conceitual e entendimento da ciência não só como produto, mas como processo. Essas questões devem ser levadas para a sala de aula, a fim de estabelecer um esclarecimento epistemológico acerca desse saber, revelando a ciência como um conhecimento humanamente construído e não como algo distante, independente e transcendente.
PINHEIRO, B. C. S. et al. A reforma do “novo Ensino Médio”: uma interpretação para o ensino de ciências com base na pedagogia históricocrítica. Debates em Educação, [S.L.], v. 12, n. 26, p. 242-260, 6 abr. 2020.
O fragmento textual exposto sustenta a ideia de que o ensino de ciências