O Serviço Social brasileiro construiu, nas últimas décadas,
uma importante maturidade teórico-metodológica e éticopolítica, bem como uma densa legitimidade acadêmica que
é fruto das lutas coletivas engendradas no interior
profissional, de todas as construções e todos os acúmulos
realizados pelos profissionais, estudantes e pesquisadores
da área. Nesse diapasão, Mota (2016) evidencia que as
dimensões teórica, ideopolítica e intelectual da profissão são
responsáveis por um acervo de conhecimentos que se
apresenta como um vasto campo de resistência teóricopolítico e ideológico frente ao conservadorismo, ao
pragmatismo e à pós-modernidade no âmbito das ciências
sociais. Por isso, o Serviço Social também se apresenta