Questões de Concurso Público Prefeitura de Rialma - GO 2022 para Auxiliar de Saúde Bucal

Questões Discursivas

Foram encontradas 30 questões

Q4204378 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

No texto, o momento do dia apropriado para contar histórias é
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Q4204379 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

Para contar e ouvir histórias é necessário estar com 
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Q4204380 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

De acordo com a anciã, a vida é cheia de
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Q4204381 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

A anciã entende que a aprendizagem ocorre entre 
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Q4204382 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

No mundo da anciã, contar histórias dos animais para as crianças é uma forma de
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Q4204383 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

No texto, os termos “velha” e “anciã” são usados com o mesmo sentido. Esse é um caso de
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Q4204384 Não definido

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

No primeiro parágrafo, o emprego de aspas duplas no enunciado “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história” tem a função de 
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Q4204385 Português

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Texto 1



A onça e a raposa



Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.



– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.



– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.



– Como assim? – alguém questionou.



A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar. 




MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32. 

O uso da vírgula em “– E como a gente consegue isso, vovó?” indica que “vovó” é
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Q4204386 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


q_9 e 10.png (316×450)


O texto mostra que os seres humanos
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Q4204387 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


q_9 e 10.png (316×450)


O texto mostra que o menino aprendeu que
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Q4204388 Matemática Financeira
No dia 1o do mês de junho de 2020, um cliente depositou R$ 1 000,00 em sua conta de poupança. Após trinta dias, esse valor foi corrigido, multiplicando-o por 0,0013, e adicionado ao valor depositado. Em seguida, ele depositou mais mil reais na mesma conta.

Qual é o valor no saldo dessa conta após a correção e o novo depósito?
Alternativas
Q4204389 Matemática

Leia as informações a seguir. 


De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2019 foram vendidas 18,5 milhões de doses de sêmen de bovinos. Esse número representa um aumento de 18% em relação ao ano de 2018.



De acordo com as informações, o número de doses de sêmen vendidas em 2018, em milhões de unidades, foi aproximadamente igual a   
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Q4204390 Raciocínio Lógico
Quatro amigos foram pescar portando suas licenças para pesca, e só um deles não pegou peixe. No retorno para a cidade, uma pessoa queria saber quem foi que não pegou peixe. Eles estavam dispostos em uma fila e fizeram as seguintes afirmações:

- Não fui eu, diz o 1º ;
- Foi o 3º , diz o 2º ;
- Foi o 2º, diz o 4º ;
- O 4º não diz a verdade, diz o 3º.


Sabendo que só uma dessas afirmações é falsa, qual deles mentiu, e qual não pegou peixe?
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Q4204391 Matemática
Na figura a seguir tem-se um círculo, de raio r, inscrito em um quadrado, e este quadrado está inscrito em um semicírculo de raio R.

q_14 n.png (132×84)

Sabe-se que: A área de um círculo é o produto de π pelo quadrado de seu raio. Pelo Teorema de Pitágoras, obtém-se que R2 = 5r2 .

Nessas condições, a razão entre a área do círculo, de raio r e a área do semicírculo, de raio R, é igual a 
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Q4204392 Matemática
Um professor, para saber se os alunos estavam treinados sobre representação decimal, apresenta o número n = 1 528 251 e pede que calculem o seu dobro 2n.

Nesse momento, ele pergunta: "Qual é o algarismo que representa a dezena de milhar do número 2n?"
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Q4204393 Tratados Internacionais
António Guterres denuncia a violação de qual tratado internacional?
Alternativas
Q4204394 Português

Veja o cartum a seguir.


q_17 n.png (323×320)



O cartum apresentado inspira uma reflexão sobre os frequentes desafios que a ciência encontra para seu progresso, sendo um deles

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Q4204395 Sociologia

Leia o texto a seguir. 



A natureza dá a entender de um lado sua voz afável e benfeitora, o fanatismo, esse inimigo da natureza, solta uivos; e quando a paz se apresenta aos homens, a intolerância forja suas armas. 



VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Escala: São Paulo, s/d, p. 132



Quais exemplos de intolerância podem ser encontrados nos dias de hoje? 

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Q4204396 Matemática
Analise o gráfico a seguir que demonstra a composição do produto interno bruto goiano/2015.

q_19.png (287×243)

Segundo o gráfico, qual foi o impacto da agropecuária para o produto interno bruto goiano?
Alternativas
Q4204397 Português

Leia o texto a seguir.



Decorreram-se 162 anos para acontecer a mesma tragédia. E naquela época, ano de 1839, a Cidade de Goiás era cercada de mata virgens, não existiam tratores nem moto-serras. É claro que o desmatamento e a degradação do solo tiveram também participação na enchente de agora, ano de 2002.



TELES, J. M. Contos Vilaboenses. Goiânia: Kelps. 2013. p. 72. (Adaptado).



No texto, a comparação entre as duas enchentes é feita com que objetivo? 

Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: A
4: C
5: B
6: A
7: D
8: C
9: B
10: D
11: B
12: A
13: C
14: D
15: C
16: D
17: A
18: C
19: B
20: D