Questões de Concurso Público Prefeitura de Rialma - GO 2022 para Auxiliar de Saúde Bucal
Foram encontradas 30 questões
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2

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Texto 2

Qual é o valor no saldo dessa conta após a correção e o novo depósito?
Leia as informações a seguir.
De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2019 foram vendidas 18,5 milhões de doses de sêmen de bovinos. Esse número representa um aumento de 18% em relação ao ano de 2018.
- Não fui eu, diz o 1º ;
- Foi o 3º , diz o 2º ;
- Foi o 2º, diz o 4º ;
- O 4º não diz a verdade, diz o 3º.
Sabendo que só uma dessas afirmações é falsa, qual deles mentiu, e qual não pegou peixe?
Sabe-se que: A área de um círculo é o produto de π pelo quadrado de seu raio. Pelo Teorema de Pitágoras, obtém-se que R2 = 5r2 .
Nessas condições, a razão entre a área do círculo, de raio r e a área do semicírculo, de raio R, é igual a
Nesse momento, ele pergunta: "Qual é o algarismo que representa a dezena de milhar do número 2n?"
Veja o cartum a seguir.

O cartum apresentado inspira uma reflexão sobre os frequentes desafios que a ciência encontra para seu progresso, sendo um deles
Leia o texto a seguir.
A natureza dá a entender de um lado sua voz afável e benfeitora, o fanatismo, esse inimigo da natureza, solta uivos; e quando a paz se apresenta aos homens, a intolerância forja suas armas.
VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Escala: São Paulo, s/d, p. 132
Quais exemplos de intolerância podem ser encontrados nos dias de hoje?
Segundo o gráfico, qual foi o impacto da agropecuária para o produto interno bruto goiano?
Leia o texto a seguir.
Decorreram-se 162 anos para acontecer a mesma tragédia. E naquela época, ano de 1839, a Cidade de Goiás era cercada de mata virgens, não existiam tratores nem moto-serras. É claro que o desmatamento e a degradação do solo tiveram também participação na enchente de agora, ano de 2002.
TELES, J. M. Contos Vilaboenses. Goiânia: Kelps. 2013. p. 72. (Adaptado).
No texto, a comparação entre as duas enchentes é feita com que objetivo?