Questões de Concurso Público Prefeitura de Goiânia - GO 2022 para Auxiliar de Atividades Educativas

Foram encontradas 40 questões

Q4153857 Não definido

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

A “neurodiversidade” é definida no texto a partir da concepção de que a deficiência intelectual é
Alternativas
Q4153858 Não definido

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

A ampliação dos ideais de diversidade que sustentam as práticas de Luíza Laloni é pressuposta na seguinte frase:
Alternativas
Q4153859 Não definido

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

Depreende-se do texto que a agência dirigida por Luiza Laloni exerce atividades de natureza 
Alternativas
Q4153860 Não definido

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

Em qual frase o emprego das aspas indica que o significado deve ser relativizado?
Alternativas
Q4153861 Não definido

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

Na combinação entre as orações em “Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega”, há uma relação semântica de 
Alternativas
Q4153862 Não definido
Texto II


Aqui está algo que acho interessante: essas imagens malucas, e algumas outras, foram criadas pelo artista francês Jean-Marc Cote entre os anos de 1899 e 1910.


A questão é que … bem, basicamente, artistas foram convidados a imaginar como seria a vida no ano 2000. Segundo a Evolution-Collective, essas obras de arte eram originalmente na forma de cartões postais ou cartões de papel colocados em caixas de cigarros e charutos.


Algumas dessas ilustrações únicas são, na verdade, uma visão bastante precisa da era atual, incluindo máquinas agrícolas, equipamentos robóticos e máquinas voadoras.


Disponível em: <https://www.pensarcontemporaneo.com/>. Acesso em: 02 mai. 2020.



No Texto II, há marcas de oralidade em:
Alternativas
Q4153863 Não definido
Texto II


Aqui está algo que acho interessante: essas imagens malucas, e algumas outras, foram criadas pelo artista francês Jean-Marc Cote entre os anos de 1899 e 1910.


A questão é que … bem, basicamente, artistas foram convidados a imaginar como seria a vida no ano 2000. Segundo a Evolution-Collective, essas obras de arte eram originalmente na forma de cartões postais ou cartões de papel colocados em caixas de cigarros e charutos.


Algumas dessas ilustrações únicas são, na verdade, uma visão bastante precisa da era atual, incluindo máquinas agrícolas, equipamentos robóticos e máquinas voadoras.


Disponível em: <https://www.pensarcontemporaneo.com/>. Acesso em: 02 mai. 2020.



Na constituição textual, o termo destacado em “Aqui está algo que acho interessante” (Texto II)
Alternativas
Q4153864 Não definido
Texto II


Aqui está algo que acho interessante: essas imagens malucas, e algumas outras, foram criadas pelo artista francês Jean-Marc Cote entre os anos de 1899 e 1910.


A questão é que … bem, basicamente, artistas foram convidados a imaginar como seria a vida no ano 2000. Segundo a Evolution-Collective, essas obras de arte eram originalmente na forma de cartões postais ou cartões de papel colocados em caixas de cigarros e charutos.


Algumas dessas ilustrações únicas são, na verdade, uma visão bastante precisa da era atual, incluindo máquinas agrícolas, equipamentos robóticos e máquinas voadoras.


Disponível em: <https://www.pensarcontemporaneo.com/>. Acesso em: 02 mai. 2020.



No Texto III, os avanços previstos para os anos 2000 estão relacionados a ferramentas tecnológicas que permitem ao homem
Alternativas
Q4153865 Não definido
Texto II


Aqui está algo que acho interessante: essas imagens malucas, e algumas outras, foram criadas pelo artista francês Jean-Marc Cote entre os anos de 1899 e 1910.


A questão é que … bem, basicamente, artistas foram convidados a imaginar como seria a vida no ano 2000. Segundo a Evolution-Collective, essas obras de arte eram originalmente na forma de cartões postais ou cartões de papel colocados em caixas de cigarros e charutos.


Algumas dessas ilustrações únicas são, na verdade, uma visão bastante precisa da era atual, incluindo máquinas agrícolas, equipamentos robóticos e máquinas voadoras.


Disponível em: <https://www.pensarcontemporaneo.com/>. Acesso em: 02 mai. 2020.



No Texto IV, chama a atenção como uma visão bastante precisa da era atual as conquistas relativas 
Alternativas
Q4153866 Não definido
Texto II


Aqui está algo que acho interessante: essas imagens malucas, e algumas outras, foram criadas pelo artista francês Jean-Marc Cote entre os anos de 1899 e 1910.


A questão é que … bem, basicamente, artistas foram convidados a imaginar como seria a vida no ano 2000. Segundo a Evolution-Collective, essas obras de arte eram originalmente na forma de cartões postais ou cartões de papel colocados em caixas de cigarros e charutos.


Algumas dessas ilustrações únicas são, na verdade, uma visão bastante precisa da era atual, incluindo máquinas agrícolas, equipamentos robóticos e máquinas voadoras.


Disponível em: <https://www.pensarcontemporaneo.com/>. Acesso em: 02 mai. 2020.



Os Textos II e IV apresentam como uma temática comum
Alternativas
Q4153867 Não definido

O gráfico a seguir apresenta a capacidade de absorção de água, em porcentagem, de oito amostras de certo produto químico.


Imagem associada para resolução da questão


A mediana dos dados apresentados é, aproximadamente, de:

Alternativas
Q4153868 Não definido
Em uma padaria, as tortas têm sempre o mesmo tamanho retangular, porém, para serem vendidas, elas são cortadas em pedaços de tamanhos diferentes, como indicam os 3 tipos a seguir, representados na figura.
Imagem associada para resolução da questão
Um cliente que tenha pedido dois pedaços da torta 1, um pedaço da torta 2 e dois pedaços da torta 3, adquiriu qual fração de uma torta?
Alternativas
Q4153869 Não definido
Em uma loja, o preço de um aparelho de TV é R$ 1350,00 para pagamentos à vista. Entretanto, um comprador preferiu fazer o pagamento a prazo, em 6 prestações iguais de R$ 247,50 cada. O vendedor o advertiu de que, dessa forma, o preço total da TV teria um acréscimo de:
Alternativas
Q4153870 Não definido
A meia-vida de um isótopo radiativo refere-se ao tempo necessário para que a massa do isótopo se reduza à metade. Dessa forma, pode-se expressar a massa, m, em gramas, do isótopo em função do tempo, t, em horas, por meio da seguinte função:
Imagem associada para resolução da questão
Considere um isótopo radiativo cuja massa inicial, m0 , seja igual a 450 g. Nessas condições, o tempo necessário, em horas, para que essa massa se reduza a 20% da massa inicial é, aproximadamente:

Use: log2=0,3 e log 5=0,69
Alternativas
Q4153871 Não definido
O conjunto de figuras a seguir representa o passo-a-passo da construção de uma pirâmide de cartas de baralho. O processo se inicia, na primeira etapa, com duas cartas, como mostra a figura 1 e, na sequência, acrescenta-se um “andar” à pirâmide, como mostra a figura 2, completando-a com a quantidade de cartas necessárias.
Imagem associada para resolução da questão
No processo de construção descrito, depois de atingir a etapa 9, quantas cartas devem ser acrescentadas a ela para formar a pirâmide da etapa 10?
Alternativas
Q4153872 Não definido

Leia o texto a seguir.


O TikTok permite que os usuários publiquem vídeos curtos que podem ser editados com facilidade no próprio aplicativo. Os conteúdos são construídos para criar reações emocionais no público, por meio de entonação da voz de quem narra o vídeo, trilhas sonoras, imagens chocantes etc. Marta Vasyuta virou uma espécie de ícone da juventude ucraniana na guerra. Críticos dela dizem que Vasyuta não verifica os conteúdos publicados e não assume a responsabilidade do alcance que tem.


Disponível em: <https://www.nexojornal.com.br/expresso/2022/03/10/Como-o-TikTok-se-tornou-uma-janela-para-a-guerra>. Acesso em: 19 mar. 2022. (Adaptado)


Na perspectiva do texto, a crítica que podemos tecer à cobertura da Guerra da Ucrânia na rede social do TikTok é

Alternativas
Q4153873 Não definido
Em 2022, as mortes e o desaparecimento de pessoas na tragédia de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, comoveram o país. O cenário de catástrofe e de destruição que se repete há anos na região poderia ter sido evitado ou minimizado se
Alternativas
Q4153874 Não definido

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Na imagem, a crítica ao trabalho por aplicativos se refere


Alternativas
Q4153875 Não definido

Observe a figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Os dados apresentados na figura fazem referência

Alternativas
Q4153876 Não definido

Leia o texto a seguir.


A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que flexibiliza o controle e a aprovação de agrotóxicos no Brasil. O projeto de lei quer mudar o nome dos agrotóxicos para “defensivos agrícolas” e “produtos fitossanitários”, vai liberar licenças temporárias, e, também, prevê que a análise dos produtos proíba apenas as substâncias que apresentem “risco inaceitável”. Mas existem riscos aceitáveis quando se fala em saúde pública e proteção ao meio ambiente?


Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/02/09/alvo-de-ambientalistas-pl-do-veneno-ja-foi-criticado-por-fiocruz-abrasco-anvisa-e-outros-orgaos.ghtml>. Acesso em: 23 mar. 2022. (Adaptado)


A flexibilização mencionada no texto demonstra:

Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: B
4: A
5: B
6: B
7: C
8: C
9: A
10: A
11: A
12: C
13: B
14: B
15: C
16: C
17: D
18: D
19: B
20: A