Questões de Concurso Público SES-GO 2021 para Residência Médica - Pré Requisito em Cirurgia Geral
Foram encontradas 50 questões
De acordo com Lee e Peehl (2004) e Steiner (1995), os fatores de crescimento são pequenas moléculas de peptídeos que estimulam ou, em alguns casos, inibem os processos de divisão e diferenciação celular. As células que respondem a fatores de crescimento possuem em sua superfície receptores específicos para esse fator de crescimento que, por sua vez, estão ligados a uma variedade de mecanismos de sinalização transmembrana e intracelular. As interações entre os fatores de crescimento e os hormônios esteroides podem alterar o equilíbrio da proliferação celular versus a morte celular para produzir hiperplasia prostática benígna (HPB).
Sobre esses fatores de crescimento, sabe-se que:
De acordo com Adams e Rink (1998), Cacciaguerra et al. (1998), Cilento et al. (1994), Odibo et al. (1997), Petrikovsky et al. (1988), Shalev et al. (1986) e Warne et al. (2002a ), a avaliação das anomalias cloacais começa com a ultrassonografia pré-natal, pois vários grupos já relataram o diagnóstico pré-natal de cloaca persistente. Para Cacciaguerra et al. (1998) e Warne et al. (2002b), o diagnóstico pode ser feito já na 19ª semana de gestação. O achado de ascite fetal transitória com estruturas císticas pélvicas bilobadas ou trilobadas, hidronefrose bilateral e líquido amniótico diminuído é diagnóstico.
Nas anomalias cloacais,
A presença de uma fístula vesicovaginal pode ser confirmada instilando um corante azul vital na bexiga por uretra e observando se a drenagem vaginal está descolorida. Desta forma, fístulas pequenas ou ocultas podem ser identificadas. De acordo com Gannon (1990), a vagina pode ser embalada com gaze (teste de três cotonetes) ou inspecionada diretamente para ver se há vazamento tingido de azul.
Neste contexto, no exame físico de paciente com fístula vesicovaginal,
De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.
Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm