Questões de Concurso Público SES-GO 2021 para Residência Médica - Pré Requisito em Cirurgia Geral
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Paciente em pós-operatório tardio (5 anos) de um bypass aorto-femoral apresentando massa palpável e pulsátil na região inguinal.
Nesse caso, qual o melhor exame para o diagnóstico de um possível aneurisma anastomótico?
Um homem jovem é levado à emergência após ter sido baleado no pescoço. Na chegada ao pronto-socorro, estava hipotenso. Foi levado diretamente para o centro cirúrgico devido a um grande hematoma e sangramento contínuo. No pré-operatório, o paciente estava consciente e com movimento presente em todos os membros. As lesōes incluem dano da veia jugular interna esquerda e secção transversal da artéria carótida interna esquerda, com sangramento retrógrado ativo.
Nesse caso, qual deve ser o procedimento de escolha?
Um homem de 62 anos foi submetido a um procedimento cirúrgico para confecção de uma fístula artério-venosa braquio-cefálica endógena 10 dias atrás. Ele apresenta frialdade na mão ipsolateral, rigidez nos dedos e tumefação. A força motora é normal e a discriminação entre dois pontos continua preservada. O enchimento capilar é normal. O pulso radial não é palpável ao nível do punho.
Nesse caso, qual deve ser a conduta?
Um homem de 68 anos apresenta-se com uma grande úlcera sobre o maleolo medial esquerdo, com edema significativo do membro inferior. A úlcera é muito dolorosa e esteve presente nos últimos seis meses. No momento, está sendo feito curativo com bota de unna e mesmo assim está aumentando de tamanho. Seu ITB (índice tornozelo-braquial) esquerdo é de 0,3.
Nesse caso, qual a conduta mais adequada?
Paciente de 19 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, deu entrada no pronto-socorro com quadro de choque hipovolêmico. Após a avaliação clínica primária e reposição de volume, apresentou melhora do quadro hemodinâmico, permitindo a realização de exames radiológicos e de FAST, os quais mostraram fratura pélvica em livro aberto e FAST positivo, com indicação de laparotomia. Achado operatório: uma lesão hepática Grau I e um grande hematoma retroperitoneal em zona 1.
Nesse caso, qual é a melhor conduta operatória?
Paciente masculino de 78 anos deu entrada no prontosocorro com quadro de HDA. Referia ingestão recente de anti-inflamatório não esteroidal devido à dores articulares. Sabidamente portador de doença ulcerosa péptica que estava sob controle com o uso de omeprazol (sic). A endoscopia digestiva alta mostrou uma úlcera duodenal na parede posterior caracterizada como Forrest IIb, que foi tratada. Seis horas depois, apresentou novo episódio hemorrágico com hipotensão arterial, mesmo recebendo 6U de concentrado de glóbulos.
Neste caso, a conduta terapêutica deve ser:
Paciente de 61 anos de idade procura serviço de urgência com quadro de dor abdominal, distensão e parada de eliminação de gases e fezes. Informa uso de laxativos há longa data e piora do hábito intestinal há três meses. Nega vômitos. Apresenta-se durante o exame em regular estado geral, com desidratação +/4+. Abdome distendido, doloroso à palpação, sem sinal de irritação peritoneal e sem massas palpáveis. Toque retal com ausência de fezes em ampola e presença de lesão vegetante circunferencial a 7 cm da borda anal. Tomografia de abdome total: ausência de lesões hepáticas, sem líquido livre; ausência de distensão de delgado; importante distensão colônica; espessamento em reto médio distal, com aumento de linfonodos em mesoreto.
Diante do quadro atual, qual é a melhor conduta?
Jovem do sexo masculino deu entrada no setor de emergência após 40 minutos do acidente, ( em que sua moto chocou-se com um poste) levado pela equipe de resgate, com colar e prancha, relato de infusão de 1 L de cristaloide no trajeto e PA 90x60 mmHg ao final do transporte. Na sala de trauma:
A – Conversando, apresenta SatO2 92%.
B – Sem alterações.
C – PA 80x50 mmHg; FC 120 bpm; FAST positivo para líquido intra-abdominal.
D – Glasgow 15.
E - Equimose em flanco direito.
Nesse caso, qual é a melhor conduta, na sala de trauma, após a indicação de laparotomia?
Homem, de 53 anos de idade, etilista, é admitido no pronto atendimento com disfagia, taquicardia e febre. Relato de “engasgo” com osso há dois dias, seguido de vômitos intensos. Radiografia de tórax: alargamento mediastinal e pneumomediastino.
Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?
Paciente de 54 anos, portador de adenocarcinoma gástrico em pequena curvatura, Bormamm 2, localizado a 5 cm da transição esofagogástrica, tipo histológico difuso de Lauren, estadiado como T2 N1 M0.
Nesse caso, qual é a melhor conduta terapêutica?