Questões de Concurso Público Prefeitura de Goiás - GO 2020 para Enfermeiro
Foram encontradas 11 questões
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
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O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
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O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
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Texto 2

Texto 2

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Há cem anos a população mundial não experimentava uma epidemia com o potencial do coronavírus. O que para a maior parte das gerações tem um ar de novidade e de exceção, para inúmeros povos indígenas trata-se de uma trágica repetição de uma história multissecular. "A minha geração, que é diferente da geração dos meus avós que pegaram e viveram a gripe espanhola, nunca tinha experimentado uma pandemia deste tipo, nesta intensidade de mortes, sem nenhum tipo de medicamento comprovado, sem vacinas, as pessoas trancadas. Isso é exatamente o que esses povos indígenas experimentaram por tantos séculos", pontua a professora e pesquisadora Aparecida Vilaça.
Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/acervo/noticias/morte-nafloresta-vida-e-consequencias-da-pandemia-para-os-povos-indigenas . Acesso em: 9 ago. 2020.
A comparação realizada no texto se fundamenta na característica histórica das populações indígenas de:
Leia o texto a seguir.
Quando foi proclamada a República do Brasil, em 15 de novembro de 1889, a notícia somente chegou à antiga capital goiana, que não tinha telégrafo, no dia 29 de no vembro, 14 dias depois. Foi uma festa, segundo a crônica da época, cantaram até a Marselhesa, hino oficial da França, tal influência da língua francesa no território goiano, graças à participação dos padres dominicanos.
TELES. J. M. Os cem anos de Goiás. In: Crônicas vilaboenses. Goiânia: Kelps, 2013. p. 103.
Com base no texto, o hino oficial da França foi cantado para